<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187</id><updated>2012-03-01T09:57:43.249-08:00</updated><category term='Diabetes'/><category term='Labirintite'/><category term='memória'/><category term='lei antifumo'/><category term='Envelhecimento'/><category term='tireoide'/><category term='Pernas Inquietas'/><category term='Redes Sociais'/><category term='Saúde'/><category term='Problemas Respiratórios'/><category term='Botox'/><category term='Adoção'/><category term='Atualidades'/><category term='Sexo'/><category term='Gagueira'/><category term='Coluna'/><category term='Obesidade'/><category term='Coração'/><category term='Odontologia'/><category term='Varizes'/><category term='trabalho'/><category term='retina'/><category term='Hormônios'/><title type='text'>Porto Alegre Clínicas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>71</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-4716614446839099354</id><published>2012-03-01T09:57:00.000-08:00</published><updated>2012-03-01T09:57:43.255-08:00</updated><title type='text'>Beethoven contra o câncer</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-tVMfe4qYstc/T0-znKgrdAI/AAAAAAAAANw/6R8FN9SNdMk/s1600/22+-+Beethoven+contra+o+c%C3%A2ncer.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-tVMfe4qYstc/T0-znKgrdAI/AAAAAAAAANw/6R8FN9SNdMk/s1600/22+-+Beethoven+contra+o+c%C3%A2ncer.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Usar a música em cultura de células tumorais&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;trouxe resultados surpreendentes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Um trabalho inovador desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF), da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com a participação da Escola de Música Villa-Lobos, demonstra que a música pode servir como aliada no tratamento do câncer de mama. Testes realizados em culturas de células em laboratório mostraram que, quando células MCF-7 foram expostas à &amp;nbsp;5a Sinfonia de Beethoven e à composição &amp;nbsp;Atmosphères, de Gyorgy Ligeti, reduziram de tamanho ou morreram.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; A experiência iniciada há cerca de um ano analisa os efeitos de ondas sonoras audíveis em cultura de células e os resultados surpreenderam ao demonstrar que uma em cada cinco células expostas às composições mencionadas foi extinta. Agora os pesquisadores procuram uma forma de aumentar esse efeito. A ideia é que, no futuro, o grupo possa criar sequências sonoras específicas para ajudar no tratamento do câncer.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Estudos realizados anteriormente confirmaram que algumas músicas conseguem diminuir o número de ataques epiléticos e aumentar a capacidade de memória em pacientes com Mal de Alzheimer. A chamada musicoterapia vem sendo aplicada há décadas em doenças de origem neurológica ou em pacientes com transtornos psíquicos, além de ajudar na recuperação de traumas físicos. A ideia de usar a música em cultura de células, porém, é uma novidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Efeitos do Som&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; A proposta do estudo partiu de uma ideia muito simples. “Se existe um efeito direto de sons audíveis nos seres vivos, poderemos estudá-lo em culturas de células, à semelhança do que já se faz com outros agentes químicos e físicos, como as ondas eletromagnéticas.” A explicação é da professora Marcia Alves Marques Capella, que coordena o trabalho. Ela esclarece, também, que a pesquisa é voltada para o efeito de ondas sonoras em diferentes culturas de células e não apenas nas tumorais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; “O nosso objetivo é estudar possíveis efeitos diretos do som (incluindo a música) em diferentes tipos de células, e o trabalho se apoia no fato de que não existe nenhuma razão para que uma célula qualquer do nosso organismo não responda ao som”, avalia. “Os efeitos do ultrassom e do infrassom já são estudados e conhecidos; no entanto, os estudos sobre os efeitos do som audível praticamente se restringem à emoção evocada pela música.”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Marcia afirma que ainda não tem uma explicação para o fato de ondas sonoras audíveis promoverem morte em alguns tipos de células tumorais. “Foi uma surpresa para nós, pois estávamos esperando efeitos mais sutis”, revela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; A redução e morte de células MCF-7 (de câncer de mama humano) obtida pelos pesquisadores também foi testada em células de leucemia, mas o efeito não se repetiu. “No entanto, é possível que outras músicas tenham efeito em mais tipos de células”, acredita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Segundo a pesquisadora, já existem outras instituições realizando experiências com ondas sonoras contra o câncer. É o caso do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP), que recentemente começou a utilizar um aparelho de ultrassom para o tratamento de alguns tipos de tumores. Ela informa, também, que já foram publicados diversos artigos mostrando efeitos de frequências puras, dentro da faixa audível, em bactérias e em células animais e de vegetais superiores. “Segundo &amp;nbsp; diversos pesquisadores, é possível observar alteração no metabolismo e no ciclo celular. Mas até onde sabemos, o nosso estudo foi o primeiro a utilizar música em vez de frequências puras.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Música como Terapia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; A graduação em Física ajudou muito, pois as ondas sonoras têm características mecânicas. Para iniciar o projeto, no entanto, Marcia Capella buscou também adquirir um conhecimento básico sobre teoria musical e, por isso, procurou a Escola de Música Villa-Lobos, onde estudou durante um ano. Foi lá que deu início à parceria com o professor de música que participou da pesquisa inédita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; “Antes desse trabalho, toda minha experiência usando a música com fins terapêuticos foi como regente em coral com pessoas da terceira idade, não tendo necessariamente relação com doenças humanas”, revela Marcos de Castro Teixeira, formado pelo Conservatório Brasileiro de Música e professor de matérias teóricas e canto. Ele entrou para o universo da pesquisa científica depois de dar aula durante alguns meses para a professora Marcia Capella no curso básico de música. A oportunidade veio em forma de um pedido de orientação no projeto sobre os efeitos de ondas sonoras em células cancerígenas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; O professor usou seus conhecimentos na definição das músicas que fizeram parte da experiência e explica que uma delas é a composição já conhecida pelo “Efeito Mozart”, com benefícios comprovados para atenuar e diminuir crises de epilepsia, que recentemente mostrou-se eficiente também na redução da frequência cardíaca. Outros compositores sugeridos por Teixeira foram Beethoven, por ser um dos mais tocados no mundo inteiro, além de Ligeti, por se tratar de um autor contemporâneo que, no caso das células cancerígenas, superaram as composições de Mozart.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Agora, a ideia da coordenadora do projeto é ampliar a nova linha que está sendo desenvolvida no laboratório para estudos em células não tumorais. Apesar da repercussão positiva que o trabalho obteve, no entanto, Marcia Capella mostra-se cautelosa com relação ao sucesso no meio científico. “Precisamos primeiro ampliar a pesquisa para termos uma ideia da abrangência de nossos achados”, conclui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-4716614446839099354?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/4716614446839099354/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2012/03/beethoven-contra-o-cancer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/4716614446839099354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/4716614446839099354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2012/03/beethoven-contra-o-cancer.html' title='Beethoven contra o câncer'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-tVMfe4qYstc/T0-znKgrdAI/AAAAAAAAANw/6R8FN9SNdMk/s72-c/22+-+Beethoven+contra+o+c%C3%A2ncer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-9193611293147330679</id><published>2012-02-01T03:31:00.000-08:00</published><updated>2012-02-01T03:31:20.525-08:00</updated><title type='text'>Faltou encaixe</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-80A2VGlB3gE/TykhifsXijI/AAAAAAAAANk/eACEuMcLcbE/s1600/Faltou+Encaixe.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="235" src="http://1.bp.blogspot.com/-80A2VGlB3gE/TykhifsXijI/AAAAAAAAANk/eACEuMcLcbE/s320/Faltou+Encaixe.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;A doença pode causar de alterações morfológicas a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;problemas articulares&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Camila Pupo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: bold; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Sempre escutamos que o corpo humano é como uma máquina e que cada peça se completa para um ótimo funcionamento, não é mesmo? O problema é que nem sempre essas partes se unem com tanta perfeição e isso pode causar alguns danos. A oclusão dental é definida pela relação estabelecida entre os dentes da arcada superior (maxila) com os da arcada inferior (mandíbula), tanto na posição do fechamento bucal, quanto nos movimentos que ocorrem no ciclo mastigatório. Quando ocorre alguma alteração desses fatores, pode haver a maloclusão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Segundo Fernando da Cunha Ribeiro, cirurgião-dentista, mestre em Clínicas Odontológicas pela FOUSP – Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo, a maloclusão pode estar relacionada com diversos problemas, tais como: desconforto e distúrbios dos músculos mastigatórios, disfunções das articulações temporomandibulares, alterações no crescimento facial, problemas fonéticos e respiratórios, cefaleias e outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; “Em muitos casos, a maloclusão pode causar desde simples alterações morfológicas até grandes problemas articulares e funcionais. É frequentemente encontrada em pacientes com apertamento dentário (bruxismo), disfunções temporomandibulares, fraturas dentárias, sendo responsabilizada, muitas vezes, como principal agente etiológico (causador) desses problemas”, esclarece Luciana Arcas, cirurgiã-dentista e consultora da ABO – Associação Brasileira de Odontologia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; “A maloclusão pode ser herdada ou adquirida. A primeira é aquela em que os desvios da normalidade decorrem de fatores preponderantemente genéticos, tais como o tamanho dos dentes, discrepâncias da base óssea maxilomandibular, presença de dentes supranumerários ou anadontias (falha na formação dos dentes) etc. Já a maloclusão adquirida é a que decorre dos fatores do desenvolvimento do indivíduo após o nascimento, como hábitos de chupar dedo ou chupeta, acidentes/traumas, problemas posturais etc.”, explica Ribeiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; De acordo com Luciana, o tratamento não deve ser feito mediante uma análise simplista de posicionamento dentário, mas é preciso uma avaliação da articulação temporomandibular, da musculatura da face, das bases ósseas do crânio, além da análise facial. Tudo isso é necessário, pois algumas maloclusões, quando corrigidas sem o diagnóstico correto, podem, por exemplo, deixar os dentes bem articulados, entretanto, ter como resultado uma face esteticamente sem harmonia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; O tratamento das maloclusões pode ser preventivo, interceptativo ou curativo, como esclarece Ribeiro: “No tratamento preventivo são tomadas atitudes que visam eliminar os fatores que sabidamente são nocivos e estão relacionados ao desenvolvimento de maloclusões. Dentro deste segmento existem, por exemplo: a) os hábitos orais, como o uso exagerado ou prolongado das chupetas; b) os problemas funcionais, como a deglutição atípica e a respiração bucal; c) o controle das doenças bucais, como as cáries e a doença periodontal. No interceptativo são tomadas atitudes que buscam minimizar os danos já constatados, normalmente relacionados a problemas hereditários, que, se não forem interceptados, poderão levar a situações de maior gravidade ao longo processo de crescimento e desenvolvimento da criança. Já o tratamento curativo procura corrigir ou, ao menos, minimizar os desvios da normalidade, isto é, quando a maloclusão já está instalada”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Vale ressaltar que o ser humano possui uma capacidade de adaptação muito grande que o permite superar certas limitações; por isso, mesmo que uma oclusão não seja considerada ótima, não significa que ela pode causar danos ou problemas ao indivíduo, mas, justamente por esse motivo, é preciso um diagnóstico completo feito por um profissional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-9193611293147330679?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/9193611293147330679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2012/02/faltou-encaixe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/9193611293147330679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/9193611293147330679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2012/02/faltou-encaixe.html' title='Faltou encaixe'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-80A2VGlB3gE/TykhifsXijI/AAAAAAAAANk/eACEuMcLcbE/s72-c/Faltou+Encaixe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-8900275786379544971</id><published>2012-01-11T04:10:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T04:10:15.877-08:00</updated><title type='text'>Pele em erupção</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-D7tj4cY6HKs/Tw160Ytw73I/AAAAAAAAANU/a6J7BlihU64/s1600/furunculo.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="192" src="http://2.bp.blogspot.com/-D7tj4cY6HKs/Tw160Ytw73I/AAAAAAAAANU/a6J7BlihU64/s320/furunculo.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Regiões com muitos pelos são alvo para&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;manifestação dessa infecção provocada por bactérias&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Ela é sorrateira. E, quando menos se espera, a pele já está infectada, pois no folículo piloso, lugar onde&amp;nbsp;nascem os pelos, formaram-se nódulos avermelhados e bem doloridos quando comprimidos. Estamos falando do temido&amp;nbsp;furúnculo, problema provocado pela bactéria Staphylococcus aureus. Em alguns pacientes, apontam estudos, a S.&amp;nbsp;aureus pode estar presente na pele e mucosa nasal.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; “Furúnculo é uma infecção bacteriana da pele que se caracteriza pela presença de um ou mais nódulos &amp;nbsp;inflamatórios, ou seja, com vermelhidão, calor e dor. Com o passar do tempo eles ‘amolecem’ na parte central&amp;nbsp;(flutuação), e surge sua abertura espontânea com saída de secreção purulenta”, explica a dermatologista Fátima&amp;nbsp;Rabay, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional São Paulo (SBD-SP).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Segundo a médica, o furúnculo manifesta-se com mais frequência nos membros inferiores – coxas, virilha e&amp;nbsp;nádegas –, e também aparece em qualquer lugar do corpo rico em pelos, com transpiração significativa e sujeita&amp;nbsp;aos atritos – as axilas são exemplos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; As pessoas mais propensas a ter furúnculo são homens após a puberdade, em virtude da quantidade de pelos,&amp;nbsp;informa Adriana Cristina Caldas, de São José do Rio Preto (SP), especialista em dermatologia pela Sociedade&amp;nbsp;Brasileira de Dermatologia e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica. “O furúnculo em si não é&amp;nbsp;hereditário, porém a predisposição que algumas pessoas têm em adquirir essa infecção é que pode ser herdada”,&amp;nbsp;completa a profissional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; O diagnóstico do furúnculo baseia-se na análise clínica e, dependendo de cada caso, colhe-se cultura da&amp;nbsp;secreção para identificação do micro-organismo causador. A sugestão médica é tomar cuidado com a manipulação e&amp;nbsp;higiene dos nódulos, portanto, não vale espremer nem coçar os furúnculos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; “Como é causado por uma bactéria”, diz Adriana Caldas, “o fato de manipular as lesões pode facilitar que&amp;nbsp;essa bactéria penetre em outro folículo, levando à formação de novos furúnculos”, reforça a dermatologista,&amp;nbsp;acrescentando que, de uma pessoa para outra, também é possível uma contaminação, embora não seja tão fácil. “É&amp;nbsp;importante que haja uma atenção especial para as crianças, pois essa transmissão pode ser mais eficaz”, pontua.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Outra complicação cutânea é a furunculose. Trata-se da recorrência de vários furúnculos repetidamente,&amp;nbsp;sendo associada, entre inúmeros fatores, a problemas de defesa do organismo em impedir a infecção nos&amp;nbsp;folículos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Antibióticos tópicos, compressas mornas e uso de sabonetes antissépticos são ferramentas empregadas para&amp;nbsp;evitar a disseminação da bactéria na extensão cutânea. “O tratamento é feito com antibióticos orais ou&amp;nbsp;injetáveis e drenagem cirúrgica, caso não ocorra sua saída espontaneamente”, indica Fátima.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Mas há como prevenir esse incômodo? A chave está na assepsia. Estão na lista de recomendações as roupas&amp;nbsp;limpas, incluindo toalhas, lençóis e travesseiros, e vestimentas não muito apertadas, que atrapalhem a&amp;nbsp;respiração dos folículos, além de secar bem o corpo e as áreas de dobras da pele. “A prevenção é feita com boa&amp;nbsp;higiene pessoal e com as roupas. Lavar bem as mãos quando manipular as lesões, aplicação de curativos fechados&amp;nbsp;e antibióticos locais nos orifícios naturais, como no nariz e ânus”, finaliza a dermatologista Fátima Rabay.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-8900275786379544971?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/8900275786379544971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2012/01/pele-em-erupcao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/8900275786379544971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/8900275786379544971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2012/01/pele-em-erupcao.html' title='Pele em erupção'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-D7tj4cY6HKs/Tw160Ytw73I/AAAAAAAAANU/a6J7BlihU64/s72-c/furunculo.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-3613182714362048804</id><published>2011-12-28T08:13:00.000-08:00</published><updated>2011-12-28T08:15:19.023-08:00</updated><title type='text'>Cérebro social</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WVhbKOVHOOg/Tvs_1U0RGII/AAAAAAAAANM/Mhk538h0QEg/s1600/cerebro+social.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-WVhbKOVHOOg/Tvs_1U0RGII/AAAAAAAAANM/Mhk538h0QEg/s1600/cerebro+social.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O volume dessa estrutura pode ter relação com a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;socialização do indivíduo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Neusa Pinheiro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; A amígdala cerebral faz parte de um grupo de estruturas que compõe o sistema límbico do cérebro e que inclui, além da própria amígdala, &amp;nbsp;o hipotálamo, o tálamo e o hipocampo, entre outras. O sistema é responsável pelo comportamento emocional, aprendizado e memória, e ainda da chamada vida vegetativa que abrange a digestão de alimentos, a circulação sanguínea e a excreção. É constituído de células chamadas de neurônios, que são especializadas e responsáveis em captar e transmitir os estímulos recebidos do ambiente para o corpo, através de uma rede neurotransmissora, formando os chamados impulsos nervosos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; A amígdala é considerada a porta de entrada do sistema límbico. Ao ser estimulada, pode ocasionar algumas experiências de comportamento como raiva, medo, prazer e sexualidade. Também padroniza respostas comportamentais apropriadas para cada ocasião. Existem duas amígdalas, uma para cada hemisfério do cérebro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Recentemente, um estudo realizado em 58 adultos saudáveis, por Kevin Bickart e colaboradores, da Uni&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;versidade de Boston, descobriu que o volume da amígdala tem correlação com o tamanho e a complexidade das redes sociais nos adultos, ou seja, quanto maior é o órgão, maior é a quantidade de amigos e parentes que convivem com o portador dele, embora não se tenha concluído se a amígdala cerebral cresceria em proporção ao número de amigos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Os pesquisadores propuseram, no caso, que o volume da amígdala deve estar relacionado ao tamanho dos grupos sociais, em parte porque o tamanho de uma região do cérebro é um indicador da sua capacidade de processamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; “A amígdala medeia o processamento das informações relevantes socialmente e a expressão do comportamento emocional. No entanto, a percepção social e as demandas subsequentes são resultantes da atividade de uma rede neural, e não somente do desempenho funcional de estruturas cerebrais individuais”, diz a médica Roberta Monterazzo Cysneiros, pesquisadora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; A hipótese do “cérebro social”, expressão cunhada por Leslie Brothers em 1990, sugere que evolutivamente quem vive em maiores e mais complexos grupos sociais possuem regiões do cérebro maiores, com maior capacidade para realizar cálculos pertinentes. Este cérebro social define-se como uma complexa rede de áreas cerebrais ou rede neural, que nos permite reconhecer outros indivíduos, avaliar os seus estados mentais (por exemplo, suas intenções, disposições, desejos e crenças), compartilhar sua atenção e se posicionar no lugar do outro. “Esta ’ação’, denominada de percepção social, ocorre por meio de análise e interpretação de pistas biológicas, tais como expressões faciais, gestos, movimentos corporais e tipo e direção do olhar. A partir desta percepção surgem outras demandas, como tomada de decisão, planejamento de ações e estratégias, baseando-se em um sistema de recompensa, para permitir uma ação apropriada para cada situação ou circunstância, garantindo aos membros da espécie uma maior chance de adaptação e de sobrevivência em ambientes complexos”, prossegue a médica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Distúrbios e desvios&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Lesões no sistema límbico, ou, mais especificamente, na amígdala cerebral, podem levar a alguns desvios de comportamento. Em experimentos, a sua destruição faz com que um animal se torne dócil, sem preferência sexual, descaracterizado afetivamente e, o que é potencialmente perigoso, indiferente às situações de risco. O estímulo da amígdala com impulsos elétricos provoca violenta agressividade. Nos seres humanos o indivíduo perde, com a lesão, a percepção do sentido afetivo vindo de uma informação exterior, como, por exemplo, a aproximação de um amigo. Ele percebe o que está vendo, identifica a pessoa, mas não tem noção se gosta ou não desta pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Alguns distúrbios ou transtornos já foram relacionados às lesões da amígdala. Um estudo realizado pela equipe de Murray B. Stein, da Universidade da Califórnia, nos EUA, utilizou uma técnica chamada ressonância magnética funcional para medir a atividade cerebral em pacientes afetados pela TAS (Transtorno de Ansiedade Social) ou FS (Fobia Social) e em indivíduos não portadores do distúrbio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Várias fotografias com rostos foram mostradas aos voluntários. Os pesquisadores descobriram que, em relação aos voluntários que não apresentavam o distúrbio de ansiedade, os indivíduos com fobia social tiveram uma resposta hiperativa na amígdala quando viram rostos com expressões de raiva ou arrogância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Também já foram encontradas provas, por meio de estudos de neuroimagem (PET-Scan), que avalia a atividade cerebral através do metabolismo de glicose no cérebro, que os pacientes com o Transtorno Bipolar de Humor (antiga psicose maníaco-depressiva, que se caracteriza por períodos de depressão alternados com períodos de mania) possuem maior atividade na estrutura da amígdala cerebral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Enfim, pode-se questionar o fato de ser evidente que o cérebro controla o comportamento do indivíduo, e a amígdala, mais especificamente, as relações sociais e emoções. Mas o comportamento pode controlar o cérebro? Roberta Cysneiros responde: “Ao se analisar o contexto do ponto de vista individual, percebemos que nascemos com o potencial para desenvolver as habilidades sociais necessárias para atender às diferentes demandas que o convívio em sociedade exige. No entanto, devemos evitar a premissa imediatista de que os indivíduos já nascem dotados de uma rede neural apta para trafegar em redes sociais amplas e complexas e que, quanto mais desenvolvida ela for, maior e mais complexa será a rede social que iremos participar. Ao invés disso, as habilidades sociais são aprendidas no convívio em sociedade, esculpindo o cérebro, graças à plasticidade neural, e influenciando o indivíduo ao longo da vida”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-3613182714362048804?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/3613182714362048804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/12/cerebro-social.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/3613182714362048804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/3613182714362048804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/12/cerebro-social.html' title='Cérebro social'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-WVhbKOVHOOg/Tvs_1U0RGII/AAAAAAAAANM/Mhk538h0QEg/s72-c/cerebro+social.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-3298072425443058910</id><published>2011-12-13T03:54:00.000-08:00</published><updated>2011-12-13T03:54:49.679-08:00</updated><title type='text'>Visão distorcida</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-g9voiyCgV5Q/Tuc8Sfegl-I/AAAAAAAAAMw/MGUpSmcI9f0/s1600/11+-+vis%25C3%25A3o+distorcida.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;img border="0" height="207" src="http://1.bp.blogspot.com/-g9voiyCgV5Q/Tuc8Sfegl-I/AAAAAAAAAMw/MGUpSmcI9f0/s320/11+-+vis%25C3%25A3o+distorcida.JPG" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;A doença atinge 1,6 milhão de brasileiros e a&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;atenção é mais humanizada&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;Renata Bernardis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Visões e vozes são alguns dos sintomas apresentados por pessoas que sofrem de esquizofrenia. Usualmente elas vivem também momentos de apatia e desordem de pensamento, com alterações de juízo, falsas ideias de perseguição e dificuldade em se relacionar. A esquizofrenia é uma doença com manifestações psíquicas cujos sinais e sintomas se dão na área do pensamento, percepção e emoções. Afeta cerca de 1% da população mundial e conta com, aproximadamente, 56 mil novos casos a cada ano no Brasil. No total, estima-se que exista cerca de 1,6 milhão de brasileiros com esquizofrenia, um dos transtornos mais graves na psiquiatria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Descrita pela primeira vez no fim do século XIX, a esquizofrenia ganhou esse nome do psiquiatra suíço Eugen Bleuler, como resultado da junção dos termos gregos &amp;nbsp;skizo (divisão) e phrenos (espírito), em virtude dos sintomas de dissociação que provoca no paciente. O curso da doença, que começa no final da adolescência ou início da idade adulta – geralmente, depois dos 15 anos e antes dos 30 – é sempre crônico.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;De acordo com Rodrigo Bressan, psiquiatra e coordenador do Programa de Esquizofrenia (Proesq) – serviço psiquiátrico ambulatorial do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) que atende, atualmente, cerca de 300 pessoas –, o diagnóstico é estritamente clínico, pois não existem marcadores biológicos próprios para essa doença nem exames complementares específicos. Mas alerta: “Apesar de não existirem exames que a confirmem, não significa que eles sejam dispensáveis. Por meio deles, é possível descartar outros quadros, o que reforça o diagnóstico da esquizofrenia”, diz, ao explicar que a doença tem causa multifatorial. Ela tem base genética, fatores sociais, familiares e psicológicos. A interação destes fatores é determinante para &amp;nbsp;desencadear a doença, geralmente percebida em razão de um surto, pois os sintomas da esquizofrenia são, na maior parte das vezes, sutis.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;“Desse primeiro surto até a primeira visita ao psiquiatra há, geralmente, um intervalo de mais&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;de um ano”, relata Jorge Assis, vice-presidente da Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Esquizofrenia (Abre), entidade criada em 2002 com o intuito de informar, combater o estigma, por meio de ações na mídia, lutar contra a falta de medicação, divulgar materiais educativos no site e desenvolver atividades educativas nas comunidades. “O primeiro atendimento psiquiátrico demora para acontecer, pois, na maioria das vezes, a família não aceita a doença e busca vários médicos na esperança de receber um diagnóstico diferente”, explica.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A esquizofrenia é uma doença crônica que ainda não tem cura, mas é tratada com remédios que, segundo Assis, garantem bons resultados e menos efeitos colaterais. “A indústria farmacêutica tem evoluído muito, assim como o conhecimento médico acerca do cérebro.”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Os medicamentos antipsicóticos para tratar a esquizofrenia, surgidos nos anos 1950, evoluíram e estão cada vez mais específicos e seguros no controle dos sintomas da doença, também controlada por atendimentos clínicos frequentes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;No Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo o tratamento é multifatorial, com psicoterapia. Realizado em longo prazo, o tratamento é mantido mesmo fora dos momentos de crise com o intuito de garantir à pessoa com esquizofrenia uma vida estável. O professor Helio Elkis, que é coordenador do Programa de Esquizofrenia do Instituto de Psiquiatria (IPq), do HC, conta que os mais de 500 pacientes atendidos pela entidade são chamados de refratários, pois não respondem aos psicóticos de primeira e segunda geração e, por isso, são tratados com clozapina. “Cerca de 30% das pessoas com esquizofrenia não respondem aos psicóticos de primeira e segunda geração”, diz, ao relatar que a entidade poderia receber novas pessoas refratárias dessa grande parcela de pessoas com esquizofrenia se a rede pública conseguisse absorver os pacientes do HC que hoje apresentam quadro estável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Contudo, alguns medicamentos não estão disponíveis nas unidades básicas de saúde e nem sempre há disponibilidade para a realização de hemogramas, exame frequentemente realizado em pessoas tratadas com clozapina, medicamento que em dosagem errada pode causar deficiência de glóbulos brancos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Para Assis, da Abre, o atendimento em saúde é deficitário de maneira geral em todo o Brasil e na saúde mental não é diferente. “Entre 10 pessoas com esquizofrenia, não é exagero afirmar que um é tratado. E, em caso de crise psicótica, a dificuldade aumenta, pois as internações são difíceis de serem conseguidas.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A boa informação é que as internações, que por muito tempo foram utilizadas de forma incorreta e abusiva, em hospitais psiquiátricos que apresentavam condições desumanas, mudaram em muitos locais. Os próprios Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), que atendem pessoas com &amp;nbsp;transtornos mentais graves, como psicoses e neuroses, incluindo a esquizofrenia, garantem internações bem mais humanizadas. A reforma psiquiátrica, iniciada há cerca de vinte anos e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;formalizada pela Lei no 10.216/01, impulsionou a construção de um modelo mais humanizado de atenção integral na rede pública de saúde, que mudou o foco da hospitalização como centro ou única possibilidade de tratamento aos pacientes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;De acordo com o Ministério da Saúde, que prevê investir 1,8 bilhão de reais na área de saúde mental em 2011, existem hoje 1.650 CAPS, presentes em todos os estados da federação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-3298072425443058910?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/3298072425443058910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/12/visao-distorcida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/3298072425443058910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/3298072425443058910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/12/visao-distorcida.html' title='Visão distorcida'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-g9voiyCgV5Q/Tuc8Sfegl-I/AAAAAAAAAMw/MGUpSmcI9f0/s72-c/11+-+vis%25C3%25A3o+distorcida.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-4577427236302989504</id><published>2011-11-29T05:45:00.000-08:00</published><updated>2011-11-29T05:45:56.498-08:00</updated><title type='text'>Trauma grave</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-t1xDuY6OaDc/TtTgGs_F1PI/AAAAAAAAAMo/DA_DiKrJTYI/s1600/trauma+grave.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://3.bp.blogspot.com/-t1xDuY6OaDc/TtTgGs_F1PI/AAAAAAAAAMo/DA_DiKrJTYI/s320/trauma+grave.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quedas e acidentes de trânsito são as principais&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;causas de lesões na coluna&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Keli Vasconcelos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ff9900; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Quem nunca se empolgou e deu um mergulho de cabeça na piscina? E, na pressa de chegar a um compromisso, se esqueceu de&amp;nbsp;colocar o cinto de segurança? Ou, ainda, subiu no telhado da casa sem proteção alguma? Ações como estas podem custar a coluna vertebral, causando lesões graves como trauma raquimedular (TRM). Segundo dados do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP), 56% dos acidentados acreditavam que a causa do acidente estava na sua falta de atenção e 43% não tinham ideia da gravidade de se machucar a coluna. A pesquisa foi realizada entre 2007 e 2008 com pacientes atendidos na instituição diagnosticados com trauma de coluna.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ff9900; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Outro dado importante é que vítimas de acidentes represen-taram 90% dos atendimentos em urgências e emergências, sendo quedas e acidentes de trânsito as principais causas. Os resultados foram obtidos pelo Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA), do Ministério da Saúde, no levantamento feito em 74 serviços de saúde de 23 capitais e Distrito Federal, entre setembro e novembro de 2009. O estudo VIVA apontou ainda que, entre os homens, quedas (31,8%) e transporte (29,6%) foram as duas principais causas de acidentes. Além disso, entre as pessoas que buscaram atendimento, 22,9% do total de vítimas são jovens de 20 a 29 anos. Os estudos revelam ainda que o TRM atinge mais pacientes do sexo masculino na faixa entre 20 e 40 anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ff9900; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Mergulho em águas rasas, direção negligente, armas de fogo, realização de obras sem os devidos cuidados e sem os chamados equipamentos de proteção pessoal (EPIs), que abrangem os acidentes de trabalho, são algumas das situações que resultam em lesões graves – e, por muitas vezes, irreversíveis – na coluna. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ff9900; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Adriana Rosa Cristante, fisiatra da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente), explica que a coluna vertebral é constituída pela parte óssea (vértebras), ligamentos entre as vértebras, discos intervertebrais e no canal raquiano (formado pelas vértebras), a medula espinhal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ff9900; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“Com o trauma, pode ocorrer fratura da coluna sem lesar a medula espinhal ou fratura da coluna associada à lesão da medula espinhal, que constitui o trauma raquimedular propriamente dito, no qual a pessoa já nota déficit de força e sensibilidade abaixo do nível da lesão”, conta. Nesse momento, completa a profissional, a medula já sofre a lesão pelo próprio trauma em si (chamada de lesão primária) e imediatamente segue-se uma série de reações inflamatórias que vão gerar um quadro de edema, inicialmente na medula, que aumenta sua área (lesão medular secundária).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ff9900; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O TRM compreende as lesões na extensão da coluna vertebral, que abrangem partes vasculares e ósseas, a própria medula e ligamentos, entre outras regiões, comenta Fabiano Nunes Faria, ortopedista do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;Esse problema pode desencadear uma interrupção fisiológica e temporária da função medular, conhecida pelos médicos como choque medular, em que, clinicamente, o paciente apresenta quadro de anestesia e paralisia abaixo do nível da lesão. Na fase inicial, que dura dias ou até semanas, não é possível obter um prognóstico completo sobre a região lesionada. “Após o término (do choque medular), podemos caracterizar se houve lesão definitiva, classificada em completa ou incompleta, conforme a presença ou ausência de função sensitiva e motora”, pontua o ortopedista do Hospital Beneficência Portuguesa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ff9900; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;De acordo com os especialistas, a avaliação da extensão da lesão medular é feita por meio de aspectos de força, sensibilidade e reflexos, segundo o protocolo internacional da American Spinal Injury Association (ASIA), classificando nível e grau de lesão. “Considerando que a lesão pode ocorrer em qualquer nível da coluna e ser de natureza completa ou incompleta”, acrescenta Adriana Cristante da AACD, “existe uma variabilidade &amp;nbsp;grande de apresentações clínicas entre as vítimas de TRM, como tetraplégicos completos e incompletos, paraplégicos completos e incompletos. Portanto, em alguns casos, pode haver recuperação dos déficits, mas em outros pode não haver quaisquer recuperações.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ff9900; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A terapia para reabilitação e plus na qualidade de vida dos pacientes lesionados engloba uma equipe multidisciplinar e não apenas o papel de fisioterapia. Ortopedista, neurocirurgião, fisiatra, fisiologista, terapeuta ocupacional, enfermeiro e psicólogo, entre outros, estão no time de médicos que vão auxiliá-los.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ff9900; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Vale lembrar que esse problema não é apenas motor e que outras sequelas são referidas, como em relação ao controle na bexiga e intestino, por exemplo. A readaptação é um processo constante que garante o ganho de independência nas atividades que são consideradas corriqueiras para muitos. Porém, são novos desafios para os afetados pelo TRM.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-4577427236302989504?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/4577427236302989504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/11/trauma-grave.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/4577427236302989504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/4577427236302989504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/11/trauma-grave.html' title='Trauma grave'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-t1xDuY6OaDc/TtTgGs_F1PI/AAAAAAAAAMo/DA_DiKrJTYI/s72-c/trauma+grave.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-681720294877452313</id><published>2011-11-17T03:19:00.000-08:00</published><updated>2011-11-17T03:19:55.126-08:00</updated><title type='text'>A voz do bebê</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-RT-u-41Jbsc/TsTtG4BVcFI/AAAAAAAAAL4/Kf0gbR61CYc/s1600/bebe.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="230" src="http://4.bp.blogspot.com/-RT-u-41Jbsc/TsTtG4BVcFI/AAAAAAAAAL4/Kf0gbR61CYc/s320/bebe.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Quando chora, o bebê expressa suas&amp;nbsp;necessidades básicas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;O momento em que o casal mais espera ouvir o choro do bebê é na hora do parto, pois a ideia recorrente é que, quanto mais o bebê chora, mais saudável&amp;nbsp;é. Mas depois, em casa, isso vira motivo de aflição, principalmente no caso do primeiro filho, quando o casal demora a se acostumar e a interpretar o&amp;nbsp;significado dos sons. A conclusão é da enfermeira obstetriz Simone Rocco, esclarecendo que o normal nos primeiros dias é que o bebê só chore quando tem&amp;nbsp;alguma necessidade. “Ele dorme muito e, quando acorda, começa a resmungar porque esta é a maneira de mostrar que precisa ser alimentado ou trocado.&amp;nbsp;Geralmente o bebê chora até completar um ano, quando então começa a se expressar e entender os sinais externos”, resume a profissional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;O bebê chora ao nascer para desobstruir as vias aéreas e colocar em ação um novo padrão respiratório. A laringe precisa pôr em prática imediatamente&amp;nbsp;a sua eficiência orgânica, além de servir como o órgão das emoções, pelo qual o bebê vai manifestar diferentes sentimentos. Nos primeiros meses de vida o&amp;nbsp;bebê depende de suas modulações vocais, um meio de comunicação muito importante e eficaz para manifestar o que está sentindo e mostrar suas necessidades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;A voz do recém-nascido é caracterizada por uma tonalidade vocal descrita como delgada, pela pouca capacidade de ressonância. Nessa fase, o bebê&amp;nbsp;apresenta quatro sinais vocais característicos. O primeiro é o sinal de nascimento, com média de um segundo de duração, descrito como um som surdo, tenso ou&amp;nbsp;estridente, que serve para a expulsão do líquido amniótico. O segundo é o sinal de dor, de mais longa duração, que também é estridente e apresenta queda de&amp;nbsp;frequência na sustentação. Em seguida, vem o sinal de fome, que aparece com pequenas unidades vocais, com frequência variável, e passa de grave para agudo&amp;nbsp;rapidamente. Mas existe também o sinal do prazer e sua principal característica é o que os fonoaudiólogos classificam de “hipernasalidade”, com total&amp;nbsp;sonoridade glótica, e é resultado apenas da vibração das pregas vocais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Identificando cada som&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Mas antes de a criança aprender a se comunicar, como é possível identificar o choro do bebê, entender seus significados, saber se está com fome, dor&amp;nbsp;ou sono? Segundo a maioria dos especialistas e dos pais experientes, o importante é saber que o bebê pode chorar mesmo com todas as suas necessidades&amp;nbsp;satisfeitas, principalmente entre 3 e 12 semanas. O pediatra americano Berry Brazelton inclui, ainda, a possibilidade de o choro ser também um “desabafo” do&amp;nbsp;sistema nervoso imaturo contra a sobrecarga de estímulos que o bebê recebe ao longo do dia. Por isso, apesar da angústia e ansiedade que o choro provoca nos&amp;nbsp;pais ou responsáveis pelo cuidado do bebê, é preciso manter a calma para identificar o motivo e não piorar tudo com estresse desnecessário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;A alternativa mais comum para identificar a causa do choro é a eliminatória, ou seja, a mãe vai verificando cada item para conseguir saber qual a&amp;nbsp;causa do incômodo. Mas hoje já existe um método que ensina a desvendar a linguagem do choro dos bebês, diferenciando os sons que eles emitem em cada&amp;nbsp;situação. Quem decodificou essa linguagem foi a australiana Priscilla Dunstan que, por meio da observação do seu próprio bebê, começou a perceber que&amp;nbsp;existiam cinco padrões de choro que se repetiam sempre nas mesmas situações. Posteriormente, ela analisou mais de 1.000 bebês e chegou à conclusão de que,&amp;nbsp;independentemente da raça e da cultura, os cinco sinais são semelhantes em todos os bebês até completarem três meses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Segundo Rafaela Rosa, fisioterapeuta especialista em saúde da mulher, os choros identificados por Priscilla Dunstan são baseados nos reflexos do&amp;nbsp;bebê. “Quando o bebê chora porque está com fome, o som que emite é ‘Neh’, semelhante ao provocado pelo esforço que faz ao sugar. O segundo choro classificado&amp;nbsp;tem o som de ‘Owh’, com o qual o bebê diz ‘estou cansado’ e é baseado no reflexo de bocejar, manifestado também pelo formato da boca, que&amp;nbsp;fica ovalar”, explica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Outros choros classificados pelo método indicam desconforto, traduzido pelo som de “He” ou um R puxado e contínuo e o choro do arroto, ou dos gases,&amp;nbsp;quando o bebê contrai o tórax e o abdômen para soltar o ar e emite um som semelhante a “Eairh”, curto e interrompido. O quinto som é provocado pelo sintoma&amp;nbsp;mais comum nos bebês nas primeiras semanas, a cólica. “Esse é também o choro mais sofrido, mais gritado, nervoso e agudo, com&amp;nbsp;um R acentuado no final, ou algo como ‘Her, Her, Her’”, ensina Rafaela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Para ajudar casais “grávidos” ou pais de recém-nascidos, a terapeuta oferece um curso rápido e disponibiliza o DVD desenvolvido para ajudar no&amp;nbsp;treinamento de identificação dos tipos de choro e aprender a lidar com cada um deles. O curso, pelo qual já passaram mais de 50 casais em apenas um ano, tem duração de aproximadamente quatro horas e poder ser feito individualmente ou em grupo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;“O método se aplica até o terceiro mês, pois o choro do recém-nascido é baseado em reflexos que se perdem com o crescimento e a maturidade do bebê”,&amp;nbsp;explica Rafaela. “Se for bem utilizado e os pais responderem aos tipos de choro, no entanto, o bebê sente segurança e, aí sim, pode repeti-los de maneira&amp;nbsp;consciente, como forma de se comunicar.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Dicas para entender a linguagem dos bebês&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;• Durante a fase pré-choro, o som que o bebê faz é mais facilmente identificável, ou seja, antes de o choro ficar histérico. Por isso, procure identificar o&amp;nbsp;que o bebê quer e aja de acordo, antes que ele fique desesperado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;• Se ouvir mais do que um tipo de choro, procure identificar qual é o mais dominante e aja de acordo com este som.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;• Se não conseguir entender o choro do bebê, tente mudá-lo de posição, eleve-o e coloque-o no colo, pois a mudança vai trazer mais conforto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;• Tente identificar a sutileza entre um som e outro, pois será a grande diferença na hora de entender o que incomoda o seu bebê.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-681720294877452313?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/681720294877452313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/11/voz-do-bebe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/681720294877452313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/681720294877452313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/11/voz-do-bebe.html' title='A voz do bebê'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-RT-u-41Jbsc/TsTtG4BVcFI/AAAAAAAAAL4/Kf0gbR61CYc/s72-c/bebe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-6048128482246060772</id><published>2011-09-12T09:11:00.000-07:00</published><updated>2011-09-12T09:13:09.024-07:00</updated><title type='text'>Entrevista: QUEBRANDO MITOS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-3u7HchUqQjE/Tm4fXuuW-cI/AAAAAAAAAJE/xC3on14CnYs/s1600/imagem.+ATISMO+2+.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-3u7HchUqQjE/Tm4fXuuW-cI/AAAAAAAAAJE/xC3on14CnYs/s1600/imagem.+ATISMO+2+.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b style="text-decoration: underline;"&gt;Alysson Muotri&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Só quem descobre cedo que “a&amp;nbsp;vida agarra-se ao difícil” poderia&amp;nbsp;escolher o desafio de estudar a&amp;nbsp;mais grave síndrome do espectro&amp;nbsp;autista e alcançar, em apenas três&amp;nbsp;anos, resultados revolucionários.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Estamos falando do professor&amp;nbsp;da Universidade da Califórnia&amp;nbsp;Alysson Muotri, biólogo molecular&amp;nbsp;formado pela Universidade&amp;nbsp;Estadual de Campinas (Unicamp),&amp;nbsp;com doutorado em Genética&amp;nbsp;pela Universidade de São Paulo&amp;nbsp;(USP) e pós-doutorado em&amp;nbsp;Neurociência e Células-Tronco&amp;nbsp;no Instituto Salk de Pesquisas&amp;nbsp;Biológicas, nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Esse jovem cientista brasileiro&amp;nbsp;ganhou notoriedade mundial, em&amp;nbsp;novembro de 2010, ao publicar&amp;nbsp;seu trabalho na Cell, renomada&amp;nbsp;revista científica internacional,&amp;nbsp;em que divulgou três feitos&amp;nbsp;inéditos.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Primeiro, Muotri e sua&amp;nbsp;equipe de pesquisadores criaram&amp;nbsp;neurônios autistas em laboratório. Extraíram células da pele de&amp;nbsp;pacientes e induziram-nas a se&amp;nbsp;transformar em células-tronco&amp;nbsp;embrionárias pluripotentes (as&amp;nbsp;chamadas iPSC – induced Pluripotent&amp;nbsp;Stem Cells, capazes de&amp;nbsp;originar vários tipos de tecidos).&amp;nbsp;Em seguida, demonstraram que&amp;nbsp;os neurônios autistas diferem dos&amp;nbsp;normais desde o início do desenvolvimento,&amp;nbsp;derrubando assim&amp;nbsp;um mito sobre as causas do distúrbio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;“Mostramos que os defeitos&amp;nbsp;eram, de fato, genéticos e não&amp;nbsp;frutos de algum fator ambiental”,&amp;nbsp;o pesquisador declara. Por fim, o&amp;nbsp;grupo chegou ao alvo principal:&amp;nbsp;conseguiram reverter o estado&amp;nbsp;deficiente do neurônio autista&amp;nbsp;em neurônio normal. Assim,&amp;nbsp;abriram a perspectiva de cura&amp;nbsp;para um dos mais estigmatizados&amp;nbsp;transtornos humanos. Atingir tão&amp;nbsp;significativa descoberta aos 36&amp;nbsp;anos de idade tem seus segredos.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;A fórmula mistura paixão pela&amp;nbsp;ciência com dedicação obcecada&amp;nbsp;ao trabalho. E como ninguém é&amp;nbsp;de ferro, Muotri busca descanso&amp;nbsp;e inspiração na prática da ioga e&amp;nbsp;nas ondas do surfe. Leia, a seguir,&amp;nbsp;a entrevista exclusiva que ele&amp;nbsp;concedeu a esta revista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Entrevista&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Em novembro do ano passado,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;o senhor publicou um estudo que&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;abriu perspectivas de tratamento do&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;autismo. Como se desenvolveu essa&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;pesquisa?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;O objetivo foi o de desenvolver&amp;nbsp;um modelo para estudo de doenças&amp;nbsp;mentais humanas. Aproveitamos a&amp;nbsp;tecnologia de reprogramação genética&amp;nbsp;(desenvolvida pelo pesquisador&amp;nbsp;Shinya Yamanaka), aplicando-a&amp;nbsp;numa síndrome do espectro autista.&amp;nbsp;Reprogramamos células da pele de&amp;nbsp;pacientes com Síndrome de Rett e&amp;nbsp;de crianças não afetadas pela doença,&amp;nbsp;transformando-as em células&amp;nbsp;pluripotentes. A partir daí, diferenciamos&amp;nbsp;essas células em neurônios e&amp;nbsp;comparamos o grupo de pacientes&amp;nbsp;com o controle. Observamos diferenças&amp;nbsp;bem específicas entre os&amp;nbsp;grupos. Neurônios derivados de&amp;nbsp;crianças com o espectro autista&amp;nbsp;apresentaram soma menor e reduzida&amp;nbsp;densidade de espinhos, além da&amp;nbsp;dramática diminuição na capacidade&amp;nbsp;de formar sinapses excitatórias. Isso&amp;nbsp;foi confirmado com experimentos&amp;nbsp;desenhados para testar a conectividade&amp;nbsp;entre os neurônios, revelando&amp;nbsp;que as redes neuronais do autista&amp;nbsp;estavam realmente se comportando&amp;nbsp;de forma deficiente. Após essa constatação,&amp;nbsp;testamos algumas drogas e&amp;nbsp;conseguimos reverter esse “estado”&amp;nbsp;deficiente do neurônio de volta ao&amp;nbsp;normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quanto tempo passou do início de&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;sua pesquisa até alcançar a reversão&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;do neurônio autista?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Do conceito até a publicação&amp;nbsp;final, levamos três anos. Tínhamos&amp;nbsp;alcançado os resultados de reversão&amp;nbsp;já no segundo ano. Mas até que isso&amp;nbsp;fosse aceito pelos rigorosos padrões&amp;nbsp;de publicação internacional passou&amp;nbsp;mais um ano. Foram feitos diversos&amp;nbsp;outros testes com outros controles&amp;nbsp;para confirmar o resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quais consequências a reversão&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;de um neurônio autista em neurônio&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;normal poderá produzir? Essa descoberta&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;significa um caminho para&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;a cura da doença?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Doenças psiquiátricas ou que&amp;nbsp;possuem um componente de interação&amp;nbsp;social afetado são doenças&amp;nbsp;tipicamente humanas, ou seja, não&amp;nbsp;existem modelos ideais para estudar&amp;nbsp;autismo ou esquizofrenia, por&amp;nbsp;exemplo. Sem modelos, não dá para&amp;nbsp;entender como o transtorno surge&amp;nbsp;ou mesmo desenhar estratégias de&amp;nbsp;cura ou tratamento. Os resultados do&amp;nbsp;estudo são revolucionários porque&amp;nbsp;mostram que é possível encontrar&amp;nbsp;padrões em neurônios derivados de&amp;nbsp;pessoas com doenças mentais. Talvez&amp;nbsp;o mais importante seja o fato de&amp;nbsp;nossos dados sugerirem fortemente&amp;nbsp;que a doença não é permanente, mas&amp;nbsp;pode ser reversível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Na hipótese de se desenvolver um&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;medicamento, dá para prever como&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;se comportaria uma pessoa autista?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;A capacidade de comunicação&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;e aprendizagem se restauraria de&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;imediato? E as habilidades já desenvolvidas&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;pelos autistas se perderiam?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;A reversão dos problemas sinápticos&amp;nbsp;obtida em cultura por meio&amp;nbsp;de drogas abriu as portas para uma&amp;nbsp;perspectiva impensável: podemos&amp;nbsp;curar o autismo. Na hipótese de&amp;nbsp;termos um medicamento em mãos&amp;nbsp;que funcione, é difícil prever os&amp;nbsp;resultados. Vejo dois cenários: os&amp;nbsp;defeitos serão corrigidos, preservando&amp;nbsp;memórias e habilidades. Por&amp;nbsp;outro lado, pode ser que a correção&amp;nbsp;apague o que o cérebro já aprendeu&amp;nbsp;e se reorganize novamente, seria&amp;nbsp;como um renascimento. Não sei o&amp;nbsp;que esperar realmente, é possível que&amp;nbsp;diferentes medicamentos atuem em&amp;nbsp;regiões diferentes do cérebro, com&amp;nbsp;resultados distintos. Tudo isso nos&amp;nbsp;aguarda num futuro próximo. Sou&amp;nbsp;otimista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Estudar os neurônios autistas&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;desenvolvidos em laboratório a partir&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;de células-tronco é igual a observar&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;os neurônios funcionando dentro do&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;cérebro de um autista?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Não sei, nunca tivemos a oportunidade&amp;nbsp;de observar neurônios humanos&amp;nbsp;nesse nível de detalhe antes.&amp;nbsp;Não seria ético fazer isso in vivo. Por&amp;nbsp;outro lado, testes com neurônios de&amp;nbsp;camundongos derivados de célulastronco&amp;nbsp;foram comparados com neurônios&amp;nbsp;de camundongos in vivo e a&amp;nbsp;conclusão é que se comportam como&amp;nbsp;se fossem neurônios fetais. Não vejo&amp;nbsp;razão para pensar que em humanos&amp;nbsp;seria diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Por que escolheu pesquisar a Síndrome&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;de Rett? Na continuidade da&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;pesquisa, o senhor pretende estudar&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;as outras formas mais comuns de&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;autismo?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;A Síndrome de Rett está no extremo&amp;nbsp;mais grave do espectro autista.&amp;nbsp;Os neurônios são afetados de forma&amp;nbsp;mais rigorosa, funcionando como o&amp;nbsp;protótipo ideal e facilitando reconhecer&amp;nbsp;os defeitos celulares. Além&amp;nbsp;disso, a maioria dos pacientes Rett&amp;nbsp;possui mutações conhecidas. Isso foi&amp;nbsp;essencial para mostrarmos que os&amp;nbsp;defeitos eram, de fato, genéticos e&amp;nbsp;não frutos de algum fator ambiental.&amp;nbsp;Atualmente estamos trabalhando&amp;nbsp;com outros pacientes do espectro&amp;nbsp;autista, buscando confirmar se existe&amp;nbsp;uma sobreposição de defeitos que&amp;nbsp;indiquem vias moleculares comuns.&amp;nbsp;Se for verdade, a mesma droga pode&amp;nbsp;funcionar para diversos pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A técnica utilizada em sua pesquisa&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;poderá ser aplicada no estudo&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;sobre depressão e bipolaridade,&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;doenças cada vez mais prevalentes&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;na atualidade?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Com certeza. Já fomos contatados&amp;nbsp;por diversos grupos estudando&amp;nbsp;outras doenças psiquiátricas como&amp;nbsp;esquizofrenia, depressão e bipolaridade.&amp;nbsp;Estamos auxiliando esses&amp;nbsp;grupos a estabelecer esses modelos.&amp;nbsp;Acredito que, em breve, estudos&amp;nbsp;semelhantes vão ser publicados para&amp;nbsp;essas doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;De que forma a pesquisa com células-&lt;/b&gt;&lt;b&gt;tronco poderá contribuir para&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;o desenvolvimento de medicamentos,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;ferramentas de diagnóstico e&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;terapias para as diferentes doenças?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Quando se fala em células-tronco,&amp;nbsp;a grande maioria pensa em transplante.&amp;nbsp;Na verdade, para mim, o&amp;nbsp;transplante celular vai ser a última&amp;nbsp;das aplicações das células-tronco. A&amp;nbsp;primeira vai ser oral – uma pílula!&amp;nbsp;Isso porque a tecnologia de triagem&amp;nbsp;de drogas é algo que a academia e&amp;nbsp;as biotechs sabem fazer. Já temos&amp;nbsp;know-how para isso. Mostramos que&amp;nbsp;as iPSC (células-tronco embrionárias&amp;nbsp;induzidas) de autistas são um ótimo&amp;nbsp;modelo. Foi a prova de princípio.&amp;nbsp;Agora existem alguns passos que&amp;nbsp;precisam ser otimizados para que&amp;nbsp;isso seja feito em larga escala. O uso&amp;nbsp;de iPSC para diagnóstico vai também&amp;nbsp;ser implementado num futuro não&amp;nbsp;muito longe. A associação dessa&amp;nbsp;tecnologia de fenótipos celulares&amp;nbsp;com o genoma é o futuro para uma&amp;nbsp;medicina personalizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Em um dos artigos publicados no&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;seu blog, o senhor sugeriu que os&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;países deveriam formar e financiar&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;os seus pesquisadores nos grandes&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;centros internacionais. Qual seria a&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;vantagem para o Brasil incentivar a&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;chamada “fuga de cérebros”?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Parece uma lógica não intuitiva,&amp;nbsp;mas a colocação de profissionais&amp;nbsp;brasileiros em centros de pesquisa&amp;nbsp;com destaque mundial é essencial&amp;nbsp;para que estes funcionem como&amp;nbsp;“olheiros” de tecnologia. Isto também&amp;nbsp;pode facilitar a transferência da&amp;nbsp;tecnologia, auxiliando nas colaborações&amp;nbsp;e conselhos especializados. Essa&amp;nbsp;prática acontece com quase todos&amp;nbsp;os países em desenvolvimento. Em&amp;nbsp;geral, esses países identificam seus&amp;nbsp;“cérebros” e oferecem uma posição&amp;nbsp;de diplomata científico, permitindo&amp;nbsp;que o indivíduo até tenha dois&amp;nbsp;laboratórios. Nunca vi esse tipo de&amp;nbsp;iniciativa no Brasil. Veja bem, não&amp;nbsp;estou falando de centros medíocres&amp;nbsp;no exterior, nem de profissionais&amp;nbsp;medíocres. Isso só vai funcionar&amp;nbsp;com os melhores, a nata da ciência&amp;nbsp;nacional. Ainda outro dia durante&amp;nbsp;uma conferência internacional, vi&amp;nbsp;uma megaempresa de biotecnologia&amp;nbsp;anunciar uma parceria com a Índia.&amp;nbsp;Indaguei o porquê da Índia e não o&amp;nbsp;Brasil, por exemplo. O CEO rebateu&amp;nbsp;na hora: “Você é o único brasileiro&amp;nbsp;que eu conheço fazendo ciência de&amp;nbsp;ponta. Nunca tive interação com&amp;nbsp;brasileiros antes, mas converso com&amp;nbsp;indianos todos os dias”. Essa realidade&amp;nbsp;tem que mudar, precisamos de&amp;nbsp;mais cérebros fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Como o senhor avalia o atual estágio&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;da pesquisa científica no Brasil?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Estamos de cinco a dez anos atrás&amp;nbsp;do Japão e EUA. Um pouco menos,&amp;nbsp;se compararmos a alguns países europeus.&amp;nbsp;Acho que o maior problema&amp;nbsp;é a falta de interação internacional.&amp;nbsp;Nosso provincianismo científico&amp;nbsp;afeta muito a qualidade e o impacto&amp;nbsp;dos trabalhos no Brasil. Outro problema&amp;nbsp;que eu vejo é a estabilidade&amp;nbsp;do pesquisador nas universidades&amp;nbsp;brasileiras. Esse cargo já foi listado&amp;nbsp;como um dos melhores do mundo!&amp;nbsp;Como isso é possível? Aqui nos EUA&amp;nbsp;a história é completamente diferente,&amp;nbsp;não existe essa estabilidade&amp;nbsp;garantida. O pesquisador é avaliado&amp;nbsp;a todo momento. Tem que estar no&amp;nbsp;topo sempre. Não sei se é realmente&amp;nbsp;a melhor opção. Acho que algo no&amp;nbsp;meio-termo seria o ideal. Por fim,&amp;nbsp;aponto a falta de autonomia dentro&amp;nbsp;das universidades. Os departamentos&amp;nbsp;não podem simplesmente contratar&amp;nbsp;quem quer, tem que passar por um&amp;nbsp;ultrapassado concurso público que&amp;nbsp;nem sempre premia o melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O ministro de Ciência e Tecnologia,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Aloizio Mercadante, propôs&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;que bancos financiadores sejam&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;sócios no produto final da inovação&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;dentro das empresas. Assim,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;compartilham o risco, mas, se&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;der certo, também compartilham&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;os ganhos. Como o senhor avalia&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;essa ideia?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;A ideia é boa. É o que acontece&amp;nbsp;nos EUA, por exemplo. Não tem&amp;nbsp;nada de novidade. Temos mesmo&amp;nbsp;é que mudar a cultura de investimento&amp;nbsp;e de capital de risco. Se o&amp;nbsp;governo puder ajudar nessa integração, legal! Se não atrapalhar, já&amp;nbsp;ajuda também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quando e por que escolheu seguir&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;a carreira de pesquisador?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;“A vida agarra-se ao difícil.” Esta&amp;nbsp;frase do Rilke (Cartas a um jovem&amp;nbsp;poeta) mudou a minha forma de&amp;nbsp;ver as coisas. Concluí que a vida&amp;nbsp;só valeria a pena se fosse vivida&amp;nbsp;ao máximo. Para isso, queria um&amp;nbsp;desafio enorme. Pensei, então, qual&amp;nbsp;seria a profissão mais difícil do&amp;nbsp;mundo? Concluí que era pesquisador,&amp;nbsp;ajudar milhares de pessoas só&amp;nbsp;com sua criatividade e capacidade&amp;nbsp;de execução. Ainda penso assim.&amp;nbsp;Joguei-me de cabeça, apaixonado.&amp;nbsp;Hoje sou um obcecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Entre tantos campos de pesquisa,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;por que escolheu a neurociência? E&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;como chegou até o Instituto Salk?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Difícil explicar com clareza. Acho&amp;nbsp;que sempre vi o cérebro como o&amp;nbsp;portal para se entender diversas&amp;nbsp;coisas. Assim, entendendo o cérebro,&amp;nbsp;estaria mais perto de entender&amp;nbsp;a humanidade e a mim mesmo.&amp;nbsp;Depois do meu doutoramento em&amp;nbsp;genética pela USP, fui até aos EUA&amp;nbsp;em busca de emprego. Visitei diversos&amp;nbsp;laboratórios e apresentei minhas&amp;nbsp;propostas e ideias. Fui convidado&amp;nbsp;a voltar e trabalhar em todos que&lt;br /&gt;visitei. Mas me apaixonei pela pesquisa&amp;nbsp;que acontecia em San Diego,&amp;nbsp;particularmente no Instituto Salk. O&lt;br /&gt;estilo de vida do sul da Califórnia,&amp;nbsp;unindo surfe, ioga e vinhedos, me&amp;nbsp;atraiu muito. Além disso, o jeito irreverente&amp;nbsp;e descontraído de se fazer&amp;nbsp;ciência em San Diego é imbatível.&amp;nbsp;Tinha que voltar. Voltei e decidi&amp;nbsp;ficar&lt;br /&gt;para montar o meu próprio&amp;nbsp;laboratório. Hoje faço parte de um&amp;nbsp;consórcio de institutos focados&amp;nbsp;em células-tronco e neurociência.&amp;nbsp;É o melhor lugar no mundo para&amp;nbsp;fazer isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Por: Sueli Zola&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fonte: + SAÚDE Magazine | Ano2 - N° 6 | Abril, Maio, Junho 2011&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-6048128482246060772?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/6048128482246060772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/09/entrevista-quebrando-mitos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/6048128482246060772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/6048128482246060772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/09/entrevista-quebrando-mitos.html' title='Entrevista: QUEBRANDO MITOS'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-3u7HchUqQjE/Tm4fXuuW-cI/AAAAAAAAAJE/xC3on14CnYs/s72-c/imagem.+ATISMO+2+.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-9086284913179594204</id><published>2011-09-01T08:02:00.000-07:00</published><updated>2011-09-01T08:02:13.169-07:00</updated><title type='text'>Autismo: Um jeito diferente se ser</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-D4KGShj88lQ/Tl-bDKfc34I/AAAAAAAAAJA/-aqdH3yq_1o/s1600/imagem.+autismo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-D4KGShj88lQ/Tl-bDKfc34I/AAAAAAAAAJA/-aqdH3yq_1o/s1600/imagem.+autismo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Isolamento social e dificuldade na comunicação são&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;inabilidades do autismo&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Fruto de uma gravidez desejada,Pedro foi um bebê precoce. Comapenas cinco meses de vida já engatinhava&amp;nbsp;e, aos nove meses, começoua andar. Apenas um detalhe no seu&amp;nbsp;comportamento chamou a atenção&amp;nbsp;de sua família: ele não desenvolvia a&amp;nbsp;linguagem. “As outras crianças falavam&amp;nbsp;palavras e até frases e meu filho apenas&amp;nbsp;balbuciava”, diz Rosane Barreto, mãe&amp;nbsp;de Pedro, que hoje está com cinco anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;A ausência da fala contrastava com&amp;nbsp;a impressionante capacidade motora do&amp;nbsp;menino. Preocupados, os pais levaram&amp;nbsp;a queixa ao pediatra. Na falta de uma&amp;nbsp;resposta convincente, procuraram um&amp;nbsp;fonoaudiólogo e continuaram sem&amp;nbsp;explicação. A hipótese diagnóstica só&amp;nbsp;surgiu quando, aos dois anos, Pedro&amp;nbsp;passou a apresentar condutas incomuns,&amp;nbsp;como brincar sempre sozinho e&amp;nbsp;andar nas pontas dos pés. As atitudes&amp;nbsp;indicavam autismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Ao contrário do que muitos pensam,&amp;nbsp;o autismo não é doença. “Trata-se de&amp;nbsp;um transtorno caracterizado pela forma&amp;nbsp;comportamental diferente da criança&amp;nbsp;se relacionar com as outras pessoas”,&amp;nbsp;afirma Vicente José Assencio Ferreira,&amp;nbsp;neuropediatra, doutor em medicina pela&amp;nbsp;Universidade de São Paulo e diretor&amp;nbsp;clínico do CEMTE – Centro Educacional&amp;nbsp;Municipal Terapêutico Especializado da&amp;nbsp;cidade de Taubaté.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Presentes desde o nascimento, os&amp;nbsp;traços autistas são mais bem observados&amp;nbsp;após um ano de idade e antes do&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;três anos. “No primeiro ano de vida, os&amp;nbsp;sinais são pouco evidenciáveis. O bebê&amp;nbsp;não chora ao ser deixado no berço, não&amp;nbsp;olha para a mãe ao ser amamentado,&amp;nbsp;não apresenta o sorriso social e nem demonstra&amp;nbsp;angústia diante de estranhos”,&amp;nbsp;esclarece Assencio Ferreira.&amp;nbsp;Mesmo quando os indícios deixam&amp;nbsp;de ser tão sutis, não é fácil fechar&amp;nbsp;o diagnóstico. “A criança apresenta&amp;nbsp;inabilidades para se comunicar e não&amp;nbsp;interage. A família traz as queixas, mas&amp;nbsp;a grande maioria passa despercebida&amp;nbsp;até para os pediatras”, afirma Tânia&amp;nbsp;Sbervelieri Ojeda, fonoaudióloga que&amp;nbsp;está se especializando em distúrbios da&amp;nbsp;aprendizagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;O caso de Pedro Barreto é um exemplo&amp;nbsp;claro disso. Até ter certeza de qual&amp;nbsp;transtorno afetava a criança, a família&amp;nbsp;percorreu diferentes médicos. “Foram&amp;nbsp;rios de dinheiro em consultas particularese exames. Só soubemos, de fato, que&amp;nbsp;meu filho era portador de autismo após&amp;nbsp;ser examinado, em conjunto, por médico&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;psiquiatra, psicólogo, fonoaudiólogo&amp;nbsp;e terapeuta ocupacional”, conta Rosane.&amp;nbsp;“O diagnóstico deve ser feito por equipe&amp;nbsp;multidisciplinar”, confirma Tânia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;O desafio da inclusão&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Um dos aspectos que dificultam a&amp;nbsp;identificação do autismo é a diversidade&amp;nbsp;nas formas de apresentação do transtorno.&amp;nbsp;Há desde quadro leve, em que&amp;nbsp;a pessoa acometida tem inteligência&amp;nbsp;normal, trabalha, namora, casa, até casos&amp;nbsp;extremos de completa dependência&amp;nbsp;física e mental.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Segundo o neuropediatra Assencio&amp;nbsp;Ferreira, ao se supor a hipótese&amp;nbsp;diagnóstica, o importante é observar a&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;presença da tríade: preferência por isolamento&amp;nbsp;social, déficit na comunicação&amp;nbsp;interpessoal e inabilidade para jogos em&amp;nbsp;geral. As três condições são prevalentes&amp;nbsp;em todo o espectro autista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Para tratar essas inabilidades, é&amp;nbsp;necessária uma abordagem terapêutica&amp;nbsp;multidisciplinar, que inclui a intervenção&amp;nbsp;de especialistas em fonoaudiologia,&amp;nbsp;terapia ocupacional, psicologia, pedagogia&amp;nbsp;e psicopedagogia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Buscamos fazer a inclusão social&amp;nbsp;da criança autista, propondo o convívio&amp;nbsp;e o aprendizado nas escolas comuns.&amp;nbsp;Mas a tarefa não é simples. Existem&amp;nbsp;ainda muitos tabus a serem superados”,&amp;nbsp;comenta Tânia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Numa megalópole tão repleta de&amp;nbsp;alternativas como São Paulo, a fonoaudióloga&amp;nbsp;nem sempre consegue localizar&amp;nbsp;escolas inclusivas, que aceitem e&amp;nbsp;saibam lidar com o autista. Se na maior&amp;nbsp;capital do país há obstáculos, dá para&amp;nbsp;imaginar a situação em outras cidades&amp;nbsp;do Brasil.&amp;nbsp;“Quando morei em Fortaleza, Pedro&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;frequentou uma escola com corpo docente&amp;nbsp;especializado. Era maravilhoso.&amp;nbsp;Mas, após mudarmos para Brasília,&amp;nbsp;passamos a enfrentar barreiras. As instituições&amp;nbsp;educacionais são obrigadas,&amp;nbsp;por lei, a fazer a inclusão, mas não têm&amp;nbsp;experiência e nem capacidade para fazer&amp;nbsp;um trabalho eficaz com as crianças”,&amp;nbsp;enfatiza Rosane.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Descrito pela primeira vez em 1943,&amp;nbsp;pelo médico austríaco Leo Kanner, o&amp;nbsp;autismo tem sido objeto de muitos estudos.&amp;nbsp;Até os anos 1970, acreditava-se&amp;nbsp;que o transtorno decorria de atitudes&amp;nbsp;inadequadas dos pais, que levavam a&amp;nbsp;criança a se isolar. “Quanto sofrimento&amp;nbsp;e culpa infringimos aos pais (principalmente&amp;nbsp;às mães) ao julgar que o autismo&amp;nbsp;era adquirido num ambiente familiar&amp;nbsp;ausente de carinhos verdadeiros”, salienta&amp;nbsp;Assencio Ferreira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Hoje os conceitos mudaram. Já se&amp;nbsp;sabe que as características autistas são&amp;nbsp;inatas, como bem comprovou o estudo&amp;nbsp;de Alysson Muotri, que iremos postar na próxima matéria, da semana que vem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: +SAÚDE Magazine &amp;nbsp;| &amp;nbsp;Ano 2 - N° 6 &amp;nbsp;| &amp;nbsp;Abril, Maio, Junho 2011&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-9086284913179594204?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/9086284913179594204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/09/autismo-um-jeito-diferente-se-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/9086284913179594204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/9086284913179594204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/09/autismo-um-jeito-diferente-se-ser.html' title='Autismo: Um jeito diferente se ser'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-D4KGShj88lQ/Tl-bDKfc34I/AAAAAAAAAJA/-aqdH3yq_1o/s72-c/imagem.+autismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-4455582312992631466</id><published>2011-08-23T11:02:00.000-07:00</published><updated>2011-08-23T11:02:43.990-07:00</updated><title type='text'>Inovação: parceria oferece ainda mais saúde</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Y_teVkiNCUs/TlPo_8R0FvI/AAAAAAAAAI0/RsN2KdN5LD8/s1600/imagem.radiologica.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="219" src="http://3.bp.blogspot.com/-Y_teVkiNCUs/TlPo_8R0FvI/AAAAAAAAAI0/RsN2KdN5LD8/s320/imagem.radiologica.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;A Porto Alegre Clínicas e a Radiológica &amp;amp; Diagnósticos por Imagem&amp;nbsp;consolidam parceria, aliando tecnologia e ainda mais qualidade e&amp;nbsp;conforto aos atendimentos médicos.&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;O ano de 2011 pode ser considerado&amp;nbsp;um marco na história de&amp;nbsp;duas empresas atuantes na área&amp;nbsp;de saúde no estado do Rio Grande do&amp;nbsp;Sul: a parceria entre a Porto Alegre&amp;nbsp;Clínicas e a Radiológica. As duas empresas&amp;nbsp;alcançaram os melhores resultados&amp;nbsp;e também o maior crescimento&amp;nbsp;em seus respectivos segmentos na&amp;nbsp;última década, além dos números de&amp;nbsp;clientes em suas carteiras, instalações&amp;nbsp;e profissionais qualificados em seus&amp;nbsp;quadros.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Com o objetivo de ampliar a qualidade&amp;nbsp;dos atendimentos, aliando tecnologia&amp;nbsp;de ponta e estruturas físicas&amp;nbsp;que são referências em qualidade por&amp;nbsp;estarem de acordo com as normas da&amp;nbsp;Agência Nacional de Saúde Suplementar,&amp;nbsp;da Agência Nacional de Vigilância&amp;nbsp;Sanitária e a RDC 050 (Regulamento&amp;nbsp;Técnico para planejamento, programação,&amp;nbsp;elaboração e avaliação de&amp;nbsp;projetos físicos de estabelecimentos&amp;nbsp;assistenciais de saúde), os sócios fundadores&amp;nbsp;das duas empresas, Alexandre&amp;nbsp;Diamante e Rafael Kern Sant’Anna,&amp;nbsp;profissionais com visão empresarial&amp;nbsp;de futuro, concretizaram esta parceria&amp;nbsp;que foi projetada e analisada por eles&amp;nbsp;e suas equipes de colaboradores desde&amp;nbsp;2010, desenhando o que seria a arquitetura&amp;nbsp;do projeto, no qual o objetivo&amp;nbsp;central visa agregar valor oferecendo&amp;nbsp;ainda mais qualidade ao atendimento&amp;nbsp;dos clientes.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-NTYgPEkBIws/TlPprE2WSKI/AAAAAAAAAI4/ewySV7ers3w/s1600/imagem.radio.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-NTYgPEkBIws/TlPprE2WSKI/AAAAAAAAAI4/ewySV7ers3w/s1600/imagem.radio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Os pacientes agora contam com&amp;nbsp;modernos equipamentos de densitometria&amp;nbsp;óssea, ecografia, ecodoppler,&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;mamografia, radiologia geral e também&amp;nbsp;exames de alta complexidade, tais&amp;nbsp;como: ressonância nuclear magnética&amp;nbsp;e tomografia computadorizada.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;O novo centro de diagnósticos da&amp;nbsp;Radiológica está localizado na Avenida&amp;nbsp;Farrapos, 579, ao lado da sede da&amp;nbsp;Porto Alegre Clínicas, na capital do&amp;nbsp;Estado. Telefone: (51) 3311-0992 ou&amp;nbsp;3311-0804.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Revista + SAÚDE &amp;nbsp;| Ano2 &amp;nbsp;| Nº 6 &amp;nbsp;| &amp;nbsp;Abril, Maio, Junho 2011&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-4455582312992631466?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/4455582312992631466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/08/inovacao-parceria-oferece-ainda-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/4455582312992631466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/4455582312992631466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/08/inovacao-parceria-oferece-ainda-mais.html' title='Inovação: parceria oferece ainda mais saúde'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Y_teVkiNCUs/TlPo_8R0FvI/AAAAAAAAAI0/RsN2KdN5LD8/s72-c/imagem.radiologica.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-2063649832317314301</id><published>2011-08-15T10:31:00.000-07:00</published><updated>2011-08-15T10:31:53.334-07:00</updated><title type='text'>CÁLCULO RENAL - Pedra danosa</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-3dFSe2B4bg0/TklQCbuuj4I/AAAAAAAAAIw/UOisYpE7Ww4/s1600/imagem.+renal.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="230" src="http://2.bp.blogspot.com/-3dFSe2B4bg0/TklQCbuuj4I/AAAAAAAAAIw/UOisYpE7Ww4/s320/imagem.+renal.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Alguns fatores genéticos, de idade, raça e hábitos&amp;nbsp;alimentares podem causar a doença.&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;O cálculo renal, vulgarmente chamado&amp;nbsp;de “pedra no rim”, atinge&amp;nbsp;milhares de pessoas em todo o&amp;nbsp;mundo e, em nosso país, a incidência&amp;nbsp;de pessoas com este mal tem aumentado&amp;nbsp;a cada dia. Modificação no padrão&amp;nbsp;alimentar, com a ingestão de produtos&amp;nbsp;industrializados, pouco consumo de&amp;nbsp;água e perda excessiva de líquidos pela&amp;nbsp;transpiração são algumas das causas&amp;nbsp;deste problema. A correção de alguns&amp;nbsp;hábitos de vida, em especial no padrão&amp;nbsp;alimentar, pode ser bastante eficaz&amp;nbsp;na solução da enfermidade, sendo&amp;nbsp;certo que o estudo do cálculo também&amp;nbsp;auxilia na informação sobre qual&amp;nbsp;substância está causando a formação&amp;nbsp;de cálculo renal.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;A médica nefrologista Deborah&amp;nbsp;Pinto explica que o sistema renal é importantíssimo&amp;nbsp;no controle da excreção&lt;br /&gt;de substâncias metabólicas e controle&amp;nbsp;da pressão arterial. “Durante a vida, o&amp;nbsp;homem expele pelo sistema urinário&amp;nbsp;uma infinidade de substâncias, entre&amp;nbsp;elas, ácido úrico, sais de cálcio e oxalatos.&lt;br /&gt;Em dado momento, é possível que&amp;nbsp;o excesso de tais substâncias em um&amp;nbsp;processo de saturação leve à formação&amp;nbsp;de cálculos, que nada mais são do que&amp;nbsp;uma formação sólida, com aparência&amp;nbsp;de pedra, e que causam muita dor ou&amp;nbsp;desconforto aos pacientes”, diz ela.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Além dos fatores mais comuns para&amp;nbsp;a formação de cálculos, há também&amp;nbsp;fatores genéticos, de idade, raça e&lt;br /&gt;hábitos alimentares, que podem contribuir&amp;nbsp;para a formação deles. Segundo&amp;nbsp;a nefrologista, na maioria das vezes,&amp;nbsp;os pacientes já apresentam pelo menos&amp;nbsp;dois fatores e, com isso, se tornam propensos&amp;nbsp;ao desenvolvimento da doença.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;A especialista exemplifica que,&amp;nbsp;nos dias atuais, uma diminuição do&amp;nbsp;volume urinário, aliada à alteração&amp;nbsp;da composição da urina, pode ser&amp;nbsp;um fator preponderante na formação&amp;nbsp;de cálculos. “Na vida moderna, e em&lt;br /&gt;especial em um país tropical, onde o&amp;nbsp;calor muitas vezes é intenso e o clima&amp;nbsp;extremamente seco, as pessoas dedicam&amp;nbsp;pouco tempo para se hidratar da&amp;nbsp;forma correta. Ingerem pouca água,&amp;nbsp;perdem bastante líquido na transpiração,&amp;nbsp;comem alimentos industrializados,&amp;nbsp;ricos em proteínas, sais e hidratos&amp;nbsp;de carbono, o que acaba por contribuir&amp;nbsp;com a formação do cálculo”, explica&amp;nbsp;a médica.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Mas não é só isso. Deborah Pinto&amp;nbsp;esclarece que existem doenças e&amp;nbsp;disfunções metabólicas que também&lt;br /&gt;colaboram para a formação de “pedra&amp;nbsp;no rim”, como a hipercalciúria e hipercalcemia&amp;nbsp;(aumento da quantidade&amp;nbsp;de cálcio na urina e no sangue, respectivamente),&amp;nbsp;alterações anatômicas&amp;nbsp;do trato urinário, enfermidades que&amp;nbsp;causam desequilíbrio urodinâmico etc.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;A diminuição de fatores inibidores da&amp;nbsp;formação de cálculo, como magnésio,&amp;nbsp;pirofosfato e nefrocalcina, também&amp;nbsp;pode propiciar, consideravelmente, a&amp;nbsp;formação da doença.&amp;nbsp;A médica informa que é possível&lt;br /&gt;hoje a realização de um estudo do&amp;nbsp;cálculo, com o objetivo de analisar&amp;nbsp;sua composição e, após o resultado,&lt;br /&gt;verificar quais são os fatores que podem&amp;nbsp;estar relacionados à sua formação,&amp;nbsp;procurando desenvolver hábitos ou&amp;nbsp;tratamentos a fim de evitar novos&amp;nbsp;episódios. “O estudo do cálculo, na&amp;nbsp;prevenção de novos quadros, é muito&amp;nbsp;importante. Ele serve para nortear os&amp;nbsp;profissionais de saúde sobre qual o&amp;nbsp;melhor caminho adotado para prevenir&amp;nbsp;novas formações”, completa.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;O médico urologista Rafael&amp;nbsp;Capobianco&amp;nbsp;explica que há inúmeras&amp;nbsp;complicações que podem surgir da&amp;nbsp;formação do cálculo renal. É possível&amp;nbsp;que o paciente apresente, em razão do&amp;nbsp;cálculo renal, um quadro de infecção&amp;nbsp;urinária, hipertensão arterial (aumento&amp;nbsp;de pressão) e, em alguns casos mais&amp;nbsp;graves, obstruções renais que podem&amp;nbsp;causar futura insuficiência renal crônica&amp;nbsp;e até mesmo levar à perda do rim,&amp;nbsp;pela destruição causada nas células ou&amp;nbsp;pela infecção acentuada.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Segundo o médico, há vários tratamentos&amp;nbsp;para a doença, que dependerão&amp;nbsp;do quadro apresentado pela pessoa.&amp;nbsp;“Em geral, espera-se que o paciente&amp;nbsp;seja capaz de expelir o cálculo. No&amp;nbsp;entanto, isto irá depender de vários&amp;nbsp;fatores, como a localização do cálculo,&amp;nbsp;tamanho, forma etc. As pessoas podem&amp;nbsp;ter tido cálculos renais e expelir a pedra&amp;nbsp;sem ao menos perceber que tiveram”,&amp;nbsp;exemplifica o especialista. Mas, quando&amp;nbsp;este cálculo traz problemas, em&amp;nbsp;geral dor (cólicas), normalmente na&amp;nbsp;região lombar, acompanhada ou não de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vômito, agitação, mal-estar, ou irritação&amp;nbsp;ao urinar e sangue na urina (hematúria),&amp;nbsp;é necessário o acompanhamento médico&amp;nbsp;ou mesmo intervenção médica. “Nos&amp;nbsp;casos de dor, em um primeiro momento,&lt;br /&gt;é administrado analgésico, para depois&amp;nbsp;submeter o paciente a exames clínicos,&amp;nbsp;que vão desde o exame de urina até&amp;nbsp;outros métodos como o ultrassom e a&amp;nbsp;tomografia, para analisar qual a intervenção&amp;nbsp;necessária”, completa.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Quando não é possível tratar&amp;nbsp;com medicamentos ou aguardar que&amp;nbsp;o paciente venha a expelir a pedra,&lt;br /&gt;são necessários métodos cirúrgicos,&amp;nbsp;objetivando a retirada do cálculo,&amp;nbsp;ou métodos extracorpóreos, como a&lt;br /&gt;litotripsia, e endoscópicos, que, por&amp;nbsp;vezes, envolvem a colocação de um&amp;nbsp;cateter (duplo jota), retirado posteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fonte: Revista + SAÚDE &amp;nbsp;| Ano 2 &amp;nbsp;| N° 6 &amp;nbsp;| &amp;nbsp;Abril, Maio Junho 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-2063649832317314301?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/2063649832317314301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/08/calculo-renal-pedra-danosa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/2063649832317314301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/2063649832317314301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/08/calculo-renal-pedra-danosa.html' title='CÁLCULO RENAL - Pedra danosa'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-3dFSe2B4bg0/TklQCbuuj4I/AAAAAAAAAIw/UOisYpE7Ww4/s72-c/imagem.+renal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-306661013675776380</id><published>2011-08-08T09:53:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T09:54:27.230-07:00</updated><title type='text'>Visão Subnormal: Capacidade Reduzida</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-lyj0D-pm3KM/TkAA59VhRKI/AAAAAAAAAIs/hm5UDuwMwuU/s1600/vis%25C3%25A3o+subnormal.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="http://1.bp.blogspot.com/-lyj0D-pm3KM/TkAA59VhRKI/AAAAAAAAAIs/hm5UDuwMwuU/s320/vis%25C3%25A3o+subnormal.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;&lt;u&gt;Pessoas com cerca de 30% ou menos de visão no&amp;nbsp;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;melhor olho apresentam o problema.&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;A visão subnormal, também conhecida&amp;nbsp;como baixa visão, é um&amp;nbsp;comprometimento da função&amp;nbsp;visual que impossibilita a pessoa&amp;nbsp;ter uma visão clara para realização&amp;nbsp;de suas atividades diárias. A baixa&amp;nbsp;visão gera inúmeros transtornos e&amp;nbsp;constrangimentos, e a falta de conhecimento&amp;nbsp;da população em geral&amp;nbsp;acaba por confundir o portador da&amp;nbsp;baixa visão com a cegueira. Segundo&amp;nbsp;levantamento da Sociedade Brasileira&amp;nbsp;de Visão Subnormal, em média, 70%&amp;nbsp;a 80% de crianças diagnosticadas&amp;nbsp;como cegas, na verdade, possuem&amp;nbsp;certa capacidade visual.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;Mas a visão subnormal não atinge&amp;nbsp;somente crianças. Adultos podem desenvolver&amp;nbsp;baixa visão ao longo da vida.&amp;nbsp;No entanto, quem apresenta baixa&amp;nbsp;visão não pode ser considerado cego,&amp;nbsp;já que possui visão, ainda que diminuída.&amp;nbsp;Várias doenças estão relacionadas&amp;nbsp;à baixa visão, e o tratamento destas&amp;nbsp;doenças de base são fundamentais&amp;nbsp;para melhor qualidade de visão.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;A pessoa com baixa visão deve&amp;nbsp;saber que existe no mercado uma&amp;nbsp;série de equipamentos voltados à&amp;nbsp;adaptação e que permitem condições&amp;nbsp;melhores de vida, além de certos cuidados&amp;nbsp;e procedimentos que podem&amp;nbsp;auxiliar essas pessoas na ressocialização,&amp;nbsp;melhorando sua qualidade de&amp;nbsp;vida e facilitando a execução de suas&amp;nbsp;atividades diárias.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;Para Eliana Cunha Lima, ortoptista&amp;nbsp;- especialista em deficiência visual&amp;nbsp;- e coordenadora dos Programas de&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Educação Especial e Clínica de Visão&amp;nbsp;Subnormal da Fundação Dorina Nowill&amp;nbsp;para Cegos, a visão subnormal&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;e a baixa visão são sinônimos e, por&amp;nbsp;definição, são uma anomalia de pessoas&amp;nbsp;que apresentam cerca de 30%&amp;nbsp;ou menos de visão no melhor olho&amp;nbsp;após todos os procedimentos clínicos,&amp;nbsp;terapêuticos, e uso de óculos convencionais.&amp;nbsp;Segundo ela, essa perda&amp;nbsp;da visão pode ser classificada em &amp;nbsp;moderada, grave ou profunda.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;O médico oftalmologista Alexandre&amp;nbsp;Costa Lima Azevedo, atual&amp;nbsp;presidente da Sociedade Brasileira&amp;nbsp;de Visão Subnormal do Conselho&amp;nbsp;Brasileiro de Oftalmologia, esclarece&amp;nbsp;que muitas doenças podem ocasionar&amp;nbsp;o quadro de visão subnormal. “Em&amp;nbsp;geral, as doenças que causam visão&amp;nbsp;subnormal, até o momento, não têm&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;cura, porém há tratamentos clínicos&amp;nbsp;e medicamentosos que podem proporcionar&amp;nbsp;estabilidade do quadro,&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;cabendo ao oftalmologista avaliar&amp;nbsp;e escolher os procedimentos mais&amp;nbsp;adequados.”&amp;nbsp;“Em nosso país, as doenças mais&amp;nbsp;comuns responsáveis pelo desenvolvimento&amp;nbsp;da baixa visão na infância são:&amp;nbsp;catarata congênita, glaucoma congênito,&amp;nbsp;retinopatia da prematuridade e&amp;nbsp;toxoplasmose ocular congênita.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;Na&amp;nbsp;idade adulta, outras tantas, como&amp;nbsp;retinopatia diabética, glaucoma,&amp;nbsp;retinose pigmentar e degeneração&amp;nbsp;macular relacionada à idade”, diz&amp;nbsp;Eliana Cunha Lima.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;As pessoas com baixa visão enfrentam&amp;nbsp;inúmeros problemas: “Estas&amp;nbsp;pessoas enxergam de forma diferente&amp;nbsp;nas diversas distâncias, seja de perto,&amp;nbsp;à meia distância ou de longe. Sua percepção&amp;nbsp;visual também varia conforme&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;a doença, o nível de perda visual e&amp;nbsp;as condições de iluminação do ambiente.&amp;nbsp;Isso traz problemas tanto nas&amp;nbsp;execuções de suas atividades, como&amp;nbsp;também na compreensão por parte&amp;nbsp;das pessoas que convivem com elas”,&amp;nbsp;explica a ortoptista.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;Para ilustrar melhor as peculiaridades&amp;nbsp;desse tipo de transtorno, ela&amp;nbsp;acrescenta: “Os doentes enxergam&amp;nbsp;a lousa, mas não o que está escrito;&amp;nbsp;veem as pessoas, porém não reconhecem&amp;nbsp;sua fisionomia; em geral,&amp;nbsp;conseguem ler somente as manchetes&amp;nbsp;dos jornais, mas não as notícias. Essas&amp;nbsp;situações geram grande constrangimento&amp;nbsp;e dúvidas na família, na&amp;nbsp;escola, no trabalho e nos ambientes&amp;nbsp;sociais que frequentam”, completa a&amp;nbsp;especialista.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Equipamentos úteis&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Para amenizar essa situação,&amp;nbsp;existem hoje vários produtos desenvolvidos&amp;nbsp;para adaptar as condições&amp;nbsp;e aproveitar o residual visual que as&amp;nbsp;pessoas com baixa visão possuem,&amp;nbsp;voltados à ampliação das imagens e&amp;nbsp;melhor eficiência visual. Para perto,&amp;nbsp;existem óculos esferoprismáticos,&amp;nbsp;lupas manuais (de apoio e iluminadas)&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;e lupas de pescoço, entre&amp;nbsp;outros.&amp;nbsp;“Já para longe, telelupas de&amp;nbsp;aumentos variados (mais utilizados&amp;nbsp;para leitura de lousa, letreiros de&amp;nbsp;ônibus e placas de rua); Max TV&amp;nbsp;para assistir à televisão etc.”, relata&amp;nbsp;a profissional.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;Há também recursos&amp;nbsp;eletrônicos como o chamado cctv&amp;nbsp;e lupas eletrônicas, livros digitais,&amp;nbsp;softwares e livros falados. Em São&amp;nbsp;Paulo, esses produtos são encontrados em impor tadoras, ót icas&amp;nbsp;especializadas e instituições que&amp;nbsp;atendem pessoas com deficiência&amp;nbsp;visual, completa.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;Os médicos reconhecem que a&amp;nbsp;tecnologia vem contribuindo cada&amp;nbsp;vez mais na reabilitação das pessoas&amp;nbsp;com deficiência visual. Existem lupas&amp;nbsp;eletrônicas que são amplamente&amp;nbsp;utilizadas pr incipalmente pelas&amp;nbsp;pessoas com baixa visão grave e&amp;nbsp;profunda.&amp;nbsp;É importante informar que o uso&amp;nbsp;da visão residual não é prejudicial.&amp;nbsp;Muito ao contrário, a utilização da&amp;nbsp;visão proporciona melhor desempenho&amp;nbsp;e eficiência da visão. E mais:&amp;nbsp;a participação e a compreensão da&amp;nbsp;família são fundamentais no processo&amp;nbsp;de desenvolvimento das pessoas&amp;nbsp;com deficiência visual e no resgate&amp;nbsp;de sua autoestima.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Dicas para melhorar a&amp;nbsp;visão subnormal:&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;Para aperfeiçoar o resíduo visual&amp;nbsp;das pessoas com baixa visão, nos&amp;nbsp;diferentes ambientes, a ortoptista&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Eliana Cunha Lima dá várias dicas.&amp;nbsp;Veja abaixo:&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Além da ampliação&amp;nbsp;das imagens&amp;nbsp;obtidas com os&amp;nbsp;recursos ópticos&amp;nbsp;e tecnológicos,&amp;nbsp;é fundamental&amp;nbsp;uma iluminação&amp;nbsp;adequada, aumento&amp;nbsp;de contraste,&amp;nbsp;como, por&amp;nbsp;exemplo, louças&amp;nbsp;com cores fortes sobre toalhas&amp;nbsp;claras ou vice-versa.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Aproximar os olhos do material&amp;nbsp;de leitura e escrita.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Evitar superfícies muito polidas&amp;nbsp;e brilhantes.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;4&lt;/b&gt;. Para leitura e escrita utilizar&amp;nbsp;lápis 6B e 4B, ou caneta hidrográfica&amp;nbsp;preta, cadernos com&amp;nbsp;pautas escurecidas e mais largas.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Sempre que&amp;nbsp;possível ,&amp;nbsp;ampliar o tamanho&amp;nbsp;das&amp;nbsp;letras.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Em todas&amp;nbsp;as idades,&amp;nbsp;apoiar o interesse&amp;nbsp;e a habilidade da pessoa&amp;nbsp;com baixa visão a executar atividades&amp;nbsp;e tarefas do cotidiano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Por: Jeferson Mattos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fonte: Revista + SAÚDE &amp;nbsp;| Ano 2 &amp;nbsp;| N°6 &amp;nbsp;| Abri, Maio, Junho 2011&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-306661013675776380?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/306661013675776380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/08/visao-subnormal-capacidade-reduzida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/306661013675776380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/306661013675776380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/08/visao-subnormal-capacidade-reduzida.html' title='Visão Subnormal: Capacidade Reduzida'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-lyj0D-pm3KM/TkAA59VhRKI/AAAAAAAAAIs/hm5UDuwMwuU/s72-c/vis%25C3%25A3o+subnormal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-3238954217664736233</id><published>2011-08-04T09:43:00.000-07:00</published><updated>2011-08-04T09:43:33.826-07:00</updated><title type='text'>Crônica: VULTO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-95A8aRkwSzM/TjrDr9SZ8fI/AAAAAAAAAIo/FBcxH8GhkKQ/s1600/CRONICA.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="268" src="http://3.bp.blogspot.com/-95A8aRkwSzM/TjrDr9SZ8fI/AAAAAAAAAIo/FBcxH8GhkKQ/s320/CRONICA.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;u&gt;Quase despida, começou a dançar. José, quase&amp;nbsp;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;hipnotizado, começou a sonhar...&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;No dia em que ela saiu, José&amp;nbsp;sentiu um pouco de alívio. Há&amp;nbsp;algum tempo percebera que&amp;nbsp;Efigênia dava mostras de não estar&amp;nbsp;gostando da vida em comum. Na&amp;nbsp;idade em que estavam, nem pensavam&amp;nbsp;em discutir a relação, como&amp;nbsp;dizem nas novelas. Cada um para o&amp;nbsp;seu lado, dissera Fi, como a chamava&amp;nbsp;carinhosamente. &amp;nbsp; Tudo bem, respondeu&amp;nbsp;resmungando.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Na varanda, bebendo vinho e com&amp;nbsp;o velho cachorro aos seus pés, José&amp;nbsp;ficou olhando o infinito, que nada&lt;br /&gt;mais era do que a janela do apartamento&amp;nbsp;em frente. – O que é mesmo&amp;nbsp;que estou fazendo aqui? Não temos&lt;br /&gt;mais nada em comum. Amanhã,&amp;nbsp;quando Fi voltar da sua vigésima&amp;nbsp;viagem, vou combinar uma saída&amp;nbsp;honrosa para nós dois. E continuou&amp;nbsp;bebendo.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;A noite desceu rapidamente. No&amp;nbsp;apartamento em frente, as luzes se&amp;nbsp;acenderam por trás das cortinas&amp;nbsp;desbotadas. Um vulto de mulher&amp;nbsp;passou lentamente como num filme&amp;nbsp;de Almodóvar. Em movimentos cadenciados,&amp;nbsp;uma mulher tirou a blusa&amp;nbsp;e a jogou no chão. Fez com a saia a&amp;nbsp;mesma coisa, a diferença é que foi&amp;nbsp;se contorcendo até que a saia caísse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Quase despida, começou a dançar.&amp;nbsp;José, quase hipnotizado, começou&amp;nbsp;a sonhar.&amp;nbsp;Em seus sonhos, não quis ser&amp;nbsp;partner nos braços daquele vulto,&amp;nbsp;preferiu abrir as gavetas do tempo&amp;nbsp;e questionar o passado. Desiludido,&lt;br /&gt;perguntava a si mesmo onde ficou a&amp;nbsp;magia daqueles momentos que tivera&amp;nbsp;com sua mulher.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Tempos aqueles&amp;nbsp;em que tudo tinha uma conotação&amp;nbsp;especial, bastava ser parte integrante&amp;nbsp;de seu pequeno universo particular.&amp;nbsp;Houve tempos em que discutia&amp;nbsp;com os amigos que não acreditavam&amp;nbsp;que a felicidade tem cor, a saudade&amp;nbsp;tem aromas e que a música também&amp;nbsp;causa dor. Cansado, não deu mais&amp;nbsp;importância para seus saudosismos,&amp;nbsp;embora sentisse na alma cada reflexo luminoso do sorriso de sua amada,&amp;nbsp;sentia até hoje o cheiro especial da&amp;nbsp;festa em que a conheceu e chorava&amp;nbsp;cada minuto de saudade dos momentos&amp;nbsp;mais felizes de sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Mais um gole de vinho. O vulto&amp;nbsp;de mulher já dança há horas. José&amp;nbsp;foi longe e sequer sabe descrever&amp;nbsp;a performance da dançarina. Só&amp;nbsp;questiona e imagina: que vida bela&amp;nbsp;ali tão perto mora! E aqui, o que se&amp;nbsp;vive? O passado já não importa, o&amp;nbsp;presente não existe e o futuro chegará&amp;nbsp;a nós, mas nós não estaremos&amp;nbsp;nele, seremos meros passageiros de&amp;nbsp;malas e destinos vazios.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Ouve um barulho. Por um minuto&amp;nbsp;pensa que Fi estivesse de volta e que&amp;nbsp;pudessem resgatar cada segundo&lt;br /&gt;esquecido e maltratado pela indiferença.&amp;nbsp;Mas que nada. O barulho&amp;nbsp;que interrompe seu momento não&amp;nbsp;passava de um vento que tocou forte&amp;nbsp;a cortina, fazendo despedaçar o&amp;nbsp;porta-retrato que eternizava a união&amp;nbsp;de José e sua eterna amada.&amp;nbsp;Diante daquela situação, José&amp;nbsp;ainda pensa em juntar os estilhaços&amp;nbsp;no chão, porém, volta ao seu canto&amp;nbsp;de reflexão e, decidido, se justifica&amp;nbsp;para as decisões que pretende tomar.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Nada acontece por acaso. O&amp;nbsp;que se quebra, mesmo que colado&amp;nbsp;novamente, não terá inteireza, haverá&amp;nbsp;sempre fissuras que se deixarão&amp;nbsp;contaminar.&amp;nbsp;A música ainda toca, mas o vulto&amp;nbsp;de mulher já não dança mais. José&amp;nbsp;não mais imagina que a felicidade&amp;nbsp;mora ao lado. O vento da noite já&amp;nbsp;sopra mais frio, porém José não tem&amp;nbsp;nem hora, nem por que se apressar&amp;nbsp;para entrar. Amanhã será tudo&amp;nbsp;igual, o sol irá nascer mesmo sem&lt;br /&gt;sua permissão.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Tudo irá caminhar, e&amp;nbsp;noite novamente chegará. Antes que&amp;nbsp;isto aconteça, José fecha os olhos e&amp;nbsp;adormece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Castelo Branco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fonte: Revista +SAÚDE &amp;nbsp;| &amp;nbsp;Ano 2 | N° 6 | &amp;nbsp;Abril, Maio, Junho 2011&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-3238954217664736233?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/3238954217664736233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/08/cronica-vulto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/3238954217664736233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/3238954217664736233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/08/cronica-vulto.html' title='Crônica: VULTO'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-95A8aRkwSzM/TjrDr9SZ8fI/AAAAAAAAAIo/FBcxH8GhkKQ/s72-c/CRONICA.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-1315363483592786385</id><published>2011-08-01T11:16:00.000-07:00</published><updated>2011-08-01T11:16:29.773-07:00</updated><title type='text'>Diminuindo o passivo das empresas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bUmi2iT_U7Q/TjbrLBxXT4I/AAAAAAAAAIk/Rfc0m_72H0U/s1600/leis.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="315" src="http://4.bp.blogspot.com/-bUmi2iT_U7Q/TjbrLBxXT4I/AAAAAAAAAIk/Rfc0m_72H0U/s320/leis.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;No nosso país, pode existir a lei, mas, se não for&amp;nbsp;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;fiscalizada, ela “não pega”.&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;A confecção do PCMSO e do&amp;nbsp;PPRA já deveria ser algo corriqueiro,&amp;nbsp;uma vez que a lei&amp;nbsp;obriga a que todas as “empresas públicas&amp;nbsp;e privadas, órgãos públicos de&amp;nbsp;administração direta e indireta, bem&amp;nbsp;como órgãos dos poderes legislativo&amp;nbsp;e judiciário, que possuam empregados&amp;nbsp;regidos pela Consolidação das&amp;nbsp;Leis do Trabalho – CLT” tenham nessa&amp;nbsp;lei observância obrigatória. Por que&amp;nbsp;vemos crescer a procura pela confecção&amp;nbsp;de PPRA, PCMSO, PPP apenas&amp;nbsp;de 10 anos para cá, se a Lei 6.514,&amp;nbsp;que regulamenta esses documentos,&amp;nbsp;completa 43 anos no próximo dia 22?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;No nosso país, pode existir a lei,&amp;nbsp;mas, se não for fiscalizada, ela “não&amp;nbsp;pega”. “A Lei 6.514 está pegando!”&lt;br /&gt;Efetivamente, o que temos visto,&amp;nbsp;nesses últimos anos, é crescer a nossa&amp;nbsp;demanda por esses documentos. &amp;nbsp; Entre&amp;nbsp;o final de 2008 e metade de 2010, a&amp;nbsp;Medicina do Trabalho cresceu 100%.&amp;nbsp;Estamos com uma lista de espera de&amp;nbsp;mais de 30 PCMSO aguardando para&amp;nbsp;serem confeccionados! Por quê?&amp;nbsp;Será porque a lei está sendo&amp;nbsp;fiscalizada só agora? Será que os&amp;nbsp;“rigores da lei” estão sendo aplicados&amp;nbsp;em todas as micro, médias&amp;nbsp;e macroempresas? Ou será que os&amp;nbsp;empresários entraram num consenso&amp;nbsp;para cumpri-la? Ou a DRT está com&amp;nbsp;funcionários sobrando para fiscalizar&amp;nbsp;tudo isso? Entendo que nenhum&amp;nbsp;desses fatores isolados responde às&lt;br /&gt;perguntas. Uma associação de todos,&amp;nbsp;talvez.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Mas o mais importante: os empresários&amp;nbsp;deram-se conta que fazer um&amp;nbsp;PPRA e um PCMSO poupa dores de&amp;nbsp;cabeça futuras, pois diminui o número&amp;nbsp;de problemas com a justiça do&amp;nbsp;trabalho. Principiando que o juiz vê&lt;br /&gt;diferente o empresário que já comparece&amp;nbsp;à audiência com os documentos&amp;nbsp;exigidos e atualizados. Encerrando&amp;nbsp;que um PPRA e um PCMSO de qualidade&amp;nbsp;e a guarda dos documentos&amp;nbsp;adequada respondem e, quase sempre,&amp;nbsp;isentam de culpa a maioria de quesitos&amp;nbsp;periciais. Isso sem grande estresse,&amp;nbsp;sem recorrer a profissionais caros e&amp;nbsp;estratégias duvidosas.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;A resposta é simples. Diminuição&amp;nbsp;do passivo da empresa! A verdade é&amp;nbsp;que os empresários estão descobrindo&amp;nbsp;que o PCMSO e o PPRA diminuem, e&amp;nbsp;muito, o passivo da empresa. Tudo&amp;nbsp;absolutamente dentro da Lei. Tudo&amp;nbsp;muito claro, objetivo, e com preços&amp;nbsp;razoáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dra. Maria Borges - CREMERS 15212 - Médica do Trabalho&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fonte: Revista + SAÚDE | &amp;nbsp;Ano2 &amp;nbsp;| &amp;nbsp;Nº 6 &amp;nbsp;| Abril, Maio, Junho 2011&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-1315363483592786385?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/1315363483592786385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/08/diminuindo-o-passivo-das-empresas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/1315363483592786385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/1315363483592786385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/08/diminuindo-o-passivo-das-empresas.html' title='Diminuindo o passivo das empresas'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-bUmi2iT_U7Q/TjbrLBxXT4I/AAAAAAAAAIk/Rfc0m_72H0U/s72-c/leis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-1244343613291166879</id><published>2011-07-25T09:15:00.000-07:00</published><updated>2011-07-25T09:16:43.830-07:00</updated><title type='text'>Universidade para viver melhor</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-rDKBle-R69c/Ti2Qw8sFVXI/AAAAAAAAAIg/v6TKUe8Bc-I/s1600/imagem+envelheci.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="http://3.bp.blogspot.com/-rDKBle-R69c/Ti2Qw8sFVXI/AAAAAAAAAIg/v6TKUe8Bc-I/s320/imagem+envelheci.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;u&gt;Cursos para a 3a idade ensinam a ter vida mais ativa.&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;O Brasil tem 190,7 milhões de&amp;nbsp;pessoas, segundo o Censo&amp;nbsp;do ano passado. Deste total,&amp;nbsp;11,16% têm idade acima de 60 anos.&amp;nbsp;Isso representa um crescimento de&amp;nbsp;quase 3% entre os idosos, somente&amp;nbsp;na última década. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A expectativa de&amp;nbsp;vida também cresceu: atualmente o&amp;nbsp;brasileiro vive em média 73 anos e,&amp;nbsp;entre as quase 20 milhões de pessoas&amp;nbsp;classificadas como idosas, 23.760&amp;nbsp;já superam a marca dos 100 anos.&amp;nbsp;Isso significa que, cada vez mais, a&amp;nbsp;longevidade passa a ser algo comum&amp;nbsp;entre os brasileiros e que também&amp;nbsp;há mais chances de se envelhecer,&amp;nbsp;e de modo cada vez mais saudável.&amp;nbsp;Por outro lado, como disse o&amp;nbsp;filósofo italiano Norberto Bobbio, “o&amp;nbsp;velho sabe, por experiência, aquilo&amp;nbsp;que os outros ainda não sabem e&amp;nbsp;precisam aprender com ele, seja na&amp;nbsp;esfera ética, seja nos costumes, seja&amp;nbsp;nas técnicas de sobrevivência”. Esta&amp;nbsp;frase coincide com a opinião do&amp;nbsp;médico Wilson Jacob Filho, idealizador&amp;nbsp;e coordenador da Universidade&amp;nbsp;Aberta para o Envelhecimento&amp;nbsp;Saudável (Unapes) e professor titular&amp;nbsp;de Geriatria na Faculdade de Medicina&amp;nbsp;da Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;É essa imagem que ele quer que os&amp;nbsp;idosos tenham, não só diante dos&amp;nbsp;mais jovens, mas entre as pessoas&lt;br /&gt;que estão envelhecendo e que – por&amp;nbsp;medo, insegurança ou preconceito –&amp;nbsp;se afastam da vida social à medida&lt;br /&gt;que a idade avança.&amp;nbsp;Por isso, Jacob Filho prefere&amp;nbsp;investir nos pacientes mais velhos&amp;nbsp;que procuram o serviço do Hospital&amp;nbsp;das Clínicas da FMUSP (HCFMUSP),&amp;nbsp;para que participem das atividades&amp;nbsp;do programa iniciado em 2008 –&amp;nbsp;oficinas de atividades físicas, dança&amp;nbsp;e expressão corporal; alimentação&amp;nbsp;saudável; informática, comunicação&amp;nbsp;e dinâmicas de grupo – e se transformem&amp;nbsp;em multiplicadores das&amp;nbsp;técnicas para um envelhecimento&amp;nbsp;ativo. “Nada melhor que uma pessoa&amp;nbsp;mais velha para mostrar que é&amp;nbsp;possível vencer as barreiras que o&amp;nbsp;próprio idoso se impõe”, avalia o&amp;nbsp;geriatra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Efeitos positivos&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Segundo o médico do HCFMUSP,&amp;nbsp;entre os efeitos positivos observados&amp;nbsp;nos grupos, destacam-se a elevação&amp;nbsp;da autoestima, a redução de peso&amp;nbsp;e a melhora na disposição geral&amp;nbsp;dos idosos, à medida que praticam&amp;nbsp;atividades físicas e são estimulados&amp;nbsp;para uma alimentação mais saudável.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Outros pontos observados pelo&amp;nbsp;serviço de geriatria são a redução&amp;nbsp;das consultas médicas e de procura&lt;br /&gt;ao pronto-socorro sem causas justificadas.&amp;nbsp;“As pessoas mais ativas sentem&amp;nbsp;menos necessidade de procurar&amp;nbsp;o médico, ao mesmo tempo em que&amp;nbsp;querem ficar com o físico em ordem&amp;nbsp;porque percebem que o excesso de&amp;nbsp;peso e o sedentarismo são fatores&amp;nbsp;limitantes para o desenvolvimento&amp;nbsp;de atividades sociais.”&amp;nbsp;Os cursos da Unapes são semestrais&amp;nbsp;e abertos a pessoas a partir dos&amp;nbsp;60 anos. As turmas têm início em&amp;nbsp;março e agosto e as aulas teóricas&amp;nbsp;acontecem todas as segundas, das&amp;nbsp;14 às 16 horas. Os outros dias da&amp;nbsp;semana são ocupados pelas aulas&amp;nbsp;práticas, sempre no mesmo horário.&amp;nbsp;A equipe é multidisciplinar e inclui&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nutricionistas, fisioterapeutas, professores&amp;nbsp;de dança e de computação.&amp;nbsp;São oferecidas 60 vagas para as&amp;nbsp;atividades que acontecem no Espaço&amp;nbsp;Propes (Programa de Promoção&amp;nbsp;do Envelhecimento Saudável) do&amp;nbsp;Serviço de Geriatria do Hospital&amp;nbsp;das Clínicas.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;O projeto se apoia na política do&amp;nbsp;envelhecimento ativo da Organização&amp;nbsp;Mundial da Saúde (OMS), que&amp;nbsp;prega o envolvimento do governo e&amp;nbsp;da sociedade no desenvolvimento de&amp;nbsp;programas que estimulem a participação&amp;nbsp;em atividades sociais, físicas&amp;nbsp;e culturais, como forma de manter&amp;nbsp;uma vida saudável.&amp;nbsp;Essa foi a abordagem da tese&amp;nbsp;de doutorado “Educar para o autocuidado&amp;nbsp;na terceira idade” – desenvolvida&amp;nbsp;em conjunto por Kátia&amp;nbsp;Lílian Sedrez e Alexandra Bordin,&amp;nbsp;do curso de enfermagem da Universidade&amp;nbsp;Regional Integrada de&lt;br /&gt;Erechim, no Rio Grande do Sul. No&amp;nbsp;trabalho, elas atestam que a maioria&amp;nbsp;dos idosos apresenta algum tipo&lt;br /&gt;de doença crônica, mas concluem&amp;nbsp;que é possível continuar vivendo&amp;nbsp;com qualidade, desde que essas&amp;nbsp;doenças sejam controladas. “A ação&amp;nbsp;educativa tem papel preponderante&amp;nbsp;no aumento da expectativa e na&amp;nbsp;qualidade de vida, assim como na&amp;nbsp;manutenção da saúde do idoso”,&amp;nbsp;garantem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Modelo francês&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;O modelo da universidade aberta&amp;nbsp;à terceira idade foi criado nos anos&amp;nbsp;1970, na Universidade de Toulouse&lt;br /&gt;(França), envolvendo cur sos de&amp;nbsp;atualização cultural, orientações&amp;nbsp;na área de saúde e algumas atividades&lt;br /&gt;socioculturais. No Brasil,&amp;nbsp;a Pontifícia Universidade Católica&amp;nbsp;(PUC) de Campinas foi pioneira em&amp;nbsp;cursos do gênero, a partir de 1991,&amp;nbsp;antecipando-se à promulgação do&amp;nbsp;Estatuto do Idoso, que estabeleceu&amp;nbsp;que “O Poder Público apoiará a criação&amp;nbsp;de universidade aberta para as&amp;nbsp;pessoas idosas”.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Hoje, o Estado de São Paulo conta&amp;nbsp;com a Associação das Universidades&amp;nbsp;Abertas à Terceira Idade, reunindo&amp;nbsp;várias instituições superiores de&amp;nbsp;ensino que adotam uma pedagogia&amp;nbsp;para o envelhecimento com foco na&amp;nbsp;manutenção da qualidade de vida. Na&amp;nbsp;USP – a Universidade Aberta à Terceira&amp;nbsp;Idade (UATI) completou 18 anos em&amp;nbsp;2010, envolvendo várias faculdades&amp;nbsp;no campus da Cidade Universitária e&amp;nbsp;da USP-Leste, somando quase 10 mil&amp;nbsp;alunos em 2009, sem contar com o&amp;nbsp;programa especial da Faculdade de&amp;nbsp;Medicina.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Na Unifesp (Universidade Federal&amp;nbsp;de São Paulo), o programa teve início&amp;nbsp;em 1999, na capital paulista. Atualmente&amp;nbsp;se estende à Baixada Santista,&amp;nbsp;com o objetivo de proporcionar mais&amp;nbsp;qualidade de vida física e mental às&amp;nbsp;pessoas com idade a partir de 50 anos.&amp;nbsp;No Rio de Janeiro, a Universidade&amp;nbsp;Veiga de Almeida mantém cursos para&amp;nbsp;idosos, com destaque para Noções de&amp;nbsp;Geriatria e Gerontologia. Todo aluno&amp;nbsp;matriculado no curso tem acesso à&amp;nbsp;orientação e ao atendimento odontológico,&amp;nbsp;fisioterápico e fonoaudiológico.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;A mais recente iniciativa é da&amp;nbsp;Universidade Federal de Alagoas,&amp;nbsp;que inaugurou seu programa em&amp;nbsp;fevereiro último, com a proposta de&amp;nbsp;incentivar um estilo de vida ativo&amp;nbsp;para as populações idosas, buscando&amp;nbsp;alterar comportamentos que podem&amp;nbsp;ser verdadeiros fatores de risco para&amp;nbsp;a saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista + SAÚDE | Ano 2 Nº 6 | Abril - Maio - Junho 2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-1244343613291166879?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/1244343613291166879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/07/universidade-para-viver-melhor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/1244343613291166879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/1244343613291166879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/07/universidade-para-viver-melhor.html' title='Universidade para viver melhor'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-rDKBle-R69c/Ti2Qw8sFVXI/AAAAAAAAAIg/v6TKUe8Bc-I/s72-c/imagem+envelheci.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-4031921066108483063</id><published>2011-07-18T09:12:00.000-07:00</published><updated>2011-07-18T09:12:02.656-07:00</updated><title type='text'>O Câncer da desinformação</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-TLrEdUgICpw/TiRXZryDnbI/AAAAAAAAAIU/5690jG7V3g8/s1600/imagem.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="194" src="http://4.bp.blogspot.com/-TLrEdUgICpw/TiRXZryDnbI/AAAAAAAAAIU/5690jG7V3g8/s320/imagem.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; "É difícil permanecer imperador&amp;nbsp;na presença do médico e mais&amp;nbsp;difícil permanecer homem (...).”&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Marguerite Yourcenar, em Memórias de&amp;nbsp;Adriano, relata o triste fim do Imperador,&amp;nbsp;que se defronta com a condição&amp;nbsp;humana, na doença. Este livro sempre&amp;nbsp;me impressionou pela maneira crua&amp;nbsp;com que retrata os últimos dias de&amp;nbsp;um homem e o quanto, não importa&amp;nbsp;as riquezas que acumulemos, somos&amp;nbsp;todos iguais na doença. Em frente&amp;nbsp;ao médico, estamos nus, despidos de&amp;nbsp;quaisquer outras máscaras, enfrentando&amp;nbsp;solitariamente o diagnóstico que&amp;nbsp;informará o que acontece com nosso&amp;nbsp;corpo. Inicio com este trecho porque&lt;br /&gt;o diagnóstico de câncer sempre impressiona&amp;nbsp;e soa como uma sentença&amp;nbsp;de morte indefectível. Diante do câncer&amp;nbsp;era difícil permanecer homem. Eu&amp;nbsp;disse era porque inúmeros avanços&amp;nbsp;na Medicina hoje permitem que um&amp;nbsp;paciente com câncer não se sinta mais&amp;nbsp;um solitário à espera do fim. Novos&amp;nbsp;tratamentos e a importância da detecção&amp;nbsp;da doença em uma fase inicial&amp;nbsp;permitem tratamentos não mais tão&amp;nbsp;agressivos e já com grandes chances&amp;nbsp;de recuperação.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Bem, se já sabemos que ser portador&amp;nbsp;de câncer não é mais sinônimo do&amp;nbsp;fim, sabemos também que os pacientes&amp;nbsp;dessa enfermidade seguramente enfrentarão&amp;nbsp;dias difíceis e despenderão&amp;nbsp;recursos financeiros para restabelecer a&amp;nbsp;saúde. A Medicina encontrou meios de&amp;nbsp;amenizar, curar e extirpar. Encontrou&amp;nbsp;mecanismos para garantir uma vida&amp;nbsp;plena àqueles portadores dessa doença&amp;nbsp;que já foi assustadora.&amp;nbsp;De outro lado, a lei assegurou, ainda&amp;nbsp;que tardiamente, alguns benefícios para&amp;nbsp;que aqueles que apresentam a moléstia&amp;nbsp;possam concentrar esforços única e&amp;nbsp;exclusivamente no tratamento médico.&amp;nbsp;Com efeito, recebo, em meu escritório,&amp;nbsp;diariamente, pacientes portadores&amp;nbsp;de câncer. Buscam o cumprimento&amp;nbsp;mínimo de seus direitos, como, por&lt;br /&gt;exemplo, garantia de medicamentos,&amp;nbsp;de atendimento e internação. A maior&amp;nbsp;parte deles, entretanto, infelizmente&amp;nbsp;desconhece que tem direito a algumas&amp;nbsp;isenções legais de impostos que,&amp;nbsp;lamentavelmente, nem sempre são&amp;nbsp;concedidas de forma automática.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Assim, em época de ajustar as&amp;nbsp;contas com o Leão, achei conveniente&amp;nbsp;lembrar que os pacientes com câncer&lt;br /&gt;que recebem rendimentos decorrentes&amp;nbsp;de aposentadoria, pensão ou reforma,&amp;nbsp;incluindo a complementação recebida&amp;nbsp;de entidade privada – PGBL e a pensão&amp;nbsp;alimentícia têm direito à isenção de&amp;nbsp;Imposto de Renda em seus proventos,&amp;nbsp;mesmo que a doença tenha se manifestado&amp;nbsp;após a aposentadoria. E, importante,&amp;nbsp;aqueles pacientes que ainda&amp;nbsp;assim tiveram valores descontados a&amp;nbsp;título de imposto de renda podem reaver&amp;nbsp;estes valores, pagos indevidamente,&amp;nbsp;abrangendo o período concernente aos&amp;nbsp;cinco anos anteriores.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Em suma, o que se busca é priorizar&amp;nbsp;a saúde e a vida, desonerando o&amp;nbsp;contribuinte enfermo, ainda que sua&lt;br /&gt;enfermidade seja assintomática, ou&amp;nbsp;seja, ainda que não apresente sintomas.&amp;nbsp;Presume-se que, diante da batalha&amp;nbsp;pela vida, o inativo deva ser poupado&amp;nbsp;de descontos em seus rendimentos&amp;nbsp;para que possa investir em saúde! E&amp;nbsp;esta não é a única isenção de que um&amp;nbsp;paciente com diagnóstico de câncer&amp;nbsp;pode usufruir, havendo outros direitos,&amp;nbsp;tais como isenção na contribuição&amp;nbsp;previdenciária, liberação do Fundo de&amp;nbsp;Garantia por Tempo de Serviço, liberação&amp;nbsp;do PIS/PASEP, isenção de ICMS,&amp;nbsp;IPI e IPVA, estes sujeitos à análise de&amp;nbsp;outras condições.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Assim, concluo que atualmente&amp;nbsp;somente um mal pode ser fatal ao&amp;nbsp;enfermo: a desinformação. Dispondo&amp;nbsp;a Medicina de métodos dia a dia mais&amp;nbsp;eficazes no tratamento do câncer, é&amp;nbsp;necessário que o paciente faça valer&lt;br /&gt;a desigualdade a que faz jus, ou seja,&amp;nbsp;que, recebendo do Estado tratamento&amp;nbsp;diferenciado, seja colocado em condição&amp;nbsp;de igualdade à de indivíduos que&amp;nbsp;não são acometidos pela moléstia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista + SAÚDE | Ano 2 | N° 6 | Dra. MireleAlves Braz - OAB/RS 47.717&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-4031921066108483063?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/4031921066108483063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/07/o-cancer-da-desinformacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/4031921066108483063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/4031921066108483063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/07/o-cancer-da-desinformacao.html' title='O Câncer da desinformação'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-TLrEdUgICpw/TiRXZryDnbI/AAAAAAAAAIU/5690jG7V3g8/s72-c/imagem.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-8073408119727721483</id><published>2011-07-11T11:26:00.000-07:00</published><updated>2011-07-11T11:26:36.341-07:00</updated><title type='text'>Gravidez na adolescência</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-kqDzQ8LxwZw/Ths8fwqc_II/AAAAAAAAAIM/ZF8BQv428Bg/s1600/imagem+gravidez.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="245" src="http://3.bp.blogspot.com/-kqDzQ8LxwZw/Ths8fwqc_II/AAAAAAAAAIM/ZF8BQv428Bg/s320/imagem+gravidez.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;u&gt;Cerca de 60% das adolescentes são abandonadas pelos parceiros, durante a gestação.&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, a cada 19 minutos uma&amp;nbsp;menina de 10 a 14 anos dá à luz.&amp;nbsp;Entre 10 e 20 anos, o intervalo&amp;nbsp;será de apenas um minuto. Já em São&amp;nbsp;Paulo uma adolescente se torna mãe&amp;nbsp;a cada cinco minutos. Em todo o País,&amp;nbsp;23% das mulheres engravidam nesse&amp;nbsp;período da vida, porcentagem reduzida&amp;nbsp;para 15% entre as paulistas. A estatística&amp;nbsp;brasileira é igual às do Paraguai,&amp;nbsp;Bolívia, Peru e Colômbia, enquanto São&amp;nbsp;Paulo está mais próximo dos Estados&amp;nbsp;Unidos (14%), Argentina e Chile (16%),&amp;nbsp;mas ainda muito distante da Suíça,&amp;nbsp;com 6%, ou Japão, com apenas 1%.&amp;nbsp;No entanto, mesmo com índices&amp;nbsp;ainda altos, São Paulo apresentou&amp;nbsp;redução de 36% no número de&amp;nbsp;adolescentes grávidas entre 1998&amp;nbsp;e 2008 – obtendo resultado ainda&amp;nbsp;mais expressivo no caso da segunda&amp;nbsp;gravidez, que diminuiu 47% na faixa&amp;nbsp;etária pesquisada.&lt;br /&gt;O decréscimo registrado em São&amp;nbsp;Paulo é resultado de políticas públicas&amp;nbsp;implantadas nos últimos 25&amp;nbsp;anos, que levam em conta outros&amp;nbsp;aspectos além da saúde e sexualidade&amp;nbsp;dos jovens, na avaliação de Albertina&amp;nbsp;Duarte, obstetra e ginecologista&amp;nbsp;que coordena o Programa Estadual&amp;nbsp;de Atendimento Integral à Saúde&amp;nbsp;do Adolescente desde a sua criação,&amp;nbsp;em 1986.&lt;br /&gt;O “divisor de águas”, segundo a&amp;nbsp;médica, aconteceu após a pesquisa&amp;nbsp;realizada entre 1990 e 1995, em&amp;nbsp;que se constatou que a maioria dos&amp;nbsp;jovens tem acesso à informação e&amp;nbsp;aos métodos contraceptivos. “Mas a&amp;nbsp;preocupação das meninas em agradar&amp;nbsp;e o medo de falhar dos meninos se&amp;nbsp;mostraram maiores que os cuidados&amp;nbsp;para o sexo seguro.”&amp;nbsp;“Isso mudou o enfoque da ‘informação’&amp;nbsp;para a ‘negociação do&amp;nbsp;vínculo’ entre os casais, o que inclui&amp;nbsp;um projeto de futuro e melhora da&amp;nbsp;própria autoimagem do jovem”, lembra&amp;nbsp;Albertina Duarte. “Quanto mais&amp;nbsp;inseguro o adolescente, maior a sua&amp;nbsp;dificuldade de assumir uma posição&amp;nbsp;diante do parceiro, o que é igual em&amp;nbsp;todas as classes sociais, mesmo nos&amp;nbsp;países mais desenvolvidos, evidenciando&amp;nbsp;o fracasso dos programas que&amp;nbsp;se concentram apenas nas ações que&amp;nbsp;incentivam o sexo seguro entre os&amp;nbsp;adolescentes como forma de evitar&amp;nbsp;a gravidez precoce.”&lt;br /&gt;A pesquisa deu novo eixo para&amp;nbsp;as abordagens sobre sexualidade e o&amp;nbsp;programa passou a incluir o plano de&amp;nbsp;vida dos adolescentes. Hoje muitos&amp;nbsp;postos de saúde do Estado trabalham&amp;nbsp;com “oficinas de sentimentos” que&amp;nbsp;recebem nomes sugestivos,&amp;nbsp;como “Fala de Menina/Fala de&amp;nbsp;Menino”, “Papo da Hora” ou “Plantão&amp;nbsp;de Emoções”. A implantação&amp;nbsp;desses grupos prioriza as áreas&amp;nbsp;de maior incidência de gravidez&amp;nbsp;na adolescência e existe pelo&amp;nbsp;menos um posto de referência&amp;nbsp;em cada região do&amp;nbsp;Estado. Outro atendimento,&amp;nbsp;o serviço telefônico&lt;br /&gt;gratuito, acessado por&amp;nbsp;adolescentes do Brasil&amp;nbsp;inteiro, é um bom indicativo&amp;nbsp;do acerto da&amp;nbsp;política adotada.&lt;br /&gt;Para ganhar espaço&amp;nbsp;no universo juvenil,&amp;nbsp;a proposta é não&amp;nbsp;deixar nenhum adolescente&amp;nbsp;sem atendimento&amp;nbsp;e uma forma de driblar&amp;nbsp;as agendas geralmente&amp;nbsp;lotadas dos médicos que&amp;nbsp;trabalham nos postos&amp;nbsp;de saúde foi incentivar&lt;br /&gt;atividades paralelas&amp;nbsp;nas chamadas “Casas&amp;nbsp;dos Adolescentes”, que&amp;nbsp;funcionam em pelo&amp;nbsp;menos 20 locais na&amp;nbsp;Capital, Grande São&amp;nbsp;Paulo e algumas cidades&amp;nbsp;do interior. Nas&amp;nbsp;casas, equipes multidisciplinares&amp;nbsp;interagem&lt;br /&gt;com garotas e&amp;nbsp;garotos, promovendo&amp;nbsp;desde discussões sobre&amp;nbsp;temas de interesse&amp;nbsp;comum até aulas de dança,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;culinária, ou mesmo o cultivo&amp;nbsp;de hortas que contribuem para&amp;nbsp;uma alimentação mais saudável,&amp;nbsp;além de melhorar a relação com&amp;nbsp;o grupo e ajudar o adolescente&amp;nbsp;a ganhar mais confiança na convivência&amp;nbsp;com seus parceiros. A&amp;nbsp;estimativa é que são atendidos&amp;nbsp;cerca de 200 jovens todos os dias&amp;nbsp;nesses locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_BGGMb9kCfs/Ths-0XudrtI/AAAAAAAAAIQ/nbMjLCNWBpA/s1600/imagem+grav.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-_BGGMb9kCfs/Ths-0XudrtI/AAAAAAAAAIQ/nbMjLCNWBpA/s1600/imagem+grav.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Fortalecendo laços&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;O fortalecimento de vínculos&amp;nbsp;sociais é uma forma de superar&amp;nbsp;a eventual ausência de uma&amp;nbsp;estrutura familiar mais sólida,&amp;nbsp;na opinião da psicóloga&amp;nbsp;Célia Brandão, que durante&amp;nbsp;anos participou do programa&amp;nbsp;desenvolvido pelo Hospital&amp;nbsp;Albert Einstein na favela de&amp;nbsp;Paraisópolis, com o objetivo de&amp;nbsp;realizar um trabalho preventivo&amp;nbsp;de atendimento psicológico à&amp;nbsp;gestante adolescente.&amp;nbsp;“São muitos os motivos que&amp;nbsp;tornam a adolescente mais vulnerável&amp;nbsp;a uma gravidez, mas&amp;nbsp;o principal deles é a falta de&amp;nbsp;um projeto de vida e de perspectiva&amp;nbsp;futura”, reconhece a&amp;nbsp;profissional. “A adolescência&amp;nbsp;é o momento de formação&amp;nbsp;escolar e de preparação para&amp;nbsp;o mundo do trabalho. A&amp;nbsp;ocorrência de uma gravidez&amp;nbsp;nessa fase, portanto, significa a interrupção,&amp;nbsp;o atraso ou até mesmo o&amp;nbsp;abandono desses processos.”&lt;br /&gt;A psicóloga avalia que a gravidez&amp;nbsp;inesperada nem sempre é indesejada,&amp;nbsp;pois muitas vezes a adolescente sonha&amp;nbsp;com o amor romântico e em formar&amp;nbsp;uma nova família que transforme&amp;nbsp;a imagem do próprio núcleo em que&amp;nbsp;foi criada. Mas há pouca clareza&amp;nbsp;entre as mulheres que engravidam&amp;nbsp;precocemente sobre o papel de um&lt;br /&gt;casal na criação de uma criança, o&amp;nbsp;que se agrava pelo fato de que 60%&amp;nbsp;são abandonadas pelos parceiros ainda&amp;nbsp;durante a gestação. “O medo da&amp;nbsp;dependência, da submissão, da perda&amp;nbsp;de liberdade, dos diferentes tipos&amp;nbsp;de abuso atribuídos à intimidade de&amp;nbsp;uma relação estável, está presente&amp;nbsp;em relatos de adolescentes grávidas”,&amp;nbsp;observa Célia Brandão.&lt;br /&gt;Outro aspecto destacado pela&amp;nbsp;psicóloga é a falta de apoio para que&amp;nbsp;a adolescente possa se desenvolver&amp;nbsp;como mãe. “A reação das famílias à&amp;nbsp;gravidez precoce oscila da agressão&amp;nbsp;à apatia permissiva, até a conduta&amp;nbsp;de superproteção – comportamentos&amp;nbsp;que não contribuem para que o&amp;nbsp;adolescente aprenda a lidar com a&amp;nbsp;nova situação de forma equilibrada&amp;nbsp;e responsável.”&amp;nbsp;Independentemente da situação&amp;nbsp;social e emocional, no entanto, as&amp;nbsp;duas especialistas concordam que&amp;nbsp;não se pode ignorar que a iniciação&amp;nbsp;sexual cada vez mais precoce é uma&amp;nbsp;das principais causas do aumento da&amp;nbsp;gravidez na adolescência, o que torna&amp;nbsp;fundamental o acesso à informação e&amp;nbsp;a métodos anticoncepcionais. Um dos&amp;nbsp;objetivos é reduzir o número de abortos,&amp;nbsp;estimado em cerca de 5% entre as&amp;nbsp;adolescentes. Em 2005, foram registrados&amp;nbsp;2.781 atendimentos de meninas&amp;nbsp;com idades entre 10 e 14 anos, relacionados&amp;nbsp;a complicações no pós-aborto&amp;nbsp;no Brasil. Dos 15 aos 19 anos, foram&amp;nbsp;contabilizados 46.504 atendimentos.&amp;nbsp;O que é certo é que, embora ilegal, o&amp;nbsp;aborto é praticado igualmente entre&amp;nbsp;todas as classes sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Eli Serenza - Revista + SAÚDE / &amp;nbsp;Ano 2 / N°6&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-8073408119727721483?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/8073408119727721483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/07/gravidez-na-adolescencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/8073408119727721483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/8073408119727721483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/07/gravidez-na-adolescencia.html' title='Gravidez na adolescência'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-kqDzQ8LxwZw/Ths8fwqc_II/AAAAAAAAAIM/ZF8BQv428Bg/s72-c/imagem+gravidez.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-5187849374361153814</id><published>2011-07-04T07:43:00.000-07:00</published><updated>2011-07-04T07:44:27.599-07:00</updated><title type='text'>Implantes na terceira idade</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jqHM_7fiHLA/ThHNZg-HMvI/AAAAAAAAAII/0Gr2buaYnwY/s1600/implantes+.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="216" src="http://2.bp.blogspot.com/-jqHM_7fiHLA/ThHNZg-HMvI/AAAAAAAAAII/0Gr2buaYnwY/s320/implantes+.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;PROCEDIMENTO COMEÇA A FORMAR UM NOVO NICHO NO MERCADO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Organização&amp;nbsp;Mundial de Saúde (OMS), a qualidade&amp;nbsp;de vida na terceira idade&amp;nbsp;pode ser definida como a manutenção&amp;nbsp;da saúde, em seu maior nível possível,&amp;nbsp;em todos os aspectos da vida humana:&lt;br /&gt;físico, social, psíquico e espiritual.&amp;nbsp;Um dos fatores mais importantes na&amp;nbsp;manutenção da saúde do idoso, do&lt;br /&gt;ponto de vista físico, é o cuidado&amp;nbsp;que se deve ter com a alimentação, já&amp;nbsp;que o tipo certo de alimento ingerido&lt;br /&gt;implica suprir o organismo com os nutrientes&amp;nbsp;necessários ao seu bom funcionamento&amp;nbsp;e à prevenção de vários&lt;br /&gt;riscos e doenças, como a obesidade,&amp;nbsp;nefropatias e diabetes.&lt;br /&gt;A boca é a porta de entrada de&amp;nbsp;nosso corpo para todos os alimentos,&amp;nbsp;e uma mastigação eficiente colabora&amp;nbsp;para que eles possam ser triturados&amp;nbsp;e reduzidos ao tamanho ideal para&amp;nbsp;serem deglutidos. Sem dentes, não&lt;br /&gt;há como haver esse processo e,&amp;nbsp;consequentemente, não é possível&amp;nbsp;ingerir todos os tipos de alimentos,&amp;nbsp;ocorrendo um comprometimento do&amp;nbsp;sistema digestivo e da saúde sistêmica.&amp;nbsp;Esta perda de elementos na boca&lt;br /&gt;implica uma mudança radical no tipo&amp;nbsp;de alimentação e, até mesmo, uma&amp;nbsp;alteração comportamental.&amp;nbsp;Pessoas da terceira idade, frequentemente,&amp;nbsp;precisam de atenção&amp;nbsp;redobrada no quesito saúde bucal,&amp;nbsp;pois o envelhecimento, por si só, já&amp;nbsp;traz uma série de problemas, como&amp;nbsp;a redução do fluxo salivar, lesões da&amp;nbsp;mucosa oral, gengivites, aumento e&amp;nbsp;retração gengival, diminuição do suporte&amp;nbsp;ósseo, cáries e, inclusive, câncer&amp;nbsp;oral. Estudos realizados pela OMS&amp;nbsp;indicam um aumento da população&amp;nbsp;com idade acima de 65 anos e um decréscimo&amp;nbsp;de idosos sem dentes, o que&amp;nbsp;envolverá mais cuidados odontológicos.&lt;br /&gt;No Brasil, assim como nos demais&amp;nbsp;países latino-americanos, o processo&amp;nbsp;de envelhecimento populacional é&lt;br /&gt;rápido e intenso. Até 2025, teremos&amp;nbsp;uma das maiores concentrações de&amp;nbsp;idosos do mundo, com previsão de&lt;br /&gt;14% do total da população.&amp;nbsp;Um dos procedimentos odontológicos&amp;nbsp;que, até então, julgava-se&amp;nbsp;desnecessário para os idosos vem&amp;nbsp;ganhando espaço e criando um novo&amp;nbsp;nicho específico de mercado. Implantes&amp;nbsp;dentários para a terceira idade têm&amp;nbsp;assumido um importante papel, pois,&amp;nbsp;além de otimizar a eficiência mastigatória,&amp;nbsp;se comparados ao uso das&amp;nbsp;próteses total e removível, também&amp;nbsp;melhoram a autoestima. Auxiliam,&amp;nbsp;ainda, o idoso a ter melhor qualidade&amp;nbsp;de vida e a ingestão correta dos nutrientes&amp;nbsp;que irão ajudar a manutenção&amp;nbsp;da saúde a partir desta etapa de vida. Para o odontogeriatra Fernando&amp;nbsp;Brunetti Montenegro, “é importante&amp;nbsp;salientar que o tipo ideal de implante&amp;nbsp;é aquele que o cirurgião-dentista&amp;nbsp;consciencioso, levando em conta os&amp;nbsp;fatores de saúde geral do paciente&amp;nbsp;idoso, vier a indicar para cada caso&amp;nbsp;em particular. Nem sempre o tipo mais&amp;nbsp;eficiente é o possível e o profissional&amp;nbsp;explicará o porquê”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Saúde do paciente&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;O idoso que pretende colocar&amp;nbsp;um implante dentário precisa ter a&amp;nbsp;consciência de que não basta querer&amp;nbsp;e pagar para ter. Há muitos problemas&amp;nbsp;que limitam o uso do implante&amp;nbsp;ou que, de certa forma, adiam o&lt;br /&gt;procedimento até que a doença esteja&amp;nbsp;controlada. Segundo Fernando&amp;nbsp;Montenegro, a cirurgia de implante&lt;br /&gt;não é indicada para quem tem osteoporose&amp;nbsp;diagnosticada e ativa e para&amp;nbsp;pacientes debilitados e anêmicos, por&amp;nbsp;não suportarem bem o ato cirúrgico&amp;nbsp;nem o pós-operatório. Outros, sem&amp;nbsp;o controle efetivo das doenças,&lt;br /&gt;como diabetes e hipertensão, precisam&amp;nbsp;esperar a estabilização para&amp;nbsp;que o procedimento seja realizado.&amp;nbsp;Há ainda pacientes que não podem&amp;nbsp;ingerir as medicações prescritas ou&amp;nbsp;fazer uso dos anestésicos e aqueles&amp;nbsp;que, cognitivamente, não cooperarão&amp;nbsp;para o sucesso da cirurgia por causa&amp;nbsp;da necessidade de higienização dos&lt;br /&gt;implantes e da boca como um todo.&lt;br /&gt;Em todos os casos em que há uma&amp;nbsp;doença manifestada, é necessário o&amp;nbsp;aval específico do médico assistente&amp;nbsp;para que os implantes não causem&amp;nbsp;nenhuma interferência no organismo.&amp;nbsp;Para a especialista em Endodontia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e Odontogeriatria Nedi Soledade&amp;nbsp;Miranda Rocha, os implantes também&amp;nbsp;são contraindicados em pacientes com&amp;nbsp;a Doença de Alzheimer, demências,&amp;nbsp;Aids, câncer, algumas cardiopatias,&amp;nbsp;infecções orais persistentes, grandes&amp;nbsp;reabsorções ósseas e com o uso de&amp;nbsp;alguns medicamentos, como os derivados&amp;nbsp;de bifosfonatos. “Os implantes&amp;nbsp;mais indicados em idosos são os os-&amp;nbsp;Odontogeriatria&amp;nbsp;seointegráveis rosqueáveis de titânio&amp;nbsp;que, na maioria, possuem algum tipo&amp;nbsp;de tratamento na superfície que irá&amp;nbsp;agilizar ou favorecer a cicatrização&amp;nbsp;óssea ao redor dele, promovendo a&amp;nbsp;osseointegração”, explica Nedi Soledade,&amp;nbsp;que também é vice-presidente&amp;nbsp;da seção Rio de Janeiro da Associação&amp;nbsp;Brasileira de Odontologia.&amp;nbsp;Infelizmente os custos envolvidos&amp;nbsp;com a técnica dos implantes ainda&amp;nbsp;são elevados em comparação aos&amp;nbsp;procedimentos usuais como as próteses&amp;nbsp;tradicionais, totais e removíveis.&amp;nbsp;Logo, um alcance social ainda é difícil&amp;nbsp;de ser obtido rapidamente. Segundo&amp;nbsp;Fernando Montenegro, para cada&amp;nbsp;estrato social, há um tipo de prótese&amp;nbsp;possível de ser realizada. “O importante&amp;nbsp;é reabilitar os pacientes idosos&amp;nbsp;o mais rápido possível, devolvendo&amp;nbsp;a função mastigatória (que ajuda na&amp;nbsp;recuperação de sua saúde geral) e&amp;nbsp;estética, ao restabelecer a autoestima&amp;nbsp;e a reinserção social”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luís Fernando Russiano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista + SAÚDE &amp;nbsp;| Abril/Maio/Junho 2011| Ano 2 &amp;nbsp;| Nº 6&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-5187849374361153814?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/5187849374361153814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/07/implantes-na-terceira-idade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/5187849374361153814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/5187849374361153814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/07/implantes-na-terceira-idade.html' title='Implantes na terceira idade'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-jqHM_7fiHLA/ThHNZg-HMvI/AAAAAAAAAII/0Gr2buaYnwY/s72-c/implantes+.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-2075871252373297093</id><published>2011-06-27T07:44:00.000-07:00</published><updated>2011-06-27T07:44:16.809-07:00</updated><title type='text'>TUBERCULOSE: Ilustre desconhecida</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-oSFbhP8iE0o/TgiN-GsiUxI/AAAAAAAAAIE/k4RBOnYjdy4/s1600/imagem.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="228" src="http://1.bp.blogspot.com/-oSFbhP8iE0o/TgiN-GsiUxI/AAAAAAAAAIE/k4RBOnYjdy4/s320/imagem.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Somente 1% da população sabe como se dá o&amp;nbsp;contágio da doença.&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela já faz parte de milhares de&amp;nbsp;romances , foi chamada de&amp;nbsp;“Mal do Século” e chegou a&amp;nbsp;dizimar populações. Causa quase&amp;nbsp;cinco mil mortes ao ano no Brasil e,&amp;nbsp;mesmo com 80 mil novas infecções&amp;nbsp;notificadas, a tubercolose é ainda&amp;nbsp;uma desconhecida ilustre. E pior, o&amp;nbsp;País está atualmente entre os 22 no&amp;nbsp;mundo que concentram 80% dos&amp;nbsp;casos da doença.&lt;br /&gt;Pesquisa do Instituto Datafolha,&amp;nbsp;encomendada pela Sociedade Brasileira&amp;nbsp;de Pneumologia e Tisiologia&amp;nbsp;(SBPT) e divulgada no f inal de&amp;nbsp;2010, com 2.242 entrevistados&amp;nbsp;de 143 municípios, revelou&amp;nbsp;que, das 94% pessoas que&amp;nbsp;afirmaram conhecer a&amp;nbsp;tuberculose, somente&amp;nbsp;1% mencionou corretamente&amp;nbsp;que sua&amp;nbsp;forma de contágio se&amp;nbsp;dá pelo contato, por&amp;nbsp;vias áreas, com outra&amp;nbsp;pessoa afetada.&amp;nbsp;A tuberculose é&amp;nbsp;uma doença infecciosa&amp;nbsp;causada pelo Mycobacterium&amp;nbsp;tuberculosis, ou bacilo de&amp;nbsp;Koch. “São eliminadas, pelo espirro&amp;nbsp;e tosse, partículas que ficam determinado&amp;nbsp;tempo suspensas no ar. Em&amp;nbsp;contato prolongado e inalando estas&amp;nbsp;partículas, a pessoa se contamina&amp;nbsp;com o bacilo”, explica o pneumologista&amp;nbsp;Marcelo Fouad Rabahi, presidente&amp;nbsp;da Comissão de Tuberculose&amp;nbsp;da SBPT (DF).&amp;nbsp;Segundo ele, a maioria das pessoas&amp;nbsp;que inala o bacilo não terá a&amp;nbsp;doença manifestada. Isso porque,&amp;nbsp;quando instalado, o bacilo fica no&amp;nbsp;organismo de forma latente.&lt;br /&gt;Para a professora&amp;nbsp;da Disciplina de&amp;nbsp;Infectologia da&amp;nbsp;Universidade&amp;nbsp;Federal de&amp;nbsp;São Paulo&amp;nbsp;(Unifesp) ,&amp;nbsp;Denise Rodrigues,&amp;nbsp;de&amp;nbsp;5% a 10%&amp;nbsp;dos infectados&amp;nbsp;contrairão&amp;nbsp;a doença.&lt;br /&gt;“Isso dependerá&amp;nbsp;muito do estado imunológico para&amp;nbsp;a tuberculose se manifestar. A pessoa&amp;nbsp;pode ter inalado o bacilo hoje&amp;nbsp;e logo ter o problema, ou demorar&amp;nbsp;vários anos para que isso aconteça”,&amp;nbsp;elucida.&lt;br /&gt;Segundo os médicos, 90% dos&amp;nbsp;episódios são de tuberculose pulmonar,&amp;nbsp;mas o bacilo também pode&amp;nbsp;acometer e comprometer as funções&amp;nbsp;de outras regiões do corpo. “Quando&amp;nbsp;o bacilo é inalado, ele cai eventualmente&amp;nbsp;na corrente sanguínea e pode&amp;nbsp;atingir qualquer órgão do corpo,&amp;nbsp;com possibilidade de se instalar no&amp;nbsp;cérebro, olho, serosas (pleura, pericárdio,&amp;nbsp;peritônio), rim, intestino,&amp;nbsp;ossos. Quando ocorre uma queda de&amp;nbsp;defesa, é possível que a doença extrapulmonar&amp;nbsp;se manifeste”, comenta&amp;nbsp;o pneumologista Marcelo Rabahi.&lt;br /&gt;As pessoas mais propensas a ter&amp;nbsp;tuberculose são aquelas cujo estado&amp;nbsp;imunológico está mais debilitado,&amp;nbsp;como pacientes com câncer, HIV&amp;nbsp;ou imunossuprimidas por outras&amp;nbsp;disfunções. O contato constante&amp;nbsp;com o bacilo pode se dar quando&amp;nbsp;o indivíduo está em locais onde há&amp;nbsp;pessoas com a doença – presídios&amp;nbsp;e hospitais, por exemplo. Por outro&amp;nbsp;lado, medidas simples, como o uso&amp;nbsp;de máscaras, podem evitar a disseminação&amp;nbsp;do bacilo.&lt;br /&gt;Familiares de pacientes infectados&amp;nbsp;também precisam se precaver,&amp;nbsp;alertam os especialistas. “Não é&amp;nbsp;preciso separar copos e talheres da&amp;nbsp;casa por causa da pessoa com tuberculose,&amp;nbsp;pois o contato é feito mais&amp;nbsp;por tosse. Essa pessoa que convive&amp;nbsp;com o paciente também deve fazer&amp;nbsp;exames, como raios X, para que o&amp;nbsp;diagnóstico seja feito o mais precocemente&amp;nbsp;possível e, assim, quebrarmos&amp;nbsp;a cadeia de transmissão”,&amp;nbsp;reforça Denise Rodrigues.&lt;br /&gt;O principal sintoma da tuberculose&amp;nbsp;é a tosse persistente por mais&amp;nbsp;de duas a três semanas com escarro&amp;nbsp;(catarro). Quando não tratada precoce&amp;nbsp;e adequadamente, o paciente&amp;nbsp;contaminado pode transmitir a doença&lt;br /&gt;para dezenas de pessoas.&amp;nbsp;Seu diagnóstico é feito por meio&amp;nbsp;do teste do escarro (baciloscopia) e&amp;nbsp;o tratamento é composto de quatro&amp;nbsp;medicamentos (rifampicina, isoniazida,&amp;nbsp;pirazinamida e etambutol)&amp;nbsp;distribuídos gratuitamente pela rede&amp;nbsp;pública de saúde. O procedimento&amp;nbsp;é padronizado, a duração é de seis&amp;nbsp;meses e, seguindo de maneira certa e&amp;nbsp;ininterruptamente, os resultados satisfatórios&amp;nbsp;chegam à casa dos 100%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Diferentemente da pneumonia,&amp;nbsp;cuja bactéria se desenvolve rapidamente,&amp;nbsp;a da tuberculose é mais&amp;nbsp;lenta e a medicação é usada durante&amp;nbsp;o período de crescimento do&amp;nbsp;bacilo. Por isso, é importante fazer&amp;nbsp;o tratamento até o final. Em geral,&amp;nbsp;a pessoa, logo nos primeiros meses,&amp;nbsp;se sente melhor e interrompe o tratamento&amp;nbsp;por achar que está curada,&amp;nbsp;mas o bacilo cresce e o paciente se&amp;nbsp;agrava”, salienta Marcelo Rabahi.&lt;br /&gt;Há como prevenir a tuberculose?&amp;nbsp;Os médicos recomendam dar mais&amp;nbsp;atenção para o sistema imunológico,&amp;nbsp;mantendo uma alimentação saudável,&amp;nbsp;sono apropriado e evitar abusos&amp;nbsp;(álcool, drogas e fumo).&lt;br /&gt;Fonte: Revista + SAÚDE | Ano 2 &amp;nbsp;| N° 6&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-2075871252373297093?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/2075871252373297093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/06/tuberculose-ilustre-desconhecida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/2075871252373297093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/2075871252373297093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/06/tuberculose-ilustre-desconhecida.html' title='TUBERCULOSE: Ilustre desconhecida'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-oSFbhP8iE0o/TgiN-GsiUxI/AAAAAAAAAIE/k4RBOnYjdy4/s72-c/imagem.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-428781613697107694</id><published>2011-06-20T08:47:00.000-07:00</published><updated>2011-06-20T08:49:13.896-07:00</updated><title type='text'>Pré-eclampsia</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;u&gt;GESTAÇÃO PERIGOSA&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-t_TcbUBNxaU/Tf9pUSdOdPI/AAAAAAAAAIA/N6RZYqCvf7k/s1600/gesta%25C3%25A7%25C3%25A3o+de+risco.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="218" src="http://3.bp.blogspot.com/-t_TcbUBNxaU/Tf9pUSdOdPI/AAAAAAAAAIA/N6RZYqCvf7k/s320/gesta%25C3%25A7%25C3%25A3o+de+risco.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;u&gt; &amp;nbsp;Atenção à pressão arterial é primordial para as futuras mães.&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fôssemos descrever o termo “gerar&amp;nbsp;um filho”, poderíamos resumir&amp;nbsp;o tema em uma palavra: cuidado.&amp;nbsp;A futura mãe deve estar atenta a uma&amp;nbsp;série de recomendações para que a gravidez&amp;nbsp;seja saudável tanto para ela como&amp;nbsp;para o bebê. No rol desses cuidados está&amp;nbsp;a pressão arterial, “termômetro” que,&amp;nbsp;sem controle, proporciona complicações&amp;nbsp;diversas e graves. A pré-eclampsia é&amp;nbsp;uma delas, podendo se agravar para a&lt;br /&gt;eclampsia e a Síndrome de HELLP (sigla&amp;nbsp;em inglês de Hemolysis Elevated Liver&amp;nbsp;Low Platelets).&amp;nbsp;O obstetra do Hospital e Maternidade&amp;nbsp;Santa Joana (SP), Mário Macoto,&amp;nbsp;explica que a pré-eclampsia é a hipertensão&lt;br /&gt;arterial associada a edemas&amp;nbsp;generalizados, bem como à proteinúria,&amp;nbsp;que é perda de proteína pela urina após&lt;br /&gt;a vigésima semana de gestação (entre o&amp;nbsp;quarto e o quinto mês), apresentando-se&amp;nbsp;na forma leve ou grave. Já a eclampsia&amp;nbsp;é o desenvolvimento de convulsões em&amp;nbsp;gestantes com sinais de pré-eclampsia.&lt;br /&gt;“A presença de hemólise (ruptura&amp;nbsp;de glóbulos vermelhos), elevação de&amp;nbsp;enzimas hepáticas e diminuição das&amp;nbsp;plaquetas (plaquetopenia) em gestante&amp;nbsp;com pré-eclampsia grave e eclampsia&amp;nbsp;é definida como síndrome de HELLP”,&amp;nbsp;diz. Segundo ele, além do aumento&amp;nbsp;de pressão arterial e inchaço, cefaleia,&amp;nbsp;turvação visual e epigastralgia (dor&amp;nbsp;estomacal) são outros agravantes do&amp;nbsp;problema.&lt;br /&gt;Dados da Sociedade Brasileira de&amp;nbsp;Hipertensão (SBH) mostram que a hipertensão&amp;nbsp;arterial é um dos principais&lt;br /&gt;fatores de risco para doença cardiovascular&amp;nbsp;nas mulheres e ganha mais&amp;nbsp;destaque na gravidez. Pressão alta&lt;br /&gt;nesta fase é relativamente frequente&amp;nbsp;– abrangendo de 10% a 15% das gestantes.&amp;nbsp;A incidência da pré-eclampsia&amp;nbsp;no mundo fica em torno de 2% a&amp;nbsp;10%, sendo estimados 5% de casos&amp;nbsp;no País. “O seu estudo se justifica por&amp;nbsp;ser responsável por 37% das mortes&amp;nbsp;maternas diretas no Brasil”, acrescenta&amp;nbsp;o obstetra do Hospital Santa Joana.&amp;nbsp;Não se sabe ao certo quais são&amp;nbsp;as causas da pré-eclampsia, porém&amp;nbsp;existem indícios a serem considerados&amp;nbsp;como má adaptação do leito vascular&amp;nbsp;da placenta no útero – denominada&amp;nbsp;placentação insuficiente –, questões&amp;nbsp;imunológicas e genéticas. As “mães de&amp;nbsp;primeira viagem” (primigestas), mulheres&amp;nbsp;com histórico de hipertensão arterial&amp;nbsp;prévia à gestação, diabetes, doença&amp;nbsp;renal, doenças do colágeno, estados&lt;br /&gt;trombofílicos, obesidade e antecedente&amp;nbsp;familiar de hipertensão são suscetíveis&amp;nbsp;a desenvolver pré-eclampsia.&lt;br /&gt;Para Maria Rita Lemos Bortolotto,&amp;nbsp;médica assistente da Clínica Obstétrica&amp;nbsp;do Hospital das Clínicas de São&lt;br /&gt;Paulo (HCFMUSP), e Luiz Bortolotto,médico da SBH e diretor da Unidade&amp;nbsp;de Hipertensão do InCor, considera-se&amp;nbsp;hipertensão na gravidez o mesmo índice&amp;nbsp;usado à população, ou seja, quando&amp;nbsp;fica maior ou igual a 14 por 9 (≥ 140&amp;nbsp;mmHg x 90 mmHg). “Para o controle&amp;nbsp;da pressão, na primeira metade da gravidez&amp;nbsp;o objetivo é a normalização da&amp;nbsp;pressão arterial, 12 por 8, e na segunda&amp;nbsp;metade é reduzir em 25% a 30% os&lt;br /&gt;níveis da pressão, para garantir melhorperfusão da placenta”, respondem.&lt;br /&gt;Em virtude das disfunções no&amp;nbsp;organismo das mães, os profissionais&amp;nbsp;completam que repercussões podem&lt;br /&gt;acometer o feto, como restrição de&amp;nbsp;crescimento, prematuridade e até óbito&amp;nbsp;intrauterino ou neonatal. Já na mulher,&amp;nbsp;se não há tratamento prévio e adequado,&amp;nbsp;podem ocorrer complicações&amp;nbsp;importantes como edema pulmonar,&amp;nbsp;acidentes vasculares cerebrais (AVCs),&amp;nbsp;infarto agudo do miocárdio e até morte&lt;br /&gt;materna.&lt;br /&gt;Estima-se também que aumentam&amp;nbsp;em 30% as chances de uma mãe que já&amp;nbsp;teve pré-eclampsia passar novamente&amp;nbsp;pela situação. Por isso, redobrar a&amp;nbsp;atenção e ter acompanhamento médico&amp;nbsp;nesse período é extremamente&amp;nbsp;necessário.&lt;br /&gt;Nas formas mais leves da préeclampsia,&amp;nbsp;recomendam-se repouso&amp;nbsp;e dieta hipossódica e, se for preciso,&lt;br /&gt;tratamento medicamentoso para controlar&amp;nbsp;a pressão. “Já nos casos graves,&amp;nbsp;a paciente sempre deve permanecer&amp;nbsp;internada, e é indicada a antecipação&amp;nbsp;do parto, variando conforme o estado&amp;nbsp;clínico materno e fetal”, salientam&amp;nbsp;os doutores Luiz Bortolotto e Maria&lt;br /&gt;Rita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Keli Vasconcelos &amp;nbsp;- Revista + SAÚDE &amp;nbsp;- &amp;nbsp;Ano 2, N°6&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-428781613697107694?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/428781613697107694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/06/pre-eclampsia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/428781613697107694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/428781613697107694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/06/pre-eclampsia.html' title='Pré-eclampsia'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-t_TcbUBNxaU/Tf9pUSdOdPI/AAAAAAAAAIA/N6RZYqCvf7k/s72-c/gesta%25C3%25A7%25C3%25A3o+de+risco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-568816771220166519</id><published>2011-06-16T11:38:00.000-07:00</published><updated>2011-06-16T11:38:30.901-07:00</updated><title type='text'>Maturidade e dedicação</title><content type='html'>Ginecologista e obstetra,&amp;nbsp;graduado em julho de 1995, pela&amp;nbsp;Universidade Federal de Pelotas,&amp;nbsp;fez sua residência e especialização no&amp;nbsp;Hospital Nossa Senhora da Conceição&amp;nbsp;em Porto Alegre.&amp;nbsp;Além de plantão no Hospital São&amp;nbsp;Camilo e do atendimento em seu&amp;nbsp;consultório, o Dr. Marcelo está na&amp;nbsp;Porto Alegre Clínicas desde fevereiro&amp;nbsp;de 1999, portanto há 13 anos, onde&amp;nbsp;atende seu maior número de pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relata ainda que hoje, por exemplo,há sete gestantes para parto a qualquer&amp;nbsp;momento, o que o fará circular&lt;br /&gt;entre os Hospitais Divina Providência,&amp;nbsp;Ernesto Dornelles, Mãe de Deus e Moinhos&amp;nbsp;de Vento a qualquer momento do&amp;nbsp;dia ou da noite.&amp;nbsp;Sendo assim, casado com Viviane,&amp;nbsp;uma jovem professora, pai de Camile&lt;br /&gt;de apenas 3 anos e seis meses, Dr.&amp;nbsp;Marcelo diz que seu lazer é estar com&amp;nbsp;a família, aproveitando ao máximo a&amp;nbsp;esposa e a filha, seja em casa, no parque,&amp;nbsp;no shopping, cinema etc...&lt;br /&gt;Questionado sobre como se sente&amp;nbsp;na Porto Alegre Clínicas, diz que adora&lt;br /&gt;trabalhar na Clínica, onde já alcançou&amp;nbsp;um patamar de maturidade tal, que&amp;nbsp;salário não é o que mais importa, pois&amp;nbsp;importam também as relações com&amp;nbsp;todos os colegas e com nosso Diretor,&amp;nbsp;Dr. Alexandre Diamante, e a liberdade&amp;nbsp;que adquiriu no decorrer desse tempo,&amp;nbsp;que lhe permite opinar, criticar, sugerir&amp;nbsp;melhorias etc.&lt;br /&gt;Quando perguntamos ao Dr. Marcelo&amp;nbsp;sobre o que fez para se tornar uma&amp;nbsp;das unanimidades entre nossas beneficiárias,&amp;nbsp;este médico de sorriso fácil&amp;nbsp;diz que imagina que, além do tempo&amp;nbsp;de empresa, deva oferecer segurança&amp;nbsp;e tranquilidade às suas pacientes&amp;nbsp;porque tem um jeito calmo, acessível&amp;nbsp;e disponível. Além disso, uma paciente&amp;nbsp;o recomenda para a outra, mães para&amp;nbsp;filhas, enfim, se diz um privilegiado&amp;nbsp;Serviço&amp;nbsp;Maturidade e Dedicação&amp;nbsp;Com mais de 4.000 partos realizados, o Dr. Marcelo de Almeida Quadros&amp;nbsp;se diz um profissional realizado&amp;nbsp;e totalmente realizado com sua profissão&amp;nbsp;e, sobretudo na Porto Alegre&amp;nbsp;Clínicas, onde também já se sente em&amp;nbsp;casa devido aos laços tão fortes que estabeleceu.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Syd3xiidwdc/TfpLc0WORbI/AAAAAAAAAH0/gBk8uUUZ0oE/s1600/%252Bsaude+.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-Syd3xiidwdc/TfpLc0WORbI/AAAAAAAAAH0/gBk8uUUZ0oE/s320/%252Bsaude+.jpg" width="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-568816771220166519?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/568816771220166519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/06/maturidade-e-dedicacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/568816771220166519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/568816771220166519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/06/maturidade-e-dedicacao.html' title='Maturidade e dedicação'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Syd3xiidwdc/TfpLc0WORbI/AAAAAAAAAH0/gBk8uUUZ0oE/s72-c/%252Bsaude+.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-1011277221850250727</id><published>2011-06-01T06:55:00.000-07:00</published><updated>2011-06-01T06:56:40.302-07:00</updated><title type='text'>Dirigir</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-large;"&gt;Freie o Medo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 14pt;"&gt;Terapia e aulas especiais combatem o pavor&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 14pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CLSwsupo9zg/TeZEaCoHrNI/AAAAAAAAAHw/Ebq3q20ESxA/s1600/%252BSa%25C3%25BAde+Magazine+5%25C2%25AA+edi%25C3%25A7%25C3%25A3o.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://3.bp.blogspot.com/-CLSwsupo9zg/TeZEaCoHrNI/AAAAAAAAAHw/Ebq3q20ESxA/s320/%252BSa%25C3%25BAde+Magazine+5%25C2%25AA+edi%25C3%25A7%25C3%25A3o.bmp" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;S&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;udorese, tremor nas pernas, boca seca, tensão muscular em especial na região cervical, mãos frias, calor no rosto, diarreia. Estes são alguns dos sintomas que pessoas com medo de dirigir sentem quando se deparam com o maior “inimigo”: o volante. Atividades comuns para milhões de motoristas como ligar o motor ou sair da garagem são martírio para cerca de 10% dos brasileiros habilitados. A parcela mais afetada é de mulheres entre 30 e 45 anos, de acordo com pesquisa desenvolvida pela psicóloga Neuza Corassa, especialista em medos e fobias e integrante do CPEM – Centro de Psicologia Especializado em Medos (www.medos.com.br), em Curitiba (PR). De cada 10 pacientes que procuram seu consultório, oito já têm a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e automóvel. Segundo a profissional, muitas mulheres acabam deixando o carro em casa para não enfrentar a situação, que denominou Síndrome do Carro na Garagem. “Comecei a estudar o assunto em 1996, com mães que levavam os filhos e seus maridos às consultas porque o carro delas ficava na garagem”, conta a autora do livro&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Vença o medo de dirigir – como superarse e conduzir o volante da própria vida&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;(Editora Gente). Detalhistas, pontuais, extremamente responsáveis e perfeccionistas são as que mais sofrem. “Hoje, as mulheres precisam do carro, mas o medo as domina e se sentem incapazes de estar na rua. Isto se encaixa em dois pontos: o perfil perfeccionista, a ansiedade e o medo de errar e serem repreendidas, além da visão distorcida de que o trânsito não foi feito para elas”, completa Neuza. Os gatilhos podem estar relacionados também a traumas (acidentes, atropelamentos) ou outros medos irracionais, como achar que o auto “tem vida própria” e não conseguem controlá-lo. Um fato interessante recai sobre aqueles que convivem com outros com medo de dirigir. Isso acaba por potencializar a fobia. “É o reforço dos pensamentos negativos em relação àquela situação que a pessoa vivencia no seu dia a dia", analisa a psicóloga Salete Coelho Martins, fundadora da Clínica- Escola Psicotran, também em Curitiba. “Tenho vários relatos de pacientes que mostram ter medo até de andar como passageiros. E isso pode acontecer ora porque o condutor corre muito, ora porque tem comportamento agressivo ao dirigir; ou ainda não tem paciência com outros motoristas”, exemplifica Salete Martins, da Psicotran. Já para Neuza Corassa: “Na maioria dos casos não há nenhuma relação. Muitas pessoas que têm medo de dirigir são ótimas ‘copilotos’, indicam trajetos e ruas, pois se sentem livres da crítica que as atormentam quando estão na direção”. Na série de entrevistas que Salete realiza na clínica-escola, a psicóloga destaca o caso da professora Maria Helena (nome fictício), de 43 anos. Quando ela tentava dirigir, sentia que não fazia parte do trânsito. Para ela, era difícil lidar com o novo, imprevistos e, quando estava dentro do veículo, parecia que não dominava a situação. A médica trabalhou a autoestima dessa paciente, ensinando o domínio do veículo, o que foi fundamental para sua independência. O tratamento para o problema envolve Terapia Cognitiva Comportamental, ou seja, a mudança de comportamento no trânsito. Este é o principal intuito de escolas para pessoas habilitadas. É realizado um estudo individual, em que o paciente conta seu histórico e relação com o auto,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;além de aulas práticas com auxílio do psicólogo e instrutores capacitados. Salete Martins, da Psicotran, explica: “Antes de iniciar qualquer tratamento, faço uma avaliação individual e crio um plano terapêutico. Saio com o paciente e vou junto fazer suas atividades de carro e de preferência com ele dirigindo. O objetivo é inserir o veículo na vida do paciente gradativamente”, pontua. Os consultórios especializados também trabalham com pessoas não habilitadas, corrigindo a ansiedade no momento dos exames preparatórios para conseguir a habilitação. Fazer relaxamento e trabalhar a respiração, traçar pequenos trajetos, como ir à padaria ou ao supermercado mais próximos, ligar e desligar o motor, entrar e sair do carro, estacionar na garagem são algumas das dicas para conduzir de maneira mais confortável.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 2, nº5. Janeiro/Fevereiro/Março - 2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-1011277221850250727?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/1011277221850250727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/06/dirigir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/1011277221850250727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/1011277221850250727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/06/dirigir.html' title='Dirigir'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-CLSwsupo9zg/TeZEaCoHrNI/AAAAAAAAAHw/Ebq3q20ESxA/s72-c/%252BSa%25C3%25BAde+Magazine+5%25C2%25AA+edi%25C3%25A7%25C3%25A3o.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-8758313267399081292</id><published>2011-05-24T08:08:00.000-07:00</published><updated>2011-05-24T08:19:55.065-07:00</updated><title type='text'>Saúde Bucal</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;Alimentos para os dentes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 18pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Uma dieta equilibrada contribui para&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;manter a&amp;nbsp;boca saudável&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-w5hShZn0PSs/TdvJrFSTWxI/AAAAAAAAAHs/u6vBAPzXxwk/s1600/4%25C2%25AA+%252BSA%25C3%259ADE+MAGAZINE.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;img border="0" height="254" src="http://1.bp.blogspot.com/-w5hShZn0PSs/TdvJrFSTWxI/AAAAAAAAAHs/u6vBAPzXxwk/s320/4%25C2%25AA+%252BSA%25C3%259ADE+MAGAZINE.bmp" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: RotisSemiSansBold; font-size: x-large;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="display: inline !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="display: inline !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se você ainda é uma daquelas pessoas para quem uma boa higiene da boca depende exclusivamente do uso da escova, pasta e fio dental, prepare-se para dar uma reciclada em seus conhecimentos a partir da utilização do conceito dos alimentos funcionais. Muito se sabe, atualmente, sobre os benefícios para a saúde de um indivíduo e de sua atuação específica em alguns órgãos do corpo humano. A novidade agora é que os nutrientes que ingerimos a cada refeição também atuam na melhoria da saúde bucal. De acordo com Marcelo Monazzi, especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial da Unesp de Araraquara, diversos alimentos colaboram para a promoção e manutenção da saúde bucal, tanto do ponto de vista sistêmico, isto é, aqueles que darão o suporte nutritivo para a formação das estruturas dentais e do sistema estomatognático (elementos que fazem parte das funções: fonação, mastigação, respiração e deglutição), quanto do ponto de vista local, em que os resíduos alimentares agirão de maneira positiva ou negativa dentro da boca da pessoa que ingeriu esse alimento. “Já na gestação a dieta da mãe deve incorporar alimentos ricos em sais minerais, cálcio e vitaminas A e D, pois dessa forma a mãe estará ajudando no desenvolvimento saudável das estruturas bucais do seu filho”, acrescenta Monazzi. Alimentos hipercalóricos, que na maioria são de consistência mole e pastosa, favorecem a instalação da cárie e de doenças na gengiva. Já os mais rígidos, secos e fibrosos tendem a melhorar a saúde bucal. Proteínas, verduras, legumes e frutas, por exemplo, são alimentos que não causam cárie e ainda geram substâncias necessárias para a formação de dentes fortes. As verduras e frutas ajudam, ainda, no desenvolvimento das estruturas ósseas e musculares do processo mastigatório, pois, em virtude da sua consistência, promovem o “exercício” necessário para uma mastigação correta, além de agirem como uma espécie de “detergente” ao limpar a superfície do dente. Em contrapartida, as balas, chocolates e refrigerantes são prejudiciais, já que os açúcares favorecem a liberação de ácidos e contribuem para o início dos processos cariosos. Desde o nascimento para Maria Lucia Zarvos Varellis, pós-graduada em Ortopedia Funcional dos Maxilares com ênfase em Reabilitação Neuroclusal, com a modernidade e os alimentos cada vez mais moles, assiste-se hoje a uma geração que necessita de expansão óssea, por causa da falta de estimulação. “Todos os &amp;nbsp;indivíduos deveriam nascer de parto normal. A mandíbula está retroposicionada para facilitar a passagem do bebê pelo canal vaginal. Assim que ele começa a mamar no peito da mãe, a mandíbula e seus côndilos são estimulados pelo movimento de ordenha das mamas, o que favorece o crescimento ósseo e traz a mandíbula para a posição correta em relação ao crânio. Se a via de alimentação escolhida for a mamadeira, este estímulo não vai ocorrer”, explica. Varellis salienta ainda que “todos os alimentos exigem do sistema estomatognático uma função adequada que colaborará para a saúde bucal. Os brasileiros têm como alimentação básica o feijão e o arroz, o que torna a mastigação escassa e impede a ação enzimática e consequente absorção do nutriente”. Para ilustrar o assunto, a especialista citou o caso de uma criança de quatro anos de idade com mordida cruzada anterior e que, com a simples introdução no cardápio de meia espiga de milho cozido ao dia, conseguiu reverter o processo em aproximadamente um mês.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O segredo para manter a boca sempre saudável é, portanto, fazer uma dieta equilibrada sem comer alimentos em demasia, mesmo aqueles que agem em prol da saúde bucal; e não esquecer de utilizar, após as refeições, todos os produtos que estamos acostumados para fazer a higiene da boca. Aproveite, então, cada alimento que consumir e tire o melhor proveito dele.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº4. Outubro/Novembro/Dezembro - 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-8758313267399081292?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/8758313267399081292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/05/saude-bucal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/8758313267399081292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/8758313267399081292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/05/saude-bucal.html' title='Saúde Bucal'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-w5hShZn0PSs/TdvJrFSTWxI/AAAAAAAAAHs/u6vBAPzXxwk/s72-c/4%25C2%25AA+%252BSA%25C3%259ADE+MAGAZINE.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-4528450731709800414</id><published>2011-05-17T06:56:00.000-07:00</published><updated>2011-05-17T07:27:26.074-07:00</updated><title type='text'>Saúde Bela</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: x-large;"&gt;Beleza Prolongada&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: white; font-family: RotisSerifBold; font-size: 14pt;"&gt;Técnica deve ser feita por profissional especializado&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: white; font-family: RotisSerifBold; font-size: 14pt;"&gt;para evitar riscos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: RotisSerifBold; font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Helvetica-Bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-eIcAt2T9R9U/TdJ9L1Tq21I/AAAAAAAAAHo/j-ScJSmZyqo/s1600/4%25C2%25AA+%252BSA%25C3%259ADE+MAGAZINE.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="199" src="http://2.bp.blogspot.com/-eIcAt2T9R9U/TdJ9L1Tq21I/AAAAAAAAAHo/j-ScJSmZyqo/s320/4%25C2%25AA+%252BSA%25C3%259ADE+MAGAZINE.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Helvetica-Bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Helvetica-Bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Helvetica-Bold;"&gt;A&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: RotisSemSerif;"&gt;beleza reserva uma série de instrumentos para que mulheres e homens fiquem com a aparência melhor. Embora um rosto bem emoldurado com base, rímel, lápis para lábios e sobrancelhas garanta elogios e elevação da autoestima, o ritual diário de embelezamento demanda tempo e custos. Para facilitar a vida de quem tem pouco tempo e domínio para se maquiar, existe no mercado o procedimento de micropigmentação, ou maquiagem permanente. “Muitos usam o termo maquiagem definitiva para a micropigmentação, o que dá a entender que não são necessários retoques, o que não é verdade. É preciso o retoque depois de um ano e meio a dois anos na região aplicada”, comenta Elias William, supervisor de vendas da Fujii Cosméticos, empresa de São Paulo, que oferece cursos de micropigmentação. “Existem dois tipos de micropigmentação: a facial – para olhos, sobrancelha e boca – a paramédica, para correção aureolar, vitiligo e até casos de lábio leporino”, completa William. No procedimento, aplicam-se os pigmentos com um dermógrafo, aparelho no qual há uma agulha descartável &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: RotisSemSerif;"&gt;na extremidade. Esta perfura o local que recebeu anteriormente anestesia tópica. Os pigmentos são inorgânicos, diferentes dos utilizados na tatuagem, e a técnica não atinge as camadas mais profundas da pele, permitindo uma coloração mais natural e menos agressividade cutânea, explica a dermatologista Eliandre Costa Palermo, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica – SBCD. “A aplicação é feita na epiderme – a camada mais externa da pele –, o que gera um trauma dérmico muito menor que o da tatuagem.” Eliandre enfatiza que a maquiagem “definitiva” pode corrigir pequenas imperfeições e cicatrizes na face, mas não é indicada para disfarçar estrias, por exemplo. Os especialistas informam que peles mais escuras têm riscos de manchas – em virtude da produção de melanina –, o que redobra a atenção quando se opta pela técnica. Vale lembrar que é importante mencionar ao profissional sobre histórico de alergias e herpes labial antes do processo. É feito, inclusive, um teste alérgico, colocando um pouco do pigmento atrás da orelha e deixando-o por cerca de 30 dias. Caso não haja reações adversas parte-se para este trabalho, que dura em média entre uma hora e meia e duas horas, dependendo do local da aplicação. “O que demora não é a técnica e sim o desenho. primeiro o profissional faz uma maquiagem comum na região desejada, mostra à cliente como ficaria e, caso esteja satisfeita, é feito em seguida o procedimento. O objetivo é que fique o mais natural possível, sem ser radical e modificar demais a fisionomia da pessoa”, acrescenta Elias William, da Fujii Cosméticos. Depois da aplicação, é aconselhável que a pessoa não tome sol diretamente por volta de 15 dias, além de evitar banhos muito quentes&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: RotisSemSerif;"&gt;e friccionar a região sensibilizada. “O procedimento é pouco complexo, feito com anestesia tópica, e pode provocar inchaço e sensibilidade por até dois dias. As sobrancelhas são os locais que incham menos, enquanto os lábios incham mais. Recomenda-se aplicar gelo nas áreas afetadas e, no caso dos olhos, utilizar óculos escuros e evitar a exposição ao sol”, informa Eliandre Palermo. E quando existe o arrependimento, há como “consertar”? Técnicas mais avançadas como a aplicação de ácidos e &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: RotisSemiSansLightItalic;"&gt;lasers &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: RotisSemSerif;"&gt;são algumas das ferramentas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: RotisSemSerif;"&gt;para amenizar o efeito indesejado. “Há situações em que a pessoa fica com a sobrancelha em um tom mais azul ou vermelho. Isto acontece porque o profissional teve um desconhecimento sobre o pigmento utilizado. Há como ‘consertar’ com pigmentos específicos para cada caso, preenchendo de forma mais natural”, diz Elias William. “É bom pensar muito bem antes de optar pela maquiagem ‘definitiva’, pois é de difícil remoção. Um dos métodos disponíveis é o &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: RotisSemiSansLightItalic;"&gt;laser&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: RotisSemSerif;"&gt;, que ‘quebra’ os pigmentos em pequenos pedaços e faz com que sejam reabsorvidos pela pele. Mas o &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: RotisSemiSansLightItalic;"&gt;laser &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: RotisSemSerif;"&gt;pode sim remover pelos de regiões como a sobrancelha e, por isso, deve ser evitado. Outra opção é remover os pigmentos com ácidos específicos para tal e que deve ser aplicado por um dermatologista”, finaliza Eliandre, da SBCD. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: ZapfDingbatsITCbyBT-Regular;"&gt;P.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: ZapfDingbatsITCbyBT-Regular;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº4. Outubro/Novembro/Dezembro - 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-4528450731709800414?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/4528450731709800414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/05/beleza-prolongada-tecnica-deve-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/4528450731709800414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/4528450731709800414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/05/beleza-prolongada-tecnica-deve-ser.html' title='Saúde Bela'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-eIcAt2T9R9U/TdJ9L1Tq21I/AAAAAAAAAHo/j-ScJSmZyqo/s72-c/4%25C2%25AA+%252BSA%25C3%259ADE+MAGAZINE.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-7292070098083220307</id><published>2011-05-10T09:06:00.000-07:00</published><updated>2011-05-10T09:06:38.606-07:00</updated><title type='text'>Saúde da Pele</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: large;"&gt;Uma questão de pele&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Transtornos emocionais podem estar entre as&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;causas da doença&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-zWBLixCsifE/TclagJyVr-I/AAAAAAAAAHg/gsaGpN3jnxA/s1600/4%25C2%25AA+%252BSA%25C3%259ADE+MAGAZINE.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="224" src="http://1.bp.blogspot.com/-zWBLixCsifE/TclagJyVr-I/AAAAAAAAAHg/gsaGpN3jnxA/s320/4%25C2%25AA+%252BSA%25C3%259ADE+MAGAZINE.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;O vitiligo é uma doença que provoca&amp;nbsp;a perda de pigmentação da&amp;nbsp;pele, atingindo principalmente&amp;nbsp;a face, extremidades dos membros,&amp;nbsp;genitais, cotovelos e joelhos. Em casos&amp;nbsp;graves, a doença pode se alastrar em&amp;nbsp;até 85% do corpo, despigmentando a&amp;nbsp;pele e os pelos nas regiões atingidas.&amp;nbsp;Não há como prever a evolução da&amp;nbsp;doença, que pode permanecer estável&amp;nbsp;durante anos, voltar a se desenvolver&amp;nbsp;ou regredir espontaneamente. Em um&amp;nbsp;mesmo paciente pode ocorrer simultaneamente&amp;nbsp;a regressão de algumas&amp;nbsp;lesões enquanto outras se desenvolvem.&amp;nbsp;Uma característica da doença&amp;nbsp;é que ferimentos na pele podem dar&amp;nbsp;origem a novas lesões.&amp;nbsp;Michael Jackson, o ídolo pop morto&amp;nbsp;em 2009, culpou a doença pelo clareamento&amp;nbsp;gradual de sua pele ao longo&amp;nbsp;dos últimos anos de vida, mas a alegação&amp;nbsp;foi recebida com desconfiança por&amp;nbsp;parte da mídia, que acreditava tratar-se&amp;nbsp;de mais um artifício para o clareamento&amp;nbsp;intencional de sua pele. A &amp;nbsp;publicação&amp;nbsp;de fotos do filho mais velho do&amp;nbsp;artista em uma praia na Espanha, no&amp;nbsp;último verão europeu, trouxe de volta&amp;nbsp;a questão. Apresentando manchas&amp;nbsp;esbranquiçadas na região das axilas, o&amp;nbsp;garoto levou a mídia a concluir que o&amp;nbsp;branqueamento do cantor foi mesmo&amp;nbsp;causado pelo vitiligo, pois a moléstia&amp;nbsp;tem um forte componente genético.&amp;nbsp;A possibilidade de o vitiligo atingir&amp;nbsp;praticamente todo o corpo, clareando&amp;nbsp;a pele uniformemente, é confirmada&amp;nbsp;pela dermatologista Fabiana Salazar&amp;nbsp;Posso, médica colaboradora da disciplina&amp;nbsp;de Dermatologia da Faculdade&amp;nbsp;de Medicina do ABC, membro da Sociedade&amp;nbsp;Brasileira de Dermatologia, da&amp;nbsp;Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica&amp;nbsp;e da Academia Americana&amp;nbsp;de Dermatologia. “Trata-se do vitiligo&amp;nbsp;universal, em que quase a totalidade da&amp;nbsp;pele é acometida”, explica a especialista.&amp;nbsp;“Nesses casos, pode ser proposta&amp;nbsp;a despigmentação das áreas restantes&amp;nbsp;da pele, em vez de tentar recuperar a&amp;nbsp;coloração de uma área tão grande. Mas&amp;nbsp;é importante informar ao paciente que&amp;nbsp;ele terá que evitar a exposição solar&amp;nbsp;para o resto da vida”, alerta.&amp;nbsp;O fato de Michael Jackson ter mantido&amp;nbsp;a doença em segredo inicialmente&amp;nbsp;é compreensível, pois a aceitação do&amp;nbsp;vitiligo é difícil e o preconceito é&amp;nbsp;grande até entre os profissionais que&amp;nbsp;deveriam estar mais bem preparados&amp;nbsp;para lidar com o problema. O alerta&amp;nbsp;foi feito durante a Jornada de Cosmiatria,&amp;nbsp;realizada em São Paulo, em julho&amp;nbsp;passado. Entre os participantes, o dermatologista&amp;nbsp;Samir Arbache classificou&amp;nbsp;o vitiligo como uma das doenças mais&amp;nbsp;temidas da medicina. “Os médicos não&amp;nbsp;têm a ideia do mal que provocam, especialmente&amp;nbsp;nas fases iniciais, quando&amp;nbsp;se mostram pessimistas, transmitindo&amp;nbsp;a informação de que a doença não tem&amp;nbsp;cura e que o melhor a fazer é aprender&amp;nbsp;a conviver com ela”, alertou.&amp;nbsp;O vitiligo atinge 0,5% a 4% da&amp;nbsp;população mundial. No Brasil, ainda&amp;nbsp;não existem dados consistentes sobre&amp;nbsp;sua frequência, mas sua ocorrência&amp;nbsp;varia consideravelmente nos diversos&amp;nbsp;grupos étnicos. Como em outras moléstias,&amp;nbsp;quanto mais cedo se iniciar o&amp;nbsp;tratamento, maior a chance de conter&amp;nbsp;seus estragos, explica Samir Arbache.&amp;nbsp;“Normalmente o vitiligo se inicia com&amp;nbsp;manchas hipocrômicas (mais claras&amp;nbsp;que o tom da pele do paciente), que&amp;nbsp;depois se tornam acrômicas (manchas&amp;nbsp;brancas). Usualmente são assintomáticas,&amp;nbsp;mas alguns pacientes podem&amp;nbsp;apresentar prurido. O uso da lâmpada&amp;nbsp;de Wood (UVA 351nm) auxilia no estágio&amp;nbsp;inicial, para diferenciação de uma&amp;nbsp;hipocromia simples.&amp;nbsp;Arbache garante que a doença é&amp;nbsp;curável e o sucesso do tratamento&amp;nbsp;depende muito de como o paciente&amp;nbsp;é orientado. Por isso, recomenda que&amp;nbsp;o médico que não estiver atualizado&amp;nbsp;sobre as técnicas de tratamento encaminhe&amp;nbsp;o paciente para um dermatologista&amp;nbsp;imediatamente. “O profissional&amp;nbsp;também deve ter muito cuidado com&amp;nbsp;as reações psicológicas do paciente,&amp;nbsp;porque na maioria dos casos o vitiligo&amp;nbsp;é desencadeado inicialmente por&amp;nbsp;transtornos emocionais que mobilizam&amp;nbsp;os linfócitos T a atacarem os melanócitos,&amp;nbsp;responsáveis pela pigmentação”,&amp;nbsp;orienta o dermatologista.&amp;nbsp;Fabiana Posso complementa a&amp;nbsp;informação, explicando que o vitiligo&amp;nbsp;não tem causas conhecidas e acredita-se que exista uma predisposição&amp;nbsp;genética que poderá se manifestar&amp;nbsp;ou não, conforme o histórico de vida&amp;nbsp;do paciente. Entre as explicações&amp;nbsp;para a sua origem, ela enumera a&amp;nbsp;reação&amp;nbsp;autoimune, em que ocorre&amp;nbsp;a formação de autoanticorpos; a&amp;nbsp;neurogênica, na qual um mediador&amp;nbsp;neuroquímico causa a destruição&amp;nbsp;de melanócitos ou inibe a produção&amp;nbsp;de melanina; autocitotóxica, em que&amp;nbsp;ocorre uma atividade aumentada&amp;nbsp;de melanócitos, o que acarreta a&amp;nbsp;produção de substâncias tóxicas capazes&amp;nbsp;de destruí-los, e, por último,&amp;nbsp;o estresse oxidativo, em que ocorre&amp;nbsp;alteração das enzimas bloqueadoras&amp;nbsp;dos radicais livres, provocando a&amp;nbsp;morte celular.&amp;nbsp;Apesar da diversidade das causas,&amp;nbsp;a dermatologista também garante que&amp;nbsp;o vitiligo é curável, mas explica que o&amp;nbsp;tratamento depende de vários fatores.&amp;nbsp;“O paciente precisa ser perseverante&amp;nbsp;e acreditar na cura”, esclarece. “É&amp;nbsp;importante ressaltar que não existe&amp;nbsp;um tratamento único e milagroso, e o&amp;nbsp;que funcionou para um paciente não&amp;nbsp;vai necessariamente funcionar para&amp;nbsp;o outro.”&amp;nbsp;Para enfrentar a doença, pode-se&amp;nbsp;utilizar o tratamento tópico – com o&amp;nbsp;uso de cremes e pomadas à base de&amp;nbsp;corticoides – assim como as medicações&amp;nbsp;via oral (corticoides, psoralenos,&amp;nbsp;vitaminas etc.). Os tratamentos físicos&amp;nbsp;incluem luzes UVA e UVB e a laserterapia,&amp;nbsp;além de tratamentos cirúrgicos&amp;nbsp;com transplantes de melanócitos,&amp;nbsp;microenxertos, raspagens e oclusões.&amp;nbsp;Segundo Arbache, sua experiência&amp;nbsp;mostra que “o melhor tratamento para&amp;nbsp;o vitiligo é a exposição por ultravioleta&amp;nbsp;B, especialmente quando ela é realizada&amp;nbsp;através de laser excimer. Felizmente,&amp;nbsp;o sistema público começou a arcar&amp;nbsp;financeiramente com os custos destes&amp;nbsp;tratamentos”, comemora. Já Fabiana&amp;nbsp;Posso informa que esses tratamentos&amp;nbsp;estão disponíveis nos grandes centros&amp;nbsp;médicos das grandes capitais, embora&amp;nbsp;nem todos sejam cobertos pelo SUS.&amp;nbsp;“Mas alguns serviços médicos universitários&amp;nbsp;de São Paulo, como é o caso&amp;nbsp;da Faculdade de Medicina do ABC,&amp;nbsp;também tornam tratamentos com&amp;nbsp;luz, laserterapia, ou os procedimentos&amp;nbsp;cirúrgicos, acessíveis à população”,&amp;nbsp;esclarece a médica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº4. Outubro/Novembro/Dezembro - 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-7292070098083220307?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/7292070098083220307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/05/saude-da-pele.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/7292070098083220307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/7292070098083220307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/05/saude-da-pele.html' title='Saúde da Pele'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-zWBLixCsifE/TclagJyVr-I/AAAAAAAAAHg/gsaGpN3jnxA/s72-c/4%25C2%25AA+%252BSA%25C3%259ADE+MAGAZINE.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-3106727169667464868</id><published>2011-05-02T08:16:00.000-07:00</published><updated>2011-05-02T08:16:16.445-07:00</updated><title type='text'>Síndrome do pânico</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: x-large;"&gt;Medo paralisante&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Tratamentos para a doença incluem de sessão psiquiátrica a acupuntura&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-i9NsgrVcJfs/Tb7J4xbxwzI/AAAAAAAAAHY/vPS6K-gg2_0/s1600/imagem.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-i9NsgrVcJfs/Tb7J4xbxwzI/AAAAAAAAAHY/vPS6K-gg2_0/s1600/imagem.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;A &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;síndrome do pânico, também chamada de transtorno do pânico, atinge mais de 170 milhões de pessoas em todo o mundo. Trata-se de uma doença que se caracteriza por crises inesperadas de medo e desespero. A pessoa tem a sensação de que vai morrer. O coração dispara, sente falta de ar, tremor e sua abundantemente. Quem padece de síndrome do pânico sofre não só durante as crises, mas também nos seus intervalos, pois fica cada vez mais inseguro e angustiado com a perspectiva de que outra crise pode acontecer a qualquer momento. O medo de sofrer novo ataque afeta a qualidade de vida do doente, que se isola e evita até mesmo a realização de atividades do cotidiano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Na visão dos psiquiatras, o distúrbio diagnosticado por Sigmund Freud como neurose de angústia e neurose de ansiedade, tem base constitucional e estrutural no sistema nervoso central e fortes indícios de relação com a evolução humana e genética. Além disso, hoje os pesquisadores já aceitam que a predisposição orgânica, associada a fatores emocionais, é desencadeadora do transtorno e pode contribuir para a manutenção ou o agravamento dos sintomas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Além do grande sofrimento individual, as doenças mentais representam um alto custo médico e social, principalmente quando se sabe que atualmente são a terceira causa de afastamentos do trabalho. Os transtornos de ansiedade são os mais freqüentes entre as alterações de ordem emocional registradas nos serviços de saúde, indicando uma incidência em torno de 4% a 6% da população em geral. Sua ocorrência é três vezes maior entre as mulheres e se manifesta principalmente na faixa etária dos 14 aos 45 anos. As informações são do psiquiatra Luiz Vicente Figueira de Mello, supervisor e pesquisador do Programa de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Pesquisas realizadas nos anos 1990 indicaram que a ocorrência de desordens de pânico é maior entre parentes de primeiro grau (pais, filhos ou irmãos), variando entre 15% e 24,7%. A estatística, considerada alarmante, mostrou a necessidade de maiores alternativas de tratamento para enfrentar os sintomas da doença e buscar a diminuição das crises. Por isso, o tratamento geralmente associa antidepressivos e tranquilizantes com terapia cognitiva comportamental. Alguns médicos começam a recomendar também exercícios físicos e respiratórios, além de técnicas de relaxamento e até meditação, como alternativas para ajudar o paciente a recuperar sua qualidade de vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Para o médico Marcio Bernik, também do Instituto de Psiquiatria do HCFMUSP, a moléstia foi subestimada durante muito tempo e, ainda hoje, a maioria dos novos casos não é reconhecida, diagnosticada ou tratada de forma apropriada. “Ao se confirmarem os estudos epidemiológicos mais recentes, os transtornos de ansiedade têm prevalência muito maior do que se imaginava e o que se constata é que a ocorrência das doenças mentais é similar à dos distúrbios cardiovasculares, inclusive da hipertensão”, alerta Bernik.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Segundo ele, os transtornos psiquiátricos mais comuns são a fobia social, seguida de ansiedade, pânico e obsessão compulsiva. “A ansiedade pode ser considerada uma emoção natural e útil porque mantém o organismo em alerta e atento a um risco eventual, como aquele que nos leva a olhar para o lado antes de atravessarmos a rua. Mas, quando esse estado passa a ser constante, vira uma emoção negativa que precisa ser tratada, pois pode levar ao desgaste físico e emocional intenso, desencadeando crises de pânico que levam à incapacitação das pessoas até para o convívio social”, explica o especialista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;O problema pode se manifestar por meio da preocupação excessiva, medo, pensamentos negativos e expectativa catastrófica sobre eventos cotidianos. Esses sentimentos muitas vezes vêm acompanhados de alteração na respiração, tontura e, em situações extremas, sensação de estar fora do corpo, chegando às vezes a provocar comportamentos agressivos e fala compulsiva. Em pessoas com propensão para doenças mentais, o pânico pode ser desencadeado pelo uso exagerado de medicamentos, como os corticoides e a maioria das anfetaminas, utilizadas como remédio para emagrecer, além do álcool e das drogas classificadas como psicoestimulantes, como a cocaína e o ecstasy.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Os pacientes com crise de pânico geralmente são perfeccionistas e tendem a assumir responsabilidades além do seu próprio limite. Quando ocorre alguma situação inesperada e traumatizante – como a perda de um ente querido, um abalo profissional ou financeiro –, o nível de estresse é tão alto que pode desencadear a crise, com os sintomas que, às vezes, se confundem com os sinais de infarto, o que agrava ainda mais a sensação de morte iminente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Essa também é a conclusão da fisioterapeuta Máera Moretto, autora do livro &lt;i&gt;O mestre do seu sistema – O caminho de volta da ansiedade e da síndrome do pânico&lt;/i&gt;. Nele, a autora relata casos fictícios, baseados em mais de 300 pacientes que atendeu com ansiedade descontrolada e síndrome do pânico. Para a autora, esses distúrbios ocorrem quando há uma pane no organismo, provocada pelo uso excessivo ou desordenado de energia, o que sobrecarrega um ou vários órgãos e, consequentemente, leva a um “apagão” – ou desequilíbrio de todo o organismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;A fisioterapeuta especializada em acupuntura trata seus pacientes para levá-los de volta ao equilíbrio físico e mental. Para isso, ela utiliza técnicas de respiração e exercícios de meditação, somados à mudança de hábitos alimentares, além das agulhas aplicadas nos pontos correspondentes aos meridianos que, segundo a medicina tradicional chinesa, fazem a energia fluir por todo o corpo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Exercícios contra transtornos emocionais:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-P0dgdmGHiVw/Tb7KRbRIPAI/AAAAAAAAAHc/jxr8H_FUYuo/s1600/imagem.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-P0dgdmGHiVw/Tb7KRbRIPAI/AAAAAAAAAHc/jxr8H_FUYuo/s200/imagem.JPG" width="133" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Há cerca de dez anos, a fisioterapeuta e acupunturista Máera Moretto deu uma guinada em sua carreira. Ao receber em seu consultório um número grande de casos com ansiedade, depressão, fobias e síndrome do pânico, ela percebeu que a acupuntura podia colaborar efetivamente para a melhora desse paciente, com resultados excelentes. Foi aí que surgiu a ideia do livro &lt;i&gt;O mestre do seu sistema – O caminho de volta da ansiedade e da síndrome do pânico&lt;/i&gt;, lançado recentemente pela Sá Editora. Os ensinamentos da Medicina Tradicional chinesa (MTC) são revelados em linguagem simples, acessível a qualquer leitor – e podem ser aplicados no nosso cotidiano. Com base em mais de 300 pacientes, a autora criou personagens que falam sobre seus problemas com o mestre Shen Menn, outro personagem do livro. Ele ensina como controlar os vários tipos de ansiedade e seus extremos, como a síndrome do pânico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;“&lt;i&gt;O mestre do seu sistema &lt;/i&gt;relata várias situações emocionais vividas por todos nós e que podem abrir portas para desequilíbrios e doenças”, diz Máera Moretto. Segundo ela, o livro traz os principais conceitos da milenar cultura chinesa e se completa com exercícios de respiração, meditação e dicas sobre hábitos alimentares. “Todos os exercícios do livro foram praticados e aprovados por pacientes que, vítimas de transtornos de ansiedade e pânico, seguiram os ensinamentos da MTC e hoje vivem de modo harmonioso e saudável”, diz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº4. Outubro/Novembro/Dezembro - 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Contato: &lt;a href="mailto:maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br"&gt;maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-3106727169667464868?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/3106727169667464868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/05/sindrome-do-panico.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/3106727169667464868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/3106727169667464868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/05/sindrome-do-panico.html' title='Síndrome do pânico'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-i9NsgrVcJfs/Tb7J4xbxwzI/AAAAAAAAAHY/vPS6K-gg2_0/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-2673501008970619938</id><published>2011-04-25T07:47:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T07:47:32.759-07:00</updated><title type='text'>Educação financeira</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: x-large;"&gt;Jovem investidor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Bolsa de Valores ensina crianças de 7 a 10 anos a aplicar recursos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 8pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lH8ryHhlcks/TbWI-VTPu5I/AAAAAAAAAHU/0rxPMxVZ5mw/s1600/imagem.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-lH8ryHhlcks/TbWI-VTPu5I/AAAAAAAAAHU/0rxPMxVZ5mw/s1600/imagem.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;C&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;ada vez mais cedo o jovem tem necessidade de conhecer o mercado financeiro e administrar de forma equilibrada seus recursos. A tendência é mundial e ganha espaço em todos os estratos sociais e diferentes faixas etárias. Além disso, com alto poder de aprendizado, as crianças acabam semeando o bom uso do dinheiro em suas vidas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Na BM&amp;amp;FBovespa, há várias ações no sentido de levar os principais conceitos financeiros a jovens e crianças, por meio de palestras e cursos. Crianças de 7 a 10 anos, por exemplo, têm acesso, no portal da instituição, ao &lt;i&gt;site &lt;/i&gt;Turma da Bolsa (www.turmadabolsa.com.br). Lançado em abril de 2010, é o primeiro programa de educação financeira direcionado ao público infantil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Seis personagens ilustram e animam todas as atividades do &lt;i&gt;site&lt;/i&gt;, com seis áreas temáticas. A principal delas é a seção de vídeos educativos, apresentados pela dupla “O Porco e o Magro”. O portal já conta com mais de 5,1 mil crianças cadastradas e soma mil acessos diários. Outro programa dirigido aos jovens é o Desafios BM&amp;amp;Bovespa, que realiza competições com exercícios de investimento entre interessados de todo o Brasil, em eventos realizados no prédio da Bolsa ou pela internet.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;“Educação financeira não é matemática. É comportamento. Atitudes familiares com relação a dinheiro se reproduzem no comportamento do filho. Dessa forma, desde cedo a criança tem que aprender que dinheiro não vem dos pais e sim do trabalho”, diz José Alberto Netto, professor de Educação Financeira da BM&amp;amp;FBovespa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;A educação f inanceira entrou para a literatura infantil com Álvaro Modernell, sócio-fundador da Mais Ativos Educação Financeira, coordenador do portal &lt;a href="http://www.edufinanceira/"&gt;www.edufinanceira&lt;/a&gt;.com.br. Há cinco anos ele escreve livros sobre o tema para crianças de 4 a 12 anos. Já são sete ao todo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Ao longo de sua experiência, Modernell descobriu que faltava às pessoas a base da educação financeira. Bastou o nascimento de seu primeiro filho para publicar seu primeiro livro: &lt;i&gt;Zequinha e a Porquinha Poupadora&lt;/i&gt;, com mais de 20 mil exemplares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Segundo o consultor, as pessoas têm maneiras diferentes de lidar com dinheiro, mesmo quando educadas na mesma família. “Ensinar a usar bem o dinheiro se torna uma lição fundamental para a vida toda”, diz ele, que incentiva seus filhos a pechinchar, negociar e pesquisar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;A má administração dos recursos e a falta de conhecimento sobre a maneira correta de se utilizar um cartão de débito e crédito estão aí. Para suprir essa dificuldade, a fábrica de brinquedos Estrela, em parceria com a MasterCard, aproveitou o momento para relançar uma versão atualizada do Banco Imobiliário – o Super Banco Imobiliário –, na qual é possível fazer transações com ações da Vivo, Itaú, TAM Viagens etc. A novidade são os cartões plásticos de crédito e débito, em substituição às cédulas coloridas, e a maquininha pela qual passam os cartões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;“Ao longo da história dos brinquedos, percebe-se que eles refletem o comportamento, a moda e os costumes de sua época. Hoje, quando a criança acompanha seus pais às compras, observa-se que grande parte dos pagamentos é feita em cartão. Na hora da brincadeira, os pequenos querem reproduzir a atitude dos seus pais, suas grandes referências”, afirma Carlos Tilkian, presidente da Estrela. Para a MasterCard, o jogo é uma&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;inovação. “O que nos atraiu no projeto foi a possibilidade de promover a substituição do dinheiro por meios eletrônicos de pagamento, que são mais convenientes, seguros e facilitam a vida das pessoas. E mais importante que isso é poder mostrar como lidar com o dinheiro”, diz Andréa Denadai, diretora de Comunicação da MasterCard Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;A MasterCard leva o programa educação financeira a uma das comunidades mais carentes do Brasil, a de Paraisópolis, em São Paulo, que conta com 100 mil habitantes (principalmente das classes D e E). “Com palestras de educação financeira, a chance de os moradores da comunidade levarem uma vida econômica mais tranquila fica mais próxima”, explica Andréa, que utiliza o Super Banco Imobiliário nas apresentações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Ricardo Pereira, consultor financeiro, diz que o Brasil mudou muito, mas discutir finanças em família ainda é um grande tabu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: xx-small;"&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº4. Outubro/Novembro/Dezembro - 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: xx-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Contato: &lt;a href="mailto:maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br"&gt;maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-2673501008970619938?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/2673501008970619938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/04/educacao-financeira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/2673501008970619938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/2673501008970619938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/04/educacao-financeira.html' title='Educação financeira'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-lH8ryHhlcks/TbWI-VTPu5I/AAAAAAAAAHU/0rxPMxVZ5mw/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-1720737442343825837</id><published>2011-04-18T07:29:00.001-07:00</published><updated>2011-04-26T11:06:24.059-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Problemas Respiratórios'/><title type='text'>Sinusite</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Inflamação de mucosas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;A falta de estatísticas sobre a doença dificulta e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;encarece o tratamento no Brasil&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-lxINpY5aoLw/TaxKXqJ-DuI/AAAAAAAAAHQ/qmCuw7AOxRc/s1600/imagem.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-lxINpY5aoLw/TaxKXqJ-DuI/AAAAAAAAAHQ/qmCuw7AOxRc/s1600/imagem.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;A &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;sinusite se caracteriza pelo processo inflamatório ou infeccioso das mucosas dos seios faciais – cavidades que ficam nos ossos do rosto, geralmente ao redor do nariz, na maçã do rosto e nos olhos – que podem ficar obstruídas em decorrência de alergias ou inalação de vírus, bactérias ou fungos. São três os tipos de sinusite, sendo a mais comum a aguda, cujos sintomas são fortes dores de cabeça, acompanhadas de sensação de peso na face, obstruções nasais, com consequente dificuldade respiratória, mau hálito, febre, dores musculares, coriza e cansaço. Os mesmos sintomas são sentidos na sinusite crônica, com ocorrência de tosses noturnas, pois, ao se deitar, a pessoa sentirá na parte posterior das fossas nasais secreções escorrendo e irritando as vias aéreas. Duram, em média, mais de três meses. Quando os sintomas aparecem rotineiramente no ano, ou seja, pelo menos a cada quatro meses, denomina-se sinusite de repetição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Não existem estatísticas próprias sobre a sinusite no Brasil, especialmente em São Paulo. Costuma-se adotar dados de outros países para avaliar sua incidência entre os brasileiros. Estima-se que no Brasil haja 1,8 milhão de casos de vítimas da doença ao ano. No Canadá, 6% de sua população tem sinusite crônica; e nos Estados Unidos, 0,5% dos resfriados evolui para a sinusite, afetando 16% da população norte-americana, com idades entre 20 e 59 anos, ocupando o quinto lugar no &lt;i&gt;ranking &lt;/i&gt;de diagnóstico mais comum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Em virtude disso, o Hospital das Clínicas de São Paulo está efetuando, desde março, pesquisa inédita para conhecer a prevalência da sinusite na capital paulista e seus fatores associados – como poluição, tabagismo, asma e rinite. Serão visitadas 2.400 residências durante 12 meses, para aplicação de questionários que acarretarão em estatísticas e estabelecerão correlações da doença com aspectos como a escolaridade, renda ou faixa etária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;“Não temos dimensão de nossa realidade. Precisamos estudar os números para saber qual o custo do tratamento para a saúde pública”, explica a otorrinolaringologista Renata Pilan, uma das coordenadoras do projeto. A saúde pública já atende os portadores da doença com medicamentos, internações, exames e cirurgias, mas o tratamento nem sempre é rápido. “Hoje, no ambulatório do HC, há pessoas que esperam um ano para fazer a operação”, prossegue. De acordo com ela, a doença provoca o isolamento, fadiga, cansaço crônico, problemas para dormir. As dores e a fadiga comprometem a produtividade no trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;O uso indiscriminado ou exagerado de antibióticos para o tratamento e combate a doença é outro problema a ser enfrentado, pois, além de provocarem efeitos colaterais indesejados, os medicamentos, caso não sejam utilizados de acordo com as prescrições médicas, permitem que as bactérias criem resistência ao medicamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;O tratamento da sinusite normalmente é feito com antibióticos ou corticoides, lavagens nasais com soros fisiológicos e cirurgias para os casos crônicos. Um dos remédios mais comuns é a amoxicilina ou, em casos alérgicos, a penicilina, que devem ser receitadas por médicos, com o uso por um período que varia de 10 a 14 dias. A amoxicilina é considerada a droga de primeira escolha nas sinusites não complicadas. Ela é absorvida duas vezes melhor que a ampicilina, tem vida média mais prolongada, é efetiva e de uso muito seguro, principalmente nas crianças. As cefalosporinas, consideradas como segunda escolha, têm estruturas similares às das penicilinas. No caso de não haver remédio, pode-se fazer uma solução caseira, colocando-se uma colher de chá de sal em um litro de água e pingar no nariz várias vezes ao dia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;O Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, na capital paulista, trouxe ao Brasil uma cirurgia feita nos Estados Unidos: a sinuplastia com balão. Trata-se de um procedimento similar ao de desobstrução das artérias do peito. “É mais uma ferramenta para combater a rinossinusite (nome da sinusite), mas é importante frisar que a nova técnica não é a solução para todos os problemas”, diz o otorrinolaringologista João Flávio Nogueira. “Hoje ela melhora a qualidade de vida dos pacientes em cerca de 85% dos casos crônicos”, complementa o médico Renato Roithman, presidente da Academia Brasileira de Rinologia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;O inverno, quando as temperaturas são mais baixas e há umidade, é a estação em que o número de casos aumenta, pois a sinusite geralmente é precedida de gripe ou resfriado. Ela, normalmente, mantém relação com a rinite (inflamação do nariz) e bronquite (inflamação nos brônquios), pois quem sofre destas inflamações tem mais predisposição para a sinusite. Outros problemas como os de questão anatômica também predispõem o indivíduo à doença, assim como casos em que a pessoa apresente deficiência imunológica. Se a questão for alérgica, a alergia deve ser tratada como a causa. Outros fatores de risco são o tabagismo, a asma, a existência de pólipos nasais, fibrose cística, problemas com a circulação de muco, moradia em lugares com grande quantidade de pólen ou poluição de ar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Os casos de sinusite são mais raros em crianças com menos de 12 anos, pois seus seios nasais começam a se formar apenas nesta idade. Mesmo assim, os sintomas são os mesmos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Para evitar a sinusite, recomenda-se que se mantenha o nariz desobstruído; assoá-lo com o uso de descongestionantes, como o soro fisiológico; beber bastante líquido e, para as pessoas que têm alergias, evitar as substâncias alérgenas e ar condicionado, que resseca as mucosas e dificulta a drenagem da secreção. Deve-se procurar o médico quando os sintomas de gripe ou resfriado não passarem após cinco dias, pois podem ter se transformado em sinusite. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: xx-small;"&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº4. Outubro/Novembro/Dezembro - 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: xx-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Contato: &lt;a href="mailto:maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br"&gt;maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-1720737442343825837?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/1720737442343825837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/04/sinusite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/1720737442343825837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/1720737442343825837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/04/sinusite.html' title='Sinusite'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-lxINpY5aoLw/TaxKXqJ-DuI/AAAAAAAAAHQ/qmCuw7AOxRc/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-4813114936301088670</id><published>2011-04-11T07:04:00.000-07:00</published><updated>2011-04-26T11:11:01.193-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Obesidade'/><title type='text'>Dieta</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Efeito sanfona&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Cuidado: fórmulas mágicas e promessas rápidas para perder aqueles quilinhos indesejáveis não existem.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 8pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-TET2T0q1oJI/TaMKRgRpn2I/AAAAAAAAAHI/xuOqoce0hks/s1600/blog1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-TET2T0q1oJI/TaMKRgRpn2I/AAAAAAAAAHI/xuOqoce0hks/s1600/blog1.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;F&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;ernanda Maximo, de 24 anos, percebeu que estava acima do peso ideal, entre 56 e 58 quilos, quando voltou de uma temporada de 10 meses em Londres. “Sempre fui magra, mas, depois de abusar na alimentação, cheguei a ficar com 83 quilos. Quando retornei ao Brasil, só me dei conta do ‘tamanho’ que estava após ver algumas fotos”, explica a gerente administrativa. De acordo com ela, a aparência física foi o principal fator para começar um processo bastante comum entre as mulheres: dieta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Segundo a nutricionista Beatriz Botequio, por definição, dieta é o padrão alimentar de cada indivíduo. Mas, esse termo ficou muito associado ao emagrecimento. “Na prática clínica, a dieta é sempre voltada para um objetivo, como reeducação alimentar ou controle de colesterol, e acaba sendo mais eficaz quando sugerida por um especialista”, declara. Foi o que Fernanda fez. E acertou. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Para perder os quilos indesejáveis ganhos com a má alimentação e o sedentarismo, Fernanda procurou um endocrinologista e iniciou um sério e rigoroso processo para emagrecer. “Fiz uso de remédios inibidores de apetite, mas também mudei radicalmente a alimentação. Além disso, comecei a praticar exercícios físicos todos os dias.” Ela conta que esse tratamento deveria durar um ano e meio, mas com apenas seis meses de esforço ela conseguiu perder 20 quilos e decidiu parar por conta própria. “O médico explicou que eu tinha que cumprir o tempo determinado de tratamento para que o organismo não reagisse de forma inesperada e recuperasse tudo o que eu tinha perdido. Como eu já tinha chegado ao meu objetivo, não segui a orientação e parei com tudo”, ressalta. E errou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Segundo o endocrinologista Flávio Guerra, dietas ultrarrigorosas, não balanceadas e acompanhadas de atividades físicas intensas e concomitantes, além de longos períodos de jejum, contribuem para um efeito rápido de emagrecimento, porém, ele pode acabar comprometendo a saúde e ocasionando o “efeito sanfona” (engorda, emagrece, engorda).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Foi exatamente o que aconteceu no caso de Fernanda. “Sempre viajo por conta do trabalho, o que não ajuda a ter uma boa alimentação. Também passei o último ano à base de lanches e &lt;i&gt;fast-food &lt;/i&gt;e, após o fim de um relacionamento amoroso, descontei toda a ansiedade na comida. Hoje, estou com 75 quilos, mas ainda pretendo voltar a fazer o tratamento para chegar aos 57”, conclui.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Fernanda não é a única vítima do indesejável “efeito sanfona”. Como explica a nutricionista Beatriz, são muitos os casos de pacientes que fazem dietas, mas não realizam um processo de reeducação alimentar que ensina como mudar hábitos permanentes para perda e manutenção de peso. “Para conquistar o corpo ideal, as pessoas abusam de dietas com restrições calóricas que obrigam o organismo a diminuir seu gasto energético para sobreviver. Esse processo deixa o metabolismo mais lento, o que favorece o ganho de peso”, comenta a especialista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Dieta personalizada &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Para o endocrinologista Flávio, antes de indicar qualquer dieta, é importante analisar a composição corpórea de cada indivíduo para encontrar um equilíbrio entre massa magra e massa gorda dentro dos limites da boa saúde. “Antes de prescrever uma dieta, precisamos verificar os hábitos alimentares de cada pessoa, saber se ela pratica alguma atividade física, se tem estresse, além de avaliar peso, altura e idade, entre outros fatores”, diz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;A especialista em nutrição explica que uma dieta saudável é aquela que preserva o equilíbrio entre todos os nutrientes e em quantidades adequadas a cada pessoa. “Hoje, o que predomina na população brasileira é o sobrepeso e a obesidade e, por consequência, as doenças cardiovasculares . Portanto, a recomendação nutricional mais utilizada é a de uma alimentação saudável com quantidades de calorias, gorduras e açúcares controladas,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;para auxiliar no controle de peso e favorecer a saúde cardiovascular”, finaliza Beatriz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;b&gt;Emagrecer com saúde&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Flávio Guerra chama a atenção para mais um importante fator. “A cada dia surge um novo modismo ou um velho padrão alimentar travestido com outro nome. Eles prometem efeitos mágicos e infalíveis! São chás e cremes especiais, que surgem na mídia junto com planos dietéticos hipocalóricos. No primeiro momento, até parecem funcionar, mas podem levar ao terrível ‘efeito sanfona’”, reforça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Para Beatriz, toda dieta que não respeita o equilíbrio entre os nutrientes pode oferecer risco à saúde. Mas, lembre-se, fuja das fórmulas mágicas e das promessas rápidas para emagrecer. A melhor escolha, na verdade, é a mudança de hábitos, com reeducação alimentar, prática regular de exercícios físicos e acompanhamento médico.&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-oRd1vfC5tec/TaMKWqyQD7I/AAAAAAAAAHM/daqo9J3QuFY/s1600/blog2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-oRd1vfC5tec/TaMKWqyQD7I/AAAAAAAAAHM/daqo9J3QuFY/s1600/blog2.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Por:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Elisandra Escudero&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: ElegantGaramondBT-Italic-SC700;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: xx-small;"&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº4. Outubro/Novembro/Dezembro - 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: xx-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Contato: &lt;a href="mailto:maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br"&gt;maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-4813114936301088670?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/4813114936301088670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/04/dieta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/4813114936301088670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/4813114936301088670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/04/dieta.html' title='Dieta'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-TET2T0q1oJI/TaMKRgRpn2I/AAAAAAAAAHI/xuOqoce0hks/s72-c/blog1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-7584394661823786868</id><published>2011-04-04T07:45:00.000-07:00</published><updated>2011-04-26T11:11:30.449-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trabalho'/><title type='text'>Trabalho</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: x-large;"&gt;Home Office&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: large;"&gt;Os prós e os contras de trabalhar em casa&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZclpGM7Ftlw/TZnY1E0uR3I/AAAAAAAAAHA/dTYfPp3rU4g/s1600/imagem2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZclpGM7Ftlw/TZnY1E0uR3I/AAAAAAAAAHA/dTYfPp3rU4g/s1600/imagem2.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;T&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;rabalhar em casa deixou de ser sinônimo de trabalhar por conta própria. Um número cada vez maior de empresas entende que essa nova forma de atividade pode significar um &lt;i&gt;upgrade &lt;/i&gt;em seus resultados, além de trazer satisfação e qualidade de vida para funcionários, loucos para se livrarem de trânsito, grandes distâncias, gastos com estacionamento, combustível e alimentação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Para esses adeptos, tempo é dinheiro e trabalho a distância está diretamente ligado à qualidade de vida, o que inclui maior convivência com a família e flexibilidade para gerenciar seu tempo. Para vários profissionais, representa ainda um ganho no desenvolvimento da criatividade, que tende a crescer num ambiente mais tranquilo e sem pressão, aumentando a produtividade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;“É uma tendência que cresce em todo o mundo, inclusive no Brasil, embora por aqui ainda não se atinjam os mesmos níveis de consolidação como ocorre em países como os EUA e a Inglaterra”, diz Paulo Henrique Rocha, consultor de negócios da Corrhect – Consultoria de Gestão em Recursos Humanos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Essa nova opção de trabalho, que, segundo o especialista, já vem se f irmando na mentalidade de algumas empresas, traz como benefícios economia para a companhia em termos de redução de estrutura, com espaços menores em suas sedes. “As empresas hoje querem produção, qualidade e velocidade e, por isso, oferecem uma série de compensações a seus funcionários com o trabalho remoto e toda a infraestrutura tecnológica. Mas requerem, em contrapartida, funcionários cada vez mais preparados, hipercompetitivos e que tragam respostas rápidas e positivas”, alerta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;“Além disso, esse novo profissional deve ter um nível comportamental adequado para assumir funções a distância, como maturidade, flexibilidade, competência e comprometimento”, argumenta Rocha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SJQIJsR4ZWs/TZnZJ9HJIEI/AAAAAAAAAHE/hcHK-p6u_6I/s1600/imagem.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-SJQIJsR4ZWs/TZnZJ9HJIEI/AAAAAAAAAHE/hcHK-p6u_6I/s1600/imagem.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;No Brasil, e mesmo em outros países mais avançados, há uma crença a ser desmistificada em torno do &lt;i&gt;home office &lt;/i&gt;– e isso se aplica tanto à empresa como ao trabalhador. O primeiro não acredita na produtividade de seu funcionário e este acredita que pode perder o emprego por não estar fisicamente presente”, comenta Rocha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Rosemary Bethancourt, gerente de Treinamento da Catho Online, concorda que o trabalho a distância é uma tendência para as empresas que estabelecem metas e remuneram seus funcionários pelos resultados e não pela quantidade de horas trabalhadas. “É um tipo de trabalho que vem se tornando comum em grandes cidades. Com o avanço da tecnologia, as empresas podem se comunicar com os colaboradores por meio de internet, telefone, celulares, poupando-os do estresse diário”, diz a especialista, ponderando que, por outro lado, o perfil do profissional também deve ser alinhado com essa nova rotina, para que não haja desmotivação após alguns meses.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Assim, para ter sucesso nessa empreitada, alguns fatores devem ser respeitados, como a disciplina, definição de agendas e horários, para não trabalhar horas a mais ou a menos, e avaliação dos métodos de trabalho e os resultados alcançados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Atualmente, prof issionais das áreas de vendas, atendimento, TI e consultores é que têm aderido cada vez mais aos escritórios em casa. Só vão à empresa para as reuniões em equipe. “O tipo de trabalho que melhor se adapta a esse modelo é aquele em que o desempenho é medido por meio dos resultados”, explica Rosemary.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Se houver um bom planejamento, tanto empresas como funcionários saem ganhando. “No entanto, é preciso avaliar o tipo de trabalho e o perfil do profissional, pois, sem esta análise, corre-se o risco de ambas as partes saírem no prejuízo por falta de organização e planejamento”, alerta Rosemary.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Para Dalva Braga, superintendente da Ticket, empresa da Accor Services, especializada no setor de refeição e alimentação-convênio, a implantação do &lt;i&gt;home office &lt;/i&gt;é uma necessidade para áreas que exigem maior velocidade, como a comercial, que trabalha com metas. Ele suprime muitas etapas burocráticas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;“A Ticket, após cinco anos do início do processo de implantação, que levou toda a equipe comercial da empresa para o t rabalho em casa, já registra economia de R$ 3,5 milhões”, diz a executiva. “Os profissionais partem de seus &lt;i&gt;home offices&lt;/i&gt;, devidamente estruturados,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;com equipamentos e acessos ao sistema da empresa, e trabalham inclusive já de terno, prontos para visitas aos clientes”, diz a executiva. Atualmente, o modelo envolve 120 colaboradores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;“O ponto mais crítico do trabalho a distância é o isolamento. Mas tomamos todo o cuidado para promover encontros formais e informais a cada semana ou 15 dias, além de uma festa no final do ano, na qual todos se reúnem e há prêmios para os que se destacaram mais”, diz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Maurício Alves, gerente de negócios da Ticket São Paulo, foi o primeiro a aderir ao modelo. Trabalhando há três anos e meio nesse sistema, ele se adaptou facilmente e gosta. “Dá para organizar meu tempo, levar meu filho para a escola, marcar uma consulta médica”, argumenta Alves. Quanto ao isolamento, o executivo declara que depende de cada profissional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Cuidados que a empresa deve ter – &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Essa modalidade de trabalho requer cuidados para evitar processos judiciais, sendo necessário consultar um advogado e avaliar o melhor contrato de trabalho para cada caso. O prestador de serviços, por exemplo, não tem subordinação, exclusividade – e o empregador deixa de ter obrigações previdenciárias e tributárias. Por isso, é importante também saber que tipo de cobrança pode ser feita a esse profissional para evitar um vínculo de trabalho que legalmente ele não possui.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Cuidados que o funcionário deve ter – &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;O funcionário que aceita trabalhar nesse esquema deve analisar a relação custo-benefício, principalmente esclarecendo quais os custos que serão de sua responsabilidade. Algumas empresas disponibilizam equipamentos e tecnologia, outras exigem que o profissional adquira&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt; por sua conta. Além disso, deve exigir um contrato de trabalho de acordo com a legislação trabalhista, evitando problemas futuros. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Fonte: Catho online&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 8pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 8pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Por:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt; Silvana Orsini&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: xx-small;"&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº4. Outubro/Novembro/Dezembro - 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: xx-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;Contato: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-7584394661823786868?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/7584394661823786868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/04/trabalho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/7584394661823786868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/7584394661823786868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/04/trabalho.html' title='Trabalho'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ZclpGM7Ftlw/TZnY1E0uR3I/AAAAAAAAAHA/dTYfPp3rU4g/s72-c/imagem2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-3651936837142961372</id><published>2011-03-28T07:54:00.000-07:00</published><updated>2011-03-28T07:54:19.907-07:00</updated><title type='text'>Estimulantes</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Liberados &lt;/span&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;para atleta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;group coordsize="2160,1533" editas="canvas" id="_x0000_s1026" style="height: 76.65pt; left: 0px; margin-left: 0px; margin-top: 0.05pt; position: absolute; text-align: left; width: 108pt; z-index: -1;" wrapcoords="-150 0 -150 21388 21600 21388 21600 0 -150 0"&gt;&lt;lock aspectratio="t" v:ext="edit"&gt;&lt;/lock&gt;&lt;shapetype coordsize="21600,21600" filled="f" id="_x0000_t75" o:preferrelative="t" o:spt="75" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" stroked="f"&gt;&lt;stroke joinstyle="miter"&gt;&lt;/stroke&gt;&lt;formulas&gt;&lt;f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @0 1 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum 0 0 @1"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @2 1 2"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @0 0 1"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @6 1 2"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @8 21600 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @10 21600 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;/formulas&gt;&lt;path gradientshapeok="t" o:connecttype="rect" o:extrusionok="f"&gt;&lt;/path&gt;&lt;lock aspectratio="t" v:ext="edit"&gt;&lt;/lock&gt;&lt;/shapetype&gt;&lt;shape id="_x0000_s1027" o:preferrelative="f" style="height: 1533px; 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mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Creatina e cafeína,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: white;"&gt;antes proibidos nos suplementos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;alimentares, foram liberados pela Anvisa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-hfIxpW54wto/TZCf5WxLRGI/AAAAAAAAAG8/JKeeiiXlbys/s1600/imagem.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;&lt;img border="0" r6="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-hfIxpW54wto/TZCf5WxLRGI/AAAAAAAAAG8/JKeeiiXlbys/s1600/imagem.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Q&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;uem frequenta &lt;i&gt;shopping centers &lt;/i&gt;várias vezes se depara com algumas lojas cujas vitrines exibem potes e mais potes com imagens de atletas com corpos perfeitos e músculos tonificados e bem delineados. São embalagens de todos os tamanhos e para todos os fins,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: white;"&gt;voltadas a um público que se formou, basicamente nas últimas décadas, ávido por um corpo saudável e esteticamente perfeito. Esses atletas buscam alternativas e complementações nutricionais que o exercício físico regular, regrado e bem praticado, em boa parte das vezes, necessita.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;A orientação alimentar não é exatamente uma novidade dos tempos atuais. Ela existe há muitos séculos. Na Grécia antiga, por exemplo, Diógenes Laertius (220 a.C.) sugeria aos atletas uma alimentação à base de queijo úmido, nata e figos secos. Alguns autores af irmam que nas Olimpíadas de Berlim, em 1936, muitos atletas consumiam diariamente 125 gramas de manteiga ou óleo de algodão, doces, um litro e meio de leite e três ovos diariamente. O esforço concentrado, as “explosões” musculares exigidas em atividades esportivas e a necessidade de resistência física levaram à necessidade de maiores quantidades de alimentos bem como de uma alimentação por vezes menos saborosa, constituindo-se um dos principais desafios do profissional responsável pela alimentação. “Nutrir o atleta é uma arte. O limite da irresponsabilidade e do sucesso esbarra em compromissos éticos e pleno conhecimento dos nutrientes”, diz Celso Cukier, nutrólogo esportivo do Hospital do Coração – HCor, de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;A suplementação alimentar é mais recente. Em geral, são substâncias produzidas quimicamente e que têm a propriedade de complementar a ação dos alimentos naturais, dando ao atleta mais força e energia. Alguns laboratórios ou fabricantes as indicam também para a redução de peso e ganhos de massa muscular. Normalmente, os usuários mais comuns são nadadores, jogadores de vôlei, basquete, fisiculturistas, corredores e outros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou os suplementos de creatina e cafeína para incrementar o rendimento de atletas durante a atividade física. A liberação ocorreu neste momento porque só agora foi comprovada cientificamente a segurança desse tipo de substância como alimento. Segundo a diretora da Anvisa, a farmacêutica e bioquímica Maria Cecília Brito, essas substâncias não devem ser consumidas por quem pratica atividade física ocasionalmente. “Uma dieta balanceada e diversificada já é suficiente e recomendável para atender às necessidades nutricionais”, prossegue. A creatina tem origem endógena (formada pelo próprio organismo) e é encontrada principalmente no músculo esquelético das pessoas. É originalmente sintetizada no fígado e no pâncreas, por meio dos aminoácidos arginina, glicina e metionina, mas também pode ser adquirida com a ingestão de carnes ou pela suplementação. É importante fonte de energia química para contração muscular, pois facilita a transferência de energia dentro das células.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Os músculos são constituídos por 70% de água e a creatina ajuda a introduzir a água nas células musculares, dando-lhes aparência de inchados e maior volume. “O processo ajuda na síntese de proteína, proporciona maior duração da atividade física de alta intensidade e ainda diminui o lactato muscular”, explica Tatiana Dall Agnol, nutricionista e mestre em nutrição esportiva pela Escola Paulista de Medicina. A dose recomendada em protocolos é de 20 gramas por dia de creatina por um período de seis dias, seguida de uma dose de manutenção de três a cinco gramas diárias por um determinado período. Ingerida com soluções de carboidrato, o efeito é potencializado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;A outra substância liberada é a cafeína, que atua no sistema nervoso e acelera o metabolismo. Ela é um estimulante, mas não melhora o desempenho atlético, necessariamente. O efeito é individual, depende de cada organismo. “Ela é uma das principais xantinas, substâncias que são encontradas em estado natural numa série de plantas como café, chás, mate, cacau e guaraná, entre outras. É acrescentada a bebidas energéticas e alguns remédios”, afirma a nutricionista Tatiana. A cafeína fortalece o sistema cardíaco, melhorando o seu rendimento, e prolonga e intensifica o estado ativo das fibras musculares, aumentando sua força e freqüência de contração. As bebidas energéticas fornecem cafeína como um recurso ergogênico (forma de facilitar e otimizar o trabalho) utilizado no sentido de potencializar o desempenho de resistência. A literatura diz que, em relação aos exercícios físicos de longa duração, o uso da cafeína promove melhoria na eficiência metabólica dos sistemas energéticos durante o esforço, contribuindo para um melhor desempenho físico. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;No entanto, essas substâncias não estão livres de reações adversas: “A utilização indiscriminada de creatina pode trazer comprometimento do fígado e dos rins e a da cafeína pode causar irritação, nervosismo, alterações no sono e, até mesmo, o aumento da pressão arterial”, diz Alessandra Paula Nunes, professora do curso de nutrição do Centro Universitário São Camilo. Aquele que ingere a creatina pode sentir efeitos colaterais como náusea, desconforto estomacal, tonturas e diarreias. O uso prolongado da substância deve ser acompanhado por profissionais de saúde e nutrição para monitoramento de suas funções no organismo. A utilização indiscriminada dos suplementos de creatina e cafeína pode, ao invés de nutrir e beneficiar o organismo, causar problemas metabólicos e até cardíacos graves.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Por: Neuza&lt;/span&gt; &lt;span style="color: white;"&gt;Pinheiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº4. Outubro/Novembro/Dezembro - 2010&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;Contato: &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: white; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-3651936837142961372?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/3651936837142961372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/03/estimulantes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/3651936837142961372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/3651936837142961372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/03/estimulantes.html' title='Estimulantes'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-hfIxpW54wto/TZCf5WxLRGI/AAAAAAAAAG8/JKeeiiXlbys/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-8832835986450953611</id><published>2011-03-21T11:14:00.000-07:00</published><updated>2011-03-21T11:14:50.025-07:00</updated><title type='text'>Nutrição oncológica</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: x-large;"&gt;Reforço alimentar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Orientações nutricionais especiais ajudam os&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;pacientes no combate ao câncer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-XC9Hs_A_DIY/TYeVj6HdPNI/AAAAAAAAAG4/eKqI6jkKk9Y/s1600/imagem.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh4.googleusercontent.com/-XC9Hs_A_DIY/TYeVj6HdPNI/AAAAAAAAAG4/eKqI6jkKk9Y/s1600/imagem.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;T&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;odo cuidado é pouco, os pacientes com câncer precisam dar atenção especial ao alimento que consomem, uma vez que o organismo precisa ser fortalecido a cada passo. Isso porque a quimioterapia utilizada para combater as células cancerígenas ataca também as células de defesa do organismo, afetando o mecanismo que nos protege contra doenças. Como resultado, a imunidade cai e o corpo não consegue lutar contra infecções. Por isso, enquanto o sistema imunológico estiver se recuperando, o paciente submetido à quimioterapia deve evitar expor-se a qualquer tipo de microrganismo que possa causar infecção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Maria Helena soube disso quando deu entrada ao hospital com febre alta, rigidez nos músculos e um estado de torpor que surgiu repentinamente e a manteve internada na UTI por três dias, enquanto era medicada com altas doses de antibiótico. A causa foi uma bacteriemia, ou a presença de bactérias na sua corrente sanguínea, que normalmente passaria despercebida em um organismo sadio, mas que pode evoluir para uma septicemia fatal em um corpo debilitado por altas doses de quimioterapia, como era o caso dela. Fazendo tratamento contra um linfoma, Maria Helena superou a crise e aprendeu muito sobre os cuidados que deve ter para evitar que a medicação para combater o câncer acabe abrindo as portas para outros males afetarem seu corpo. Ao mesmo tempo em que deve servir para ajudar na recuperação, o alimento pode ser um fator de risco. Além da infecção intestinal por bactérias – provável causa da sua bacteriemia –, existe a preocupação com fungos que podem estar presentes nas frutas, hortaliças e legumes crus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Para evitar risco, as frutas só podem ser consumidas &lt;i&gt;in natura &lt;/i&gt;imediatamente depois de cortadas. Isso depois de lavadas cuidadosamente com escova, sabão e água filtrada. Detalhe importante: só são permitidas as de casca grossa, que protegem melhor a polpa, como a melancia e o melão. Verduras e legumes, assim como as carnes de qualquer natureza, só podem ser ingeridas quando muito cozidas, depois de passarem por cuidadosa higiene.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Os pacientes em tratamento quimioterápico são estimulados a optar por alimentos industrializados sempre que tiverem dúvida sobre a origem, frescor e limpeza da comida servida. Mas as latas, caixas, vidros e outras embalagens precisam ser rigorosamente higienizadas antes de abertas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;A doutora em nutricionismo e especialista em nutrição oncológica Patrícia Villas-Boas de Andrade, do Instituto Nacional do Câncer, é responsável por uma cartilha com dicas para o dia a dia do paciente e até sugere receitas para que continuem a se alimentar corretamente quando voltam para casa. Entre as regras básicas, a profissional ensina que as mãos e os utensílios devem ser lavados muito bem antes de se manusear alimentos; e água, sabão e escova devem fazer parte da higienização dos alimentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Ao falar dos efeitos colaterais da quimioterapia, Patrícia aborda as dificuldades com a alimentação nessa fase difícil do tratamento contra o câncer. “A perda de apetite é um dos problemas mais comuns, que pode ser causado pelo tratamento ou pela doença em si”, explica a nutricionista. “Emoções como o medo ou a depressão podem interferir também, além de alguns efeitos colaterais como náusea, vômitos, alterações no odor ou sabor dos alimentos.” Para ajudar a superar essa fase de dificuldades, a apostila inclui receitas de fácil aceitação pelo paciente submetido à quimioterapia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Dicas para resistir à quimioterapia com alimentação:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;• Procure comer apenas quando não estiver se sentindo nauseado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;• Para controlar a náusea, tente mascar cristais de gengibre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;• Depois de uma crise, comece com líquidos claros (consomê, sucos, gelatinas, chás), água tônica e alimentos frios (iogurte, picolé de frutas ou gelatina).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;• Dê preferência a alimentos secos (biscoitos, torradas, cereais ou bolo sem recheio).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;• Evite alimentos fritos, empanados, gordurosos, muito doces, condimentados ou com odor muito forte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;• Congele seu suco de frutas favorito ou água de coco em cubinhos de gelo e chupe nos intervalos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;• Não espere sentir fome para comer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;• Evite deitar logo após as refeições.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;• Use roupas soltas, sem pressionar a barriga.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;• Deixe de lado o rigor das três refeições diárias e se permita “beliscar” entre elas, comendo em intervalos de no máximo três horas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Por: Eli Serenza&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº4. Outubro/Novembro/Dezembro - 2010&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Contato: &lt;a href="mailto:maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br"&gt;maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-8832835986450953611?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/8832835986450953611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/03/nutricao-oncologica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/8832835986450953611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/8832835986450953611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/03/nutricao-oncologica.html' title='Nutrição oncológica'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-XC9Hs_A_DIY/TYeVj6HdPNI/AAAAAAAAAG4/eKqI6jkKk9Y/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-8603882221118301264</id><published>2011-03-14T06:55:00.000-07:00</published><updated>2011-03-14T06:55:06.658-07:00</updated><title type='text'>Hérnia de Disco</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Fora do eixo&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: large;"&gt;A doença ocupa o segundo lugar entre os distúrbios dolorosos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-1Iv5bFym5hE/TX4d0VzFAWI/AAAAAAAAAGs/yeo15Qr1dIw/s1600/imagem.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh5.googleusercontent.com/-1Iv5bFym5hE/TX4d0VzFAWI/AAAAAAAAAGs/yeo15Qr1dIw/s1600/imagem.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;I&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;magine uma bala recheada, seu recheio saindo e escorrendo. Aí temos uma sensação de bem-estar. Mas, essa metáfora é usada para exemplificar a hérnia de disco – dor nada prazerosa. De acordo com Fabio avaglia, médico ortopedista e presidente do Instituto Ortopedia e Saúde, neste caso o disco – localizado entre cada uma das vértebras da coluna – é como se fosse uma dessas balas recheadas, firme por fora e cremosa por dentro. Porém, “quando submetida a uma pressão maior do que aguenta, o gel interno sai e começa a pressionar os nervos ligados à coluna, formando a hérnia de disco”, explica o ortopedista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Para ele, a hérnia de disco é conseqüência de um esforço físico excessivo, seja em flexão, rotação ou carga. E é justamente a região lombar que erroneamente é utilizada para levantar peso. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), depois do coração, a hérnia de disco é responsável pelo maior número de afastamentos profissionais no trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;José Goldenberg, especialista em clínica médica e membro titular da Academia Brasileira de Reumatologia, afirma que a hérnia de disco ocupa o segundo lugar entre os distúrbios dolorosos que acometem o ser humano – só perdendo para a cefaleia, a dor de cabeça. “Cerca de 80% dos indivíduos sentirão dores lombares em alguma fase da vida”, afirma Goldenberg. Ainda segundo o especialista, há aproximadamente 5% de novos casos de hérnia de disco ao ano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;O principal sintoma da hérnia de disco são as dores ciáticas – atingem costas, nádegas e podem ir até o pé. Porém, quando o caso é mais grave, a pessoa tem dificuldade até mesmo de andar. Fabio Ravaglia explica que muitas vezes a pessoa fica em pé, mas permanece torta, para abrir espaço na coluna, aliviar a pressão da hérnia e consequentemente a dor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Para tratar a dor, em cerca de 90% dos casos, as pessoas melhoram com um pouco de repouso e sessões de fisioterapia e/ou acupuntura, auxiliados pelo uso de analgésicos e anti-inflamatórios. Em apenas um mês os pacientes estão aptos a retomar suas atividades rotineiras. “Corrigido o problema do disco que saiu do lugar, a dor desaparece completamente”, avisa o ortopedista. Mas, como toda regra tem sua exceção, a cirurgia é realizada quando o paciente não responde ao tratamento conservador. O meio cirúrgico é indicado em casos de persistência dos sintomas, perda grande da qualidade de vida e déficits neurológicos com parestesias (queimação, dormência, coceira) e fraqueza muscular.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;A intervenção cirúrgica é feita em último caso e considera a gravidade dos sintomas e a incapacitação motora causada pela compressão do nervo. Essa pressão é exercida por parte do disco que extravasou e provoca, até mesmo, perda de movimento. Os métodos cirúrgicos evoluíram muito e procedimentos minimamente invasivos apresentam bons resultados. Há equipamentos modernos, como microscópios e até navegadores computadorizados que mostram o local exato da intervenção, com o mínimo de riscos para a pessoa. “A cirurgia é simples e em dois ou três dias a pessoa já está andando novamente”, diz Ravaglia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;b&gt;Prevenção&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Para evitar a hérnia de disco, o mais importante é prestar atenção à postura e não carregar peso de maneira errada. Fabio Ravaglia recomenda: “O ideal, ao levantar peso, é sempre agachar e nunca inclinar o corpo com os joelhos estendidos deixando o corpo na forma da uma letra U invertida”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;As atividades físicas de baixo impacto — alongamento e fortalecimento da musculatura, tanto abdominal, quanto posterior da coluna — são as mais indicadas para a prevenção das hérnias de disco. São atividades que ajudam a estabilizar a coluna e reduzir a força para a frente ou para trás. Também é recomendada a hidroginástica, caminhadas, esteiras com velocidade lenta, exercícios localizados com pouco peso e alongamentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Por: Gustavo Sierra&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº4. Outubro/Novembro/Dezembro - 2010&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Contato: &lt;a href="mailto:maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br"&gt;maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #7c7c7c; font-size: 11pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-8603882221118301264?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/8603882221118301264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/03/hernia-de-disco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/8603882221118301264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/8603882221118301264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/03/hernia-de-disco.html' title='Hérnia de Disco'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-1Iv5bFym5hE/TX4d0VzFAWI/AAAAAAAAAGs/yeo15Qr1dIw/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-6777166836311083756</id><published>2011-03-09T05:34:00.000-08:00</published><updated>2011-03-09T05:34:17.570-08:00</updated><title type='text'>Epilepsia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Curto-circuito&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Aumentaram em 11% as internações pela doença&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;nos hospitais públicos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-3aU9e_Ud4VQ/TXeAnbGEwVI/AAAAAAAAAGo/UUmnPIbPvKc/s1600/imagem.JPG"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh5.googleusercontent.com/-3aU9e_Ud4VQ/TXeAnbGEwVI/AAAAAAAAAGo/UUmnPIbPvKc/s320/imagem.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A pessoa cai no chão, perde a consciência. Suas pernas e braços endurecem. Ela se debate, tem contrações musculares involuntárias. Outras vezes, os sinais são mais discretos: olhar parado, comportamento fora do padrão, movimentos em apenas um dos braços ou perna. Se isso acontecer com constância, é muito provável que uma crise epilética esteja acontecendo. Descargas elétricas anormais e rápidas, com emissão de sinais incorretos e duração de alguns segundos ou poucos minutos são alterações que provocam crises e convulsões. Elas podem ser causadas por fatores como a falta de sono, ingestão de bebidas alcoólicas, febre, ansiedade, drogas e medicamentos, cansaço e mudanças súbitas de intensidade de luminosidade ou luzes piscantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas lendas cercaram a doença no decorrer da história. Na época da Grécia Antiga, os portadores da doença eram tratados como sacerdotes possuídos de inspiração divina. Quando apresentavam convulsões, os gregos acreditavam que estavam sendo “tocados” pelos deuses. Na Idade Média, entretanto, era associada a possessões demoníacas. Hoje, têm-se conhecimento de que se trata de uma doença tratável por medicamentos ou cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários fatores podem ocasionar a doença, como lesões no cérebro causadas por tumores, doenças como meningites, acidentes com objetos perfurantes e até a falta de cuidados nos pré-natais. O aspecto genético também não pode ser descartado, porém representa uma parcela pequena. Alimentos mal cozidos, como o da carne de porco, ou verduras mal lavadas podem desencadear a doença quando contaminadas pela larva da neurocisticercose e afetar o sistema nervoso central, gerando uma infecção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento, porém, pode ser mais simples do que se pensa. De acordo com o médico Arthur Cukiert, chefe do serviço de neurologia e neurocirurgia do Hospital Estadual Brigadeiro, de São Paulo, “80% dos epiléticos são curados com medicamentos. Os outros 20% podem se recuperar com cirurgias de alta complexidade. Quando não conhecemos exatamente o local do cérebro afetado, se a região não puder ser removida por algum motivo e se os focos forem múltiplos e grandes, recomendamos a cirurgia paliativa, de alta eficácia, pois as crises reduzem em número e severidade, mas o indivíduo não fica totalmente livre da epilepsia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cirurgias paliativas são indicadas para os casos que não respondem a medicamentos, mas podem melhorar as crises em até um terço dos casos. O Hospital Brigadeiro, considerado referência no tratamento da epilepsia, oferece a técnica de implante cerebral de eletrodos profundos em portadores da doença para a estimulação elétrica das regiões cerebrais, sem necessidade de cortes ou remoções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em crianças, os sintomas caracterizam-se por contrações rápidas de apenas um músculo ou grupo muscular, contrações no rosto, movimentos parecidos como “pedalar” e desvio forçado dos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguns casos graves pode ocorrer a necessidade da ocorrência da hemisferectomia, procedimento cirúrgico de retirada de metade do cérebro. Em 2005, nos Estados Unidos, o menino Tyler Plotkins, com apenas 1 ano e 3 meses, teve metade de seu cérebro extirpado em função da grave epilepsia que sofria. Passados quatro anos, ele tem uma vida praticamente normal. “O cérebro tem a propriedade de plasticidade. Ele recupera as funções”, diz Cukiert. Essa característica permite à criança sofrer intervenções que muitas vezes não são indicadas em adultos, com ressecções maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Wen Hung Tzu, médico chefe do grupo de cirurgia de epilepsia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, as epilepsias encontradas com maior frequência na população adulta são as parciais, responsáveis por cerca de 70% dos casos. Elas se originam, segundo o médico, de um grupo de células nervosas em uma área restrita. No caso das crises generalizadas começam em estruturas profundas do cérebro e atingem os dois hemisférios cerebrais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns procedimentos em primeiros socorros podem ser adotados em casos de crises. Nas chamadas crises tônico-clônicas generalizadas, deve-se ficar calmo, colocar travesseiro embaixo da cabeça da pessoa, mantê-la de lado para evitar a entrada de saliva ou vômitos no pulmão, afrouxar cintos e colarinhos e deixar a crise acontecer sem interferir. Não se deve tentar colocar o dedo na boca da pessoa para segurar a língua e nem dar líquidos durante a crise ou fazer respiração boca a boca. Nas crises parciais complexas – nas quais ocorrem alterações nos níveis de consciência – deve-se falar de maneira calma com a pessoa, pois ela pode reagir a estímulos emocionais; protegê-la de perigos potenciais e não restringir os seus movimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A epilepsia atinge 1% da população em países desenvolvidos e 1,3%no Brasil. Normalmente, acomete pessoas com até 25 anos e com idade acima de 65 anos e é mais comum em pessoas do sexo masculino. No Brasil, em hospitais públicos, as internações por epilepsia aumentaram em 11%, com mais de 17 mil casos ocorridos entre janeiro e maio de 2009, sendo mais de um quarto só no Estado de São Paulo. Os dados são da ABN – Academia Brasileira de Neurologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os médicos não acreditam em surto de doença que possa desencadear a epilepsia e não sabem o porquê do aumento do número de casos no País. Preocupam-se, no entanto, em alertar a população sobre a doença, divulgar seus sintomas, os procedimentos para socorro imediato e a diminuição do preconceito por causa do desconhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Por: Neusa Pinheiro&lt;br /&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº3. Julho/Agosto/Setembro - 2010&lt;br /&gt;Contato: &lt;a href="mailto:maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br"&gt;maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-6777166836311083756?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/6777166836311083756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/03/epilepsia_09.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/6777166836311083756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/6777166836311083756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/03/epilepsia_09.html' title='Epilepsia'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-3aU9e_Ud4VQ/TXeAnbGEwVI/AAAAAAAAAGo/UUmnPIbPvKc/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-6121788224511717398</id><published>2011-02-28T06:04:00.000-08:00</published><updated>2011-04-26T11:35:12.496-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Envelhecimento'/><title type='text'>Envelhecimento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Epidemia de quedas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Mais de 60% dos tombos de idosos ocorrem em casa&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-style: italic; text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-jyGTdRqtQKs/TWuwzcz_2JI/AAAAAAAAAGc/nDP70b9qM04/s1600/Envelhecimento.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh4.googleusercontent.com/-jyGTdRqtQKs/TWuwzcz_2JI/AAAAAAAAAGc/nDP70b9qM04/s1600/Envelhecimento.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;As quedas e suas conseqüências para as pessoas da terceira idade estão assumindo, segundo o governo, dimensões de epidemia. O Ministério de Saúde alerta para o fato de que os custos com a saúde motivados por quedas de idosos no Brasil têm crescido de maneira significativa. Foram gastos pelo sistema de saúde pública, em 2009, R$ 81 milhões com fraturas de idosos – desses, R$ 58 milhões com internações e o restante, R$ 23 milhões, com medicamentos. Há apenas três anos, em 2006, para efeito comparativo, esses gastos foram de R$ 69 milhões. E mais: de janeiro até outubro de 2009, do total de 40.598 internações, 73% delas eram de mulheres – e a osteoporose, doença com maior incidência feminina, o motivo principal dessa desigualdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;O governo federal reuniu, recentemente, as suas secretarias estaduais e municipais de saúde para discutir o problema e para que em conjunto diminuam as taxas de internação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo está recrutando mil idosos que tenham sofrido queda no último ano e queiram colaborar com o estudo sobre o perfil desse tipo de acidente. Eles terão que responder a questionário e receberão material e orientação especializada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Muitos são os motivos causadores da queda na terceira idade: doenças cardíacas que diminuem a pressão arterial, isquemia cerebral (irrigação deficiente no cérebro) e o próprio envelhecimento natural que ocasiona, muitas vezes, perda de visão, osteoporose, problemas de desequilíbrio e vertigens em função de alterações no labirinto, efeitos de remédios e muitos outros. Como diz o médico oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do Instituto de Moléstias Oculares: “Os idosos que caem provavelmente o fazem por mais de uma razão e, com frequência, é possível tratar estas causas e, com isto, evitar as quedas”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;“Por isso, é importante procurar auxílio médico e não usar remédios sem a prescrição do especialista”, acrescenta o oftalmologista. Seu colega Juan Caballero, também do mesmo instituto, diz que o declínio da acuidade visual é uma das causas mais constantes das quedas dos idosos e explica que, com o envelhecimento, o tamanho e a resposta das pupilas diminuem. “Ao entrar em&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;um recinto escuro ou sair à noite, o indivíduo idoso tem o risco de queda aumentado, pois o tempo necessário para que o olho senescente – em processo de envelhecimento natural – atinja um nível de sensibilidade à luz igual ao de uma pessoa jovem é maior. Por consequência, indivíduos mais velhos precisam de iluminação adequada para andar com segurança.” Segundo ele, ainda, a percepção de profundidade é alterada e gera quedas, principalmente ao subir e descer escadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;A fisioterapeuta Juliana Maria Gazzola, especialista em Gerontologia e mestre em Ciências Otorrinolaringológicas pela Universidade Federal de São Paulo, em seu trabalho sobre quedas na terceira idade, afirma que, entre 5% e 10% dos idosos sofrem lesões severas que resultam, invariavelmente, em piora da qualidade de vida, medo permanente de cair, restrições motoras e redução de suas atividades. Ainda, segundo ela, existem os fatores de risco modificáveis e os não modificáveis. Os primeiros englobam os riscos ambientais, limitações visuais, fraqueza muscular e insônia, entre outros, e que podem, de alguma forma, ser corrigidos e evitados. Já os riscos não modificáveis correspondem à própria condição de idade avançada, ser do sexo feminino, apresentar déficit cognitivo e distúrbios de marcha ou equilíbrio e perda de reflexos&lt;i&gt;.&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-style: italic; text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-GL1jtbsnZ34/TWuw7LHH-nI/AAAAAAAAAGk/Scx9eA8whMM/s1600/Envelhecimento2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh3.googleusercontent.com/-GL1jtbsnZ34/TWuw7LHH-nI/AAAAAAAAAGk/Scx9eA8whMM/s1600/Envelhecimento2.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Como eliminar as armadilhas em casa e se manter ativo:&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-style: italic; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;- Evitar o uso de tapetes pequenos onde é possível escorregar;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;- Instalar corrimões nas beiras de escadas;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;- Colocar interruptores de luz em locais de fácil acesso para manter o ambiente sempre bem iluminado;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;- Deixar uma luz acesa iluminando o trajeto entre o quarto e o banheiro à noite;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;- Evitar manter no chão objetos como chinelos, caixas ou brinquedos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;- Instalar barras para se segurar no banheiro e no Box;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;- Escolher quinas arredondadas nos móveis;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;- Usar calçados seguros;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;- Checar sempre a visão e a prescrição de óculos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;- Visitar o médico periodicamente;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;- Praticar exercícios físicos regularmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Por: Sociedade Brasileira de Otologia&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº3. Julho/Agosto/Setembro - 2010&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Contato: &lt;a href="mailto:maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br"&gt;maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-6121788224511717398?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/6121788224511717398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/02/envelhecimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/6121788224511717398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/6121788224511717398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/02/envelhecimento.html' title='Envelhecimento'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-jyGTdRqtQKs/TWuwzcz_2JI/AAAAAAAAAGc/nDP70b9qM04/s72-c/Envelhecimento.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-1439541799448839182</id><published>2011-02-21T05:39:00.000-08:00</published><updated>2011-02-22T11:41:38.180-08:00</updated><title type='text'>Automedicação</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-t4ECpbQ5EWs/TWJqq0M9rrI/AAAAAAAAAGY/_qwJ0B6n_8U/s1600/automedica%25C3%25A7%25C3%25A3o.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img border="0" height="166" src="http://3.bp.blogspot.com/-t4ECpbQ5EWs/TWJqq0M9rrI/AAAAAAAAAGY/_qwJ0B6n_8U/s400/automedica%25C3%25A7%25C3%25A3o.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Verdades e crendices&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Ao se automedicar, o paciente mascara os sintomas, sob o manto de diferentes analgésicos.&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não existe nada mais importante, absolutamente nada, que a saúde perfeita, com o mínimo de distúrbios, propiciando bem-estar e disposição para o trabalho ou para o lazer. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Habitualmente ignoramos essa constatação óbvia por descuido, na ânsia de viver intensamente e também por displicência. Comumente, lutamos pela sobrevivência, e nada mais. Nem sempre saúde é o que interessa, salvo quando ela nos ameaça. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Infelizmente não existe ainda nenhum dispositivo que antecipe os sintomas. O máximo que podemos fazer é antecipar as providências, contratando, por exemplo, um bom plano de saúde, já que a saúde pública, sabidamente, não funciona quando mais dela se precisa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma certeza conhecida é que os sintomas de uma doença raramente aparecem de supetão. O mais comum é que eles deem sinais discretos, antes de se manifestarem claramente. Às vezes, os sintomas são traiçoeiros ou mascarados pela excessiva preocupação do doente – hipocondria, por exemplo. De tanto automedicar-se, o paciente mascara os sintomas, escondendo-os sob o manto dos mais diferentes analgésicos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Outra hipótese é que sugiram algo grave, quando na verdade se trata de mera manifestação neurológica. Os sintomas enganam às vezes os mais experientes profissionais, que precisam ter à mão todos os instrumentos de investigação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;antes de dar um diagnóstico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não sendo médico, o autor não é pessoa autorizada a dissertar sobre assunto de tanta complexidade. Apenas relata constatações, casos e crendices de conhecimento de todos. Refiro-me à imensa popularidade das crendices populares que norteiam os tratamentos por esse país afora, inclusive nas grandes cidades e à porta dos hospitais universitários. Não faltam bancas vendendo ervas as mais diversas, com capacidade de cura de todas as doenças. Há infinita quantidade de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;relatos de curas milagrosas a partir de ervas. Todos nós, qualquer pessoa conhece um caso de família que se trata à base dessas crendices. Um amigo advogado, de alta sapiência jurídica, aos 80 anos, toma diariamente óleo de alho em pó, cálcio à base de concha de ostras, complexo B, ácido ascórbico e vitamina E com selênio. E toma, ainda, um cálice de solução de cloreto de magnésio, de manhã e à noite.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Consultei meu geriatra a respeito disso e ele afirmou que nada disso é necessário se o indivíduo tiver uma alimentação diversificada, que contemple a maioria dos cereais, legumes e demais nutrientes disponíveis em qualquer lugar do mundo. A&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;boa alimentação e exercícios físicos adequados à idade são tão eficientes quanto todas essas invencionices populares.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Já os adeptos dessas medicações ditas caseiras alegam que se baseiam em experiências milenares e acusam os médicos alopatas de se renderem à indústria medicamentosa, que lhes pagam viagens e simpósios, inclusive internacionais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo não tem, entre as 55 matérias obrigatórias do seu curso de graduação, acupuntura nem homeopatia. Perguntei certa vez a um de seus diretores qual a razão e ele foi claro: não existe comprovação científica de que essas especialidades sejam realmente eficazes. Alguns professores reconhecem o valor desse tipo de tratamento e alguns deles, individualmente, os adotam ou recomendam a seus pacientes. Mas a faculdade, como instituição de alta responsabilidade, nunca aprovou a inclusão dessas especialidades como matéria oficial. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Enquanto isso, nas feiras ou barracas à porta das faculdades as ervas e crendices se proliferam. Nenhuma instituição conseguiu abolir a prática das crendices e os recursos sobrenaturais. Alguns admitem que, além de ciência, medicina é também&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;uma questão de fé. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Por: Flávio Tiné&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº3. JulhoAgosto/Setembro - 2010&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Contato: maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-1439541799448839182?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/1439541799448839182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/02/automedicacao-verdades-e-crendices.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/1439541799448839182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/1439541799448839182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/02/automedicacao-verdades-e-crendices.html' title='Automedicação'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-t4ECpbQ5EWs/TWJqq0M9rrI/AAAAAAAAAGY/_qwJ0B6n_8U/s72-c/automedica%25C3%25A7%25C3%25A3o.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-6629651065459293865</id><published>2011-01-14T05:50:00.001-08:00</published><updated>2011-04-26T11:38:52.686-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trabalho'/><title type='text'>Vetor de Oportunidades</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-size: large;"&gt;O empreededorismo corporativo abre espaço&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;para propostas de funcionários&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TTBR66VWf3I/AAAAAAAAAGM/Gth0i8D1pA8/s1600/pag23rev3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://1.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TTBR66VWf3I/AAAAAAAAAGM/Gth0i8D1pA8/s320/pag23rev3.JPG" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-size: xx-small;"&gt;Andres|Dreanstime.com&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A busca da inovação tem levado&amp;nbsp;as empresas a valorizarem&amp;nbsp;cada vez mais os empreendedores&amp;nbsp;internos, ou seja, profissionais&amp;nbsp;que exercem liderança,criam, participam e estimulam a&amp;nbsp;inovação dentro das empresas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;Embora a taxa de intraempreendedorismo&amp;nbsp;ainda seja muito baixa no&amp;nbsp;Brasil (0,6%, segundo pesquisa de&amp;nbsp;2008 do Global Entrepreneurship&amp;nbsp;Monitor – GEM), especialistas de&amp;nbsp;RH, entidades e instituições ligadas&amp;nbsp;ao empreendedor ismo, além&amp;nbsp;de grandes empresas, defendem&amp;nbsp;a importância de se investir mais&amp;nbsp;nesses prof issionais, capazes de&amp;nbsp;desenvolver produtos e serviços que&amp;nbsp;representem diferencial competitivo&amp;nbsp;nos negócios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&amp;nbsp;“O intraempreendedor ou empreendedor&amp;nbsp;corporativo é um vetor&amp;nbsp;de oportunidades e está associado&amp;nbsp;à competição e inovação dentro&amp;nbsp;da cultura da empresa em que trabalha.&amp;nbsp;Está à frente de processos&amp;nbsp;como criação de novos produtos e&amp;nbsp;serviços, abertura de filiais e planejamento&amp;nbsp;de ações no mercado.&amp;nbsp;Seu papel é agregar valor ao que é&amp;nbsp;proposto na empresa”, diz Renato&amp;nbsp;Fonseca, consultor do Sebrae–SP.&amp;nbsp;No entanto, toda sugestão apresentada&amp;nbsp;pelo intraempreendedor,&amp;nbsp;segundo o consultor, deve ser bem&amp;nbsp;definida e estudada para ser válida&amp;nbsp;e gerar perspectivas. “Pensar antes&amp;nbsp;de falar e valorizar o relacionamento&amp;nbsp;com as pessoas envolvidas&amp;nbsp;no ambiente profissional é vital&amp;nbsp;para ganhar apoio e, assim, levar a&amp;nbsp;proposta adiante. Esse &amp;nbsp;profissional&amp;nbsp;tem que vender a ideia e, ao mesmo&amp;nbsp;tempo, lidar com jogos de poder na&amp;nbsp;organização –, portanto ele precisa&amp;nbsp;ter sensibilidade suficiente, principalmente&amp;nbsp;nesse momento”, explica&amp;nbsp;Fonseca.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Paulo Roberto Ferreira Cunha,&amp;nbsp;professor de Planejamento Estratégico&amp;nbsp;da Escola Superior de Propaganda&amp;nbsp;e Marketing (ESPM), ressalta que o&amp;nbsp;intraempreendedorismo também está&amp;nbsp;muito ligado ao perfil &amp;nbsp;administrativo&amp;nbsp;e estratégico da empresa. “Para viabilizar&amp;nbsp;a iniciativa do intraempreendedor,&amp;nbsp;a empresa precisa estar aberta&amp;nbsp;a novos desafios, negócios e também&amp;nbsp;a mudanças culturais para encarar a&amp;nbsp;competitividade e aceitar sugestões&amp;nbsp;desse tipo de profissional”, diz Cunha.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;Características&amp;nbsp;do intraempreendedor:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;• Busca de opor tunidades e&amp;nbsp;iniciativa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;• Exigência de qualidade e eficiência&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;• Persistência&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;• Correr riscos calculados&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;• Comprometimento&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;• Estabelecimento de metas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;• Planejamento e monitoramentosistemático&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A aceitação da figura do intraempreendedor&amp;nbsp;dentro de uma empresa&amp;nbsp;depende do modelo de gestão de&amp;nbsp;cada companhia. “A empresa que&amp;nbsp;incentiva o colaborador a expor&amp;nbsp;suas ideias e projetos deve acolhê-lo&amp;nbsp;para que ele possa desenvolver esse&amp;nbsp;trabalho. Há casos, porém, em que o&amp;nbsp;colaborador motivado é barrado por&amp;nbsp;modelos inflexíveis de gestão empresarial”,explica Cunha, que, como a&amp;nbsp;maioria dos especialistas no assunto,&amp;nbsp;também desaconselha o choque de&amp;nbsp;projetos e ideias do intraempreendedor&amp;nbsp;com os da companhia.&amp;nbsp;“Esse novo profissional tem características&amp;nbsp;comportamentais específicas.&amp;nbsp;Age como dono do negócio e&amp;nbsp;está disposto a resolver qualquer problema&amp;nbsp;com a equipe como um todo.&amp;nbsp;É inteiramente comprometido com&amp;nbsp;o trabalho”, diz Carolina Stilhano,&amp;nbsp;gerente de comunicação da Catho.&amp;nbsp;No Brasil, segundo ela, muitas&amp;nbsp;pessoas nascem empreendedoras,&amp;nbsp;mas são tolhidas ao longo da vida&amp;nbsp;pela sociedade. A cultura do &amp;nbsp;intraempreendedorismo&amp;nbsp;no País ainda&amp;nbsp;precisa ser mais bem assimilada,&amp;nbsp;embora seja crescente a busca,&amp;nbsp;pelas empresas, de profissionais&amp;nbsp;com habilidades e características&amp;nbsp;do intraempreendedor. “Afinal, eles&amp;nbsp;trarão mais resultados e produtividade&amp;nbsp;às companhias”, argumenta a&amp;nbsp;executiva.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #7c7c7c; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #7c7c7c; font-size: xx-small; line-height: 14px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; line-height: 20px;"&gt;Por: Silvana Orsini&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº3. Julho/Agosto/Setembro – 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;Contato: maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-6629651065459293865?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/6629651065459293865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/01/vetor-de-oportunidades.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/6629651065459293865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/6629651065459293865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/01/vetor-de-oportunidades.html' title='Vetor de Oportunidades'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TTBR66VWf3I/AAAAAAAAAGM/Gth0i8D1pA8/s72-c/pag23rev3.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-8867290666315616606</id><published>2011-01-07T05:54:00.000-08:00</published><updated>2011-01-07T05:54:51.665-08:00</updated><title type='text'>Inflamação Intestinal</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;Disfunção&amp;nbsp;Crônicas&amp;nbsp;tem tratamento individualizado&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TScXbljTPsI/AAAAAAAAAGI/mAlwShawhd4/s1600/cronh.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TScXbljTPsI/AAAAAAAAAGI/mAlwShawhd4/s320/cronh.JPG" width="224" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-size: xx-small;"&gt;Stylephoto /Dreamstime.com&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;Seu nome ainda soa estranho para&amp;nbsp;muitos, mas o distúrbio pode&amp;nbsp;atingir pessoas de qualquer idade&amp;nbsp;e de ambos os sexos, com predisposição&amp;nbsp;genética. Trata-se da Doença de&amp;nbsp;Crohn (DC) – que leva o nome do médico&amp;nbsp;que a descreveu em 1932, Burril&amp;nbsp;B. Crohn –, um processo inflamatório&amp;nbsp;crônico que ocorre em qualquer parte&amp;nbsp;do trato gastrointestinal, principalmente&amp;nbsp;na porção inferior do intestino&amp;nbsp;delgado (íleo) e intestino grosso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;“Os sintomas são muito variáveis,&amp;nbsp;dependendo dos locais de acometimento&amp;nbsp;da doença. Os principais são diarreia, presente em cerca de 70%&amp;nbsp;dos pacientes, geralmente sem sangue&amp;nbsp;ou muco, a não ser que exista acometimento colônico importante;&amp;nbsp;dor abdominal, também em 70% dos&amp;nbsp;pacientes, predominantemente localizada&amp;nbsp;no quadrante inferior direito;&amp;nbsp;e emagrecimento, em cerca de 60%&amp;nbsp;dos pacientes”, explica André Zonetti&amp;nbsp;de Arruda Leite, gastroenterologista&amp;nbsp;do Hospital das Clínicas da Faculdade&amp;nbsp;de Medicina da Universidade de São&amp;nbsp;Paulo – HCFMUSP.&amp;nbsp;Segundo o diretor da Regional&amp;nbsp;Guarulhos (SP) da Associação Brasileira&amp;nbsp;de Colite Ulcerativa e Doença&amp;nbsp;de Crohn – ABCD, coloproctologista&amp;nbsp;Wilton Schmidt Cardozo, os indícios&amp;nbsp;da disfunção podem variar de leve a&amp;nbsp;grave. “A doença é caracterizada por&amp;nbsp;fases agudas (atividade da doença) e&amp;nbsp;períodos de remissão (sem sintomas).&amp;nbsp;Algumas pessoas podem apresentar&amp;nbsp;manifestações consideradas extraintestinais&amp;nbsp;como doenças de pele, nos&amp;nbsp;olhos e nas articulações”, acrescenta.&amp;nbsp;Formação de fístulas, trajetos que geram&amp;nbsp;trânsito anormal de fezes, ligando&amp;nbsp;regiões diferentes do intestino ou a&amp;nbsp;órgãos como bexiga, superfície da&amp;nbsp;pele e do ânus, por exemplo, também&amp;nbsp;são complicações apresentadas em&amp;nbsp;uma parcela dos pacientes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Até o momento não foi descoberta&amp;nbsp;qual a causa ou causas da Doença de&amp;nbsp;Crohn, que predomina em pessoas jovens&amp;nbsp;– entre 15 e 35 anos. Porém, o sinal&amp;nbsp;que pesa para o seu aparecimento&amp;nbsp;é a predisposição genética associada a&amp;nbsp;fatores ambientais como tabagismo e&amp;nbsp;alimentação. “Existe maior incidência&amp;nbsp;em parentes de primeiro grau. É considerada&amp;nbsp;uma doença multifatorial,&amp;nbsp;com componente genético e ambiental,&amp;nbsp;incluindo a alimentação, fumo e&amp;nbsp;uso de medicações, apesar de não ser&amp;nbsp;causada por nenhum remédio, bactéria&amp;nbsp;ou por algum tipo de alimento”,&amp;nbsp;completa André Zonetti.&amp;nbsp;A DC está no rol das Doenças&amp;nbsp;Inflamatórias Intestinais (DII), junto&amp;nbsp;com a colite ulcerativa (ou retocolite&amp;nbsp;ulcerativa), que são confundidas por&amp;nbsp;terem características semelhantes.&amp;nbsp;No site da ABCD, a colite ulcerativa&amp;nbsp;é descrita por atingir a camada mais&amp;nbsp;superficial (mucosa) do cólon de&amp;nbsp;modo contínuo, diferentemente da&amp;nbsp;Doença de Crohn. “O termo doença inflamatória intestinal é utilizado para&amp;nbsp;descrever em conjunto a retocolite ulcerativa&amp;nbsp;e a Doença de Crohn e, apesar&amp;nbsp;de serem doenças distintas, acredita-se&amp;nbsp;que a lesão intestinal em ambas as&amp;nbsp;patologias ocorra em consequência à&amp;nbsp;resposta &amp;nbsp;exagerada do sistema imune&amp;nbsp;contra a própria flora intestinal”,&amp;nbsp;enfatiza o profissional do HCFMUSP,&amp;nbsp;André Zonetti de Arruda Leite.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Wilton Cardozo, da ABCD, afirma&amp;nbsp;que a DC tem diagnóstico&amp;nbsp;confirmado por meio de avaliação&amp;nbsp;clínica, que engloba história do&amp;nbsp;paciente e exame físico, além de&amp;nbsp;uma combinação de investigações&amp;nbsp;baseadas em exames laboratoriais&amp;nbsp;como endoscopia, colonoscopia,&amp;nbsp;radiologia e biópsias do intestino.&amp;nbsp;“O prognóstico, isto é, a perspectiva&amp;nbsp;que se tem em relação à doença em&amp;nbsp;longo prazo, varia conforme o grau&amp;nbsp;de comprometimento e localização&amp;nbsp;da doença. No entanto, consultas&amp;nbsp;periódicas,exames de controle e&amp;nbsp;uso das medicações prescritas prolongarão&amp;nbsp;os períodos de remissão”,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;complementa.&amp;nbsp;O tratamento da Doença de&amp;nbsp;Crohn,&amp;nbsp;de acordo com Cardozo, é&amp;nbsp;individualizado, dependendo do nível&amp;nbsp;de comprometimento e local atingido&amp;nbsp;pela disfunção. Uso de corticoides,&amp;nbsp;imunossupressores, terapia biológica&amp;nbsp;(anti-TNF) e cirurgia – para os casos&amp;nbsp;mais sérios – são indicados para&amp;nbsp;este distúrbio que não tem cura,&amp;nbsp;mas terapia adequada. Seguindo as&amp;nbsp;recomendações médicas, os pacientes&amp;nbsp;com a Doença de Crohn têm a vida&amp;nbsp;normal e produtiva. Basta conhecer,&amp;nbsp;entender e enfrentar o problema.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #7c7c7c; font-size: xx-small; line-height: 14px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; line-height: 20px;"&gt;Por: Keli Vasconcelos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº3. Julho/Agosto/Setembro – 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;Contato: maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-8867290666315616606?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/8867290666315616606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/01/inflamacao-intestinal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/8867290666315616606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/8867290666315616606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2011/01/inflamacao-intestinal.html' title='Inflamação Intestinal'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TScXbljTPsI/AAAAAAAAAGI/mAlwShawhd4/s72-c/cronh.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-3965522818176326242</id><published>2010-12-31T04:16:00.000-08:00</published><updated>2011-04-26T11:23:39.095-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trabalho'/><title type='text'>RECICLAGEM PROFISSIONAL</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Plano de carreira e informação estratégica são&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fundamentais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TR3HLiMXT5I/AAAAAAAAAGA/OZZSiIEJ9To/s1600/imagem.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://2.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TR3HLiMXT5I/AAAAAAAAAGA/OZZSiIEJ9To/s320/imagem.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;© Andresr | Dreamstime.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;Atentos a novas tecnologias que&amp;nbsp;surgem a todo instante os bons&amp;nbsp;profissionais que fomentam o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;mercado de trabalho atualmente devem&amp;nbsp;frequentar cursos de qualificação&amp;nbsp;profissional para lidar com mudanças&amp;nbsp;e inovações. Realizam cursos de especialização,&amp;nbsp;pós-graduação, mestrado,&amp;nbsp;MBA e falam mais de dois idiomas.&amp;nbsp;Estes disputados profissionais ocupam&amp;nbsp;o lugar daqueles que, há duas&amp;nbsp;décadas, se diferenciavam por possuir&amp;nbsp;apenas um curso superior e dominar&amp;nbsp;a língua inglesa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;O upgrade de exigências se deu&amp;nbsp;em razão da maciça utilização da&amp;nbsp;internet e dos celulares, o que&amp;nbsp;facilitou a comunicação. E a informação&amp;nbsp;passou a ser adquirida em&amp;nbsp;segundos. Conforme Cássia Lourenci,&amp;nbsp;consultora de Recursos Humanos&amp;nbsp;e coaching, os profissionais que hoje&amp;nbsp;enfrentam o&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&amp;nbsp;mercado de trabalho&amp;nbsp;já nasceram em um mundo onde as&amp;nbsp;exigências são maiores. Aprendem&amp;nbsp;mandarim, fazem fonoaudiologia&amp;nbsp;e já estudam em escolas bilíngues,&amp;nbsp;onde lhes são ensinados inglês e&amp;nbsp;espanhol.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esses profissionais com perfil multitarefa&amp;nbsp;disputam vagas com os profissionais&amp;nbsp;de outras gerações. Estes, em&amp;nbsp;razão da competitividade acirrada,&amp;nbsp;também buscam mais qualificação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Contudo, Cássia alerta: “Atualizar-se&amp;nbsp;não é fazer cinco MBAs, mas ter um&amp;nbsp;plano de carreira”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para a consultora muitas pessoas&amp;nbsp;concluem cursos superiores e geralmente&amp;nbsp;optam por especializações ou&amp;nbsp;extensões na mesma área. Mas os&amp;nbsp;conhecimentos específicos são importantes&amp;nbsp;até determinado momento da&amp;nbsp;carreira. “Quanto mais o profissional&amp;nbsp;subir na hierarquia organizacional,&amp;nbsp;mais estratégico precisará ser. Por&amp;nbsp;isso, é importante focar não apenas&amp;nbsp;no operacional”, aconselha. Segundo&amp;nbsp;a consultora, é preciso investir em&amp;nbsp;cursos de gestão de pessoas, gestão&amp;nbsp;estratégica e empresarial. “Sem&amp;nbsp;conhecimentos estratégicos, mesmo&amp;nbsp;tendo galgado novo cargo, esse&amp;nbsp;profissional pode perder o emprego”,&amp;nbsp;completa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Cássia acredita que um bom&amp;nbsp;momento para escolher as melhores&amp;nbsp;vertentes profissionais é cerca de&amp;nbsp;cinco anos após a conclusão do curso&amp;nbsp;superior. “Neste momento, ele já&amp;nbsp;está no mercado de trabalho e sabe&amp;nbsp;exatamente onde é o seu calcanhar&amp;nbsp;de Aquiles. Aí, tem condições de&amp;nbsp;optar por um curso que, de fato, vai&amp;nbsp;agregar conhecimentos fundamentais&amp;nbsp;à sua carreira.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Cássia sugere, portanto, que os&amp;nbsp;profissionais realizem, uma vez por&amp;nbsp;ano, um curso prático como o de um&amp;nbsp;software e, a cada cinco anos, outro&amp;nbsp;mais profundo, como uma pós-graduação&amp;nbsp;ou especialização. Orienta ainda&amp;nbsp;que o profissional quebre mensalmente&amp;nbsp;aquela janelinha que, no passado,&amp;nbsp;dividia seu setor e passe um dia de&amp;nbsp;vivência em outro departamento.&amp;nbsp;“Claro que o profissional não precisa&amp;nbsp;se tornar um profundo conhecedor&amp;nbsp;nas funções da outra área, mas deve&amp;nbsp;entendê-las para poder executar melhor&amp;nbsp;as suas.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Exemplos&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;A multinacional Syngenta, que&amp;nbsp;atua no setor de agribusiness, tem&amp;nbsp;1.730 funcionários e é um exemplo&amp;nbsp;de como estimular e investir em seus&amp;nbsp;colaboradores. Em 2009, 412 profissionais&amp;nbsp;da empresa participaram de&amp;nbsp;programas e 112 passaram por treinamentos&amp;nbsp;regulares de idiomas. “Traçamos&amp;nbsp;nossas estratégias baseados&amp;nbsp;nas&amp;nbsp;competências de nossos funcionários&amp;nbsp;e, por isso, investir no crescimento&amp;nbsp;deles é fundamental”, diz Carlos&amp;nbsp;Gajardoni, gerente de treinamento e&amp;nbsp;desenvolvimento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A empresa desenvolve programa&amp;nbsp;de educação corporativa nos segmentos&amp;nbsp;comercial, liderança, treinamentos&amp;nbsp;internacionais e corporativos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Lilian Saldanha, engenheira agrônoma,&amp;nbsp;iniciou suas atividades como&amp;nbsp;analista da área de regulamentação há&amp;nbsp;dez anos. O cargo de gerente surgiu&amp;nbsp;após cursos sobre manejo de projetos,&amp;nbsp;realizado nos Estados Unidos. Ela também&amp;nbsp;passou por treinamentos de comunicação,&amp;nbsp;liderança, gestão de pessoas,&amp;nbsp;manejo de projetos e coachings.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #7c7c7c; line-height: 14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; line-height: 20px;"&gt;Por: Renata Bernardis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº3. Julho/Agosto/Setembro – 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;Contato: maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-3965522818176326242?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/3965522818176326242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2010/12/reciclagem-profissional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/3965522818176326242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/3965522818176326242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2010/12/reciclagem-profissional.html' title='RECICLAGEM PROFISSIONAL'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TR3HLiMXT5I/AAAAAAAAAGA/OZZSiIEJ9To/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-1276170012468967547</id><published>2010-12-28T06:09:00.000-08:00</published><updated>2010-12-28T06:09:45.840-08:00</updated><title type='text'>LESÃO DE NERVO</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;A doença provoca a perda da motricidade de todo o&amp;nbsp;lado afetado do rosto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TRno0bJuMUI/AAAAAAAAAF0/sCStkvnolSU/s1600/imagem.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="249" src="http://2.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TRno0bJuMUI/AAAAAAAAAF0/sCStkvnolSU/s320/imagem.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;© Aliencat | Dreamstime.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-size: x-small; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aparalisia facial periférica (PFP)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;pode aparecer da noite para&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;o dia, como aconteceu com&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sílvia, especialista em comércio exterior&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;desempregada. Um dia antes&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;da PFP se manifestar ela se sentiu&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;incomodada com o reflexo da luz&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;solar nos olhos. No dia seguinte&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;acordou com o rosto inchado e uma&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;sensação estranha de formigamento,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;mas só notou as alterações quando&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;se viu no espelho e percebeu o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;repuxamento que ia da boca até a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;testa afetando todo o movimento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;do lado direito. Passados oito meses,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ainda apresenta limitações nos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;movimentos faciais. Silvia ainda&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;não teve seu diagnóstico fechado&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e só agora foi encaminhada para&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;exames de ressonância magnética&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e tomografia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por sofrer uma deformação inesperada&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;da face, o paciente muitas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;vezes procura o pronto-socorro&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;acreditando que está com um “derrame”,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;mas a PFP difere da paralisia&amp;nbsp;ocasionada por acidente vascular&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;cerebral (AVC) porque provoca a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;perda da motricidade de todo o lado&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;afetado do rosto, em razão da lesão&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;do nervo facial. “A paralisia facial&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;aguda é uma doença otológica em&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;90% dos casos e, em função disto,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;o paciente deve ser avaliado por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;otorrinolaringologista”, esclarece&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;o médico Paulo Roberto Lazarini,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;professor da Faculdade de Ciências&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Médicas da Santa Casa de São Paulo,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;onde é também coordenador do Núcleo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;de Cirurgia da Base de Crânio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ele faz um alerta: “O médico&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;deve atuar rapidamente para estabelecer&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;o tratamento mais adequado&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;a cada momento e evitar possíveis&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;sequelas, pois a demora pode comprometer&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;de modo irreversível a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;recuperação do paciente, além de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;resultar também em alterações psicossociais&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;em razão da deformação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;visível”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Lazarini explica que “há uma&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;diversidade de fatores etiológicos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;(traumas no crânio, infecções,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;tumores, doenças sistêmicas como&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;hipertensão arterial e diabetes melito,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;entre outros), mas geralmente a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;PFP se instala subitamente, embora&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;em alguns casos se desenvolva de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;forma lenta e progressiva, e pode&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;acontecer em qualquer fase da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;vida”. Segundo ele, a determinação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;das causas nem sempre é fácil e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;deve ser feita a partir de uma avaliação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;clínica detalhada que pode&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;exigir também uma série de exames&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;complementares.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na prática, em muitos casos o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;diagnóstico é feito por eliminação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e, até recentemente, 90% dos pacientes&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;eram diagnosticados como&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;portadores de paralisia de Bell, caracterizada&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;pelo quadro agudo de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;paralisia facial com características&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;periféricas e sem causa definida,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;mesmo depois de toda investigação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;convencional clínica, laboratorial e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;de imagem. Estudos mais recentes,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;no entanto, revelam que a maioria&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;dos casos pode ter origem viral.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Essa hipótese é corroborada pela&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;médica Raquel Salomone, supervisora&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;do Ambulatório de Paralisia&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Facial Periférica do Hospital das&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Clínicas de São Paulo. Integrante&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;do grupo de estudo de regeneração&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;do nervo facial com células-tronco,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Raquel explica que a paralisia pode&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ser consequência de uma inflamação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;no nervo facial ocasionada por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;alguns tipos de vírus relacionados&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ao herpes, que estão latentes no&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;organismo e podem se desenvolver&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;em decorrência de uma queda&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;de imunidade. Por isso são mais&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;frequentes em mulheres grávidas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e portadores de HIV, mas podem&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;estar relacionados também a outras&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;situações que provocam a queda de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;resistência e criam condições propícias&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;para esses vírus se instalarem.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nos casos diagnosticados como&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;paralisia de Bell, cerca de 80% dos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;pacientes apresentam recuperação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;completa no período de 30 a 60&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;dias após o início da doença. Outros&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;15% podem ter recuperação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;mais lenta e apresentar alguma&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;sequela, enquanto 5% não conseguem&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;reverter o quadro. Quando a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;paralisia facial é consequência de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;algum tumor ou tem causas congênitas,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;no entanto, a possibilidade&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;de recuperação é bem mais restrita,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;segundo Lazarini.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para o especialista, existe uma&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;série de procedimentos cirúrgicos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;que buscam a reabilitação da função&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;motora facial. “No caso da paralisia de Bell, exames específicos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;realizados na fase aguda podem&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;nos indicar se há degeneração&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;neural e, nestas circunstâncias,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;a descompressão do nervo facial&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;pode ser necessária. Caso o individuo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;tenha a doença há mais de dois&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;anos o procedimento cirúrgico será&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;diferente e focado na musculatura&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;da face.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Raquel Salomone complementa:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;”O tratamento deve ser iniciado&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;de preferência nos dez primeiros&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;dias, com medicamentos à base&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;de corticoides, antibióticos e antivirais”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ela lembra que a cirurgia&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;também é indicada quando se&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;constata que houve fratura dos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ossos microscópicos presentes da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;estrutura do ouvido ou quando&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;é preciso colocar uma espécie de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;peso na pálpebra, para permitir&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;que o paciente consiga fechar o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;olho afetado, pois a paralisia afeta&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;também a produção lacrimal, podendo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;provocar lesões oftálmicas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;sérias e exigindo cuidados especiais&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;para preservar a visão. Outra&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;possibilidade de tratamento é a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;aplicação de botox para melhorar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;a simetria do rosto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os dois médicos fazem restrições&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ao uso de tratamento com estimuladores&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;elétricos nos quadros agudos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;da doença, pois podem levar a uma&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;contratura muscular mais intensa&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e comprometer a recuperação dos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;movimentos faciais. Dependendo da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;causa, o atendimento dos pacientes&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;com PFP pode envolver uma série&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;de profissionais, o que inclui fonoaudiólogos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;– para exercícios que&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;estimulem a recuperação dos movimentos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;– e psicólogos para atenuar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;os efeitos emocionais negativos e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;reforçar a disposição do doente,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;pois os tratamentos em geral exigem&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;muita paciência e persistência. A&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ajuda psicológica é necessária também&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;porque as sequelas da paralisia&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;facial vão muito além da dificuldade&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;em movimentar a face e em muitos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;casos os pacientes evitam o contato&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;social, perdem o emprego e se isolam,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;por se sentirem discriminados&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;por sua doença.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; line-height: 20px;"&gt;Por: Eli Serenza&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº3. Julho/Agosto/Setembro – 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;Contato: maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-1276170012468967547?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/1276170012468967547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2010/12/lesao-de-nervo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/1276170012468967547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/1276170012468967547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2010/12/lesao-de-nervo.html' title='LESÃO DE NERVO'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TRno0bJuMUI/AAAAAAAAAF0/sCStkvnolSU/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-2886120052602042360</id><published>2010-12-17T08:43:00.000-08:00</published><updated>2010-12-17T08:43:38.328-08:00</updated><title type='text'>PÉS DOLORIDOS</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;Calçados inadequados e fatores genéticos causam&amp;nbsp;essa “pedra no sapato”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TQuSbueTmiI/AAAAAAAAAFs/RfNkG5aWdnw/s1600/imagem.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="181" src="http://1.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TQuSbueTmiI/AAAAAAAAAFs/RfNkG5aWdnw/s320/imagem.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;© Carolinasm | Dreamstime.com&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Terezinha Palácio Leite tem 33&amp;nbsp;anos e é dona de casa. De uns&amp;nbsp;tempos para cá, algo começou a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;atrapalhar sua vida atribulada: dores&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;nos dois pés, principalmente quando&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;usa sapatos apertados. Ela observou&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;alguns desvios do dedão, em especial&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;no pé esquerdo. “Sinceramente, não&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;sei quando começou. Se uso sapatos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;apertados, sempre sinto dor porque&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;pressiona. Meu pai tem o problema&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;em um dos pés, já eu tenho nos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;dois. Nunca procurei um médico&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;para tratar”, conta. A dona de casa&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;recorre às “rasteirinhas” para aliviar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;o incômodo. “Geralmente quando os&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;sapatos apertam, eu faço de tudo para&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;tirá-los logo. De dez minutos a meia&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;hora sem eles já ameniza bastante a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;dor”, lamenta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esses são alguns dos sinais de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;joanete, mal que atinge mulheres e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;homens – na proporção de oito para&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;um –, com manifestação, em geral, na&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;adolescência e vida adulta, e também&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;com casos na infância. É caracterizada&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;pela saliência na cabeça do primeiro&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;osso metatársico, próximo à base do&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;dedão do pé, chamado cientificamente&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;de &lt;i&gt;halux valgo&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo a ortopedista Cibele&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Réssio, especialista em pé e tornozelo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;da Universidade Federal de São&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Paulo – Unifesp, o primeiro indício&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;do joanete é a dor. “O joanete, o &lt;i&gt;halux&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;valgo&lt;/i&gt;, só ocorre no dedão do pé e, em&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;consequência, pode deformar outros&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;dedinhos laterais, que chamamos de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;dedos em garra”, explica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O desvio do primeiro dedo, que&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fica fora da rotação de eixo, gera&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;mais dores com comprometimento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;das articulações, completa Marcos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Kardequi Silva Raquel, ortopedista do&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hospital Beneficência Portuguesa de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Santo André (SP). “Outros problemas,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;devidos à incongruência articular e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;má distribuição de carga durante a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;marcha, podem ocorrer como calosidades&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;na estrutura do pé por conta&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;dessas alterações”, acrescenta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A predisposição genética é um dos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fatores preponderantes para o aparecimento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;dos indesejáveis joanetes.&amp;nbsp;Outro vilão é o uso prolongado de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;sapatos inadequados, que provocam&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;pressões nos dedos. Um exemplo é&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;o irresistível salto alto. De acordo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;com os especialistas, o tolerável é&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;que o salto tenha entre três e quatro&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;centímetros no máximo, para não&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;sobrecarregar a parte dianteira dos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;pés. “Sapato inadequado é aquele&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;que tem salto muito alto e apertado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As queixas de joanete aparecem mais&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;entre as mulheres porque calçados&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;incorretos são os que elas mais gostam&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e usam”, aponta Marcos Raquel.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A dica é alternar os dias de usar salto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;alto e adotar os calçados mais baixos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e confortáveis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No consultório, o diagnóstico do&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;joanete é feito por meio de exame&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;físico em que se verificam as condições&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;dos pés, além de radiografias&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;para conferir o nível de deformidade&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;que varia de leve a grave. “A primeira&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;orientação depois do diagnóstico&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;é o uso de sapato adequado. Se&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;houve a evolução do problema, a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;cirurgia é a mais indicada”, continua&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;o ortopedista do Beneficência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Portuguesa de Santo André.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vale lembrar que pessoas com&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;doenças reumát icas podem ter&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;deformidades nos pés, que se assemelham&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ao joanete, mas não há&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;qualquer relação. “Doenças reumáticas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;podem causar deformidades&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;articulares, mas não são consideradas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;como o joanete simples. O&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;nome é diferente – chamamos de pé&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;reumatoide – e o método cirúrgico&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;também”, informa Marcos Raquel.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As técnicas cirúrgicas abrangem&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;a remoção da deformidade, o realinhamento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ou reconstrução das articulações,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;dependendo de cada caso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Não existe um tratamento clínico&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;eficiente para melhorar a deformidade. A cirurgia faz a correção e,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;dependendo do seu grau, aplica-se&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;o método mais apropriado”, elucida&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Cibele Réssio. A recuperação ocorre&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;de três a seis semanas, complementa&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;a ortopedista da Unifesp.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Repouso e também a utilização de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;calçado pós-cirúrgico, conhecido&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;como sandália de Barouk, na qual o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;paciente apoia o calcanhar e deixa&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;a região operada para fora, são&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;outros cuidados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“No caso leve, a recuperação vai&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;de três semanas, usando o sapato&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;especial, e seis semanas no caso mais&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;grave. Recomenda-se também fisioterapia,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;entre 17 e 20 dias depois&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;da cirurgia. O joanete só volta se o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;método utilizado for mal realizado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Após a recuperação a pessoa tem&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;a vida normal, podendo praticar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;esportes e usar qualquer tipo de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;calçado”, finaliza Cibele Réssio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small; line-height: 20px;"&gt;Por: Keli Vasconcelos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº3. Julho/Agosto/Setembro – 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;Contato: maissaudemagazine@portoalegreclinicas.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-2886120052602042360?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/2886120052602042360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2010/12/pes-doloridos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/2886120052602042360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/2886120052602042360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2010/12/pes-doloridos.html' title='PÉS DOLORIDOS'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TQuSbueTmiI/AAAAAAAAAFs/RfNkG5aWdnw/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-3432245801777955742</id><published>2010-12-08T04:40:00.000-08:00</published><updated>2011-04-26T11:10:33.843-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Obesidade'/><title type='text'>INIMIGOS OCULTOS</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;Atenção à circunferência abdominal pode prevenir&amp;nbsp;várias doenças&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TP945ELyxJI/AAAAAAAAAFo/LiG1VuOqrSc/s1600/imagem.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="226" src="http://1.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TP945ELyxJI/AAAAAAAAAFo/LiG1VuOqrSc/s320/imagem.JPG" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;© angelhell | istockphoto.com&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A síndrome metabólica (SM) é&amp;nbsp;um distúrbio caracterizado&amp;nbsp;por uma série de alterações no&amp;nbsp;metabolismo humano e está diretamente&amp;nbsp;relacionada ao aumento do&amp;nbsp;risco cardiovascular. As associações&amp;nbsp;de pelo menos três dos seguintes&amp;nbsp;sintomas podem caracterizar a SM:&amp;nbsp;o excesso de peso ou obesidade,&amp;nbsp;hipertensão arterial, diabetes melito&amp;nbsp;do tipo 2, intolerância à glicose, altos&amp;nbsp;níveis de colesterol e triglicérides,&amp;nbsp;ácido úrico elevado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esses fatores estão ligados à resistência&amp;nbsp;à insulina e podem levar o&amp;nbsp;indivíduo a um quadro muito mais&amp;nbsp;grave, que inclui doenças cardiovasculares&amp;nbsp;como infarto, derrames&amp;nbsp;cerebrais, além de diabetes e doenças&amp;nbsp;vasculares periféricas. Para&amp;nbsp;a médica endocrinologista Denise&amp;nbsp;Reis Franco, coordenadora científica&amp;nbsp;da Associação de Diabetes Juvenil&amp;nbsp;(ADJ), é importante saber também&amp;nbsp;que a circunferência abdominal é um&amp;nbsp;elemento fundamental na avaliação&amp;nbsp;do quadro, podendo ser marcador&amp;nbsp;significativo do risco cardiovascular.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“A maioria dos fatores de risco&amp;nbsp;metabólico não apresenta sinais ou&amp;nbsp;sintomas, embora o valor da cintura&amp;nbsp;abdominal possa avaliar o diagnóstico.&amp;nbsp;Ele será definido a partir dos&amp;nbsp;achados de circunferência abdominal&amp;nbsp;maior que 94 cm para homens&amp;nbsp;e 80 cm para mulheres, segundo a&amp;nbsp;Sociedade Brasileira de Cardiologia.&amp;nbsp;Este achado juntamente com&amp;nbsp;o exame físico representa aumento&amp;nbsp;da distribuição de gordura intraabdominal&amp;nbsp;(gordura visceral), que&amp;nbsp;pode produzir hormônios e desencadear&amp;nbsp;processos inflamatórios que&amp;nbsp;provocam complicações cardiovasculares&amp;nbsp;relacionadas à SM”, informa&amp;nbsp;a médica. Denise Reis esclarece que&amp;nbsp;os processos inflamatórios presentes&amp;nbsp;na SM podem intensificar&amp;nbsp;o quadro de hipertensão&amp;nbsp;arterial, lembrando que&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;esta, por si só, pode ser&amp;nbsp;uma das causas da SM.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo a endocrinologista,&amp;nbsp;as prováveis causas da&amp;nbsp;síndrome metabólica&amp;nbsp;têm origem&amp;nbsp;no sobrepeso ou&amp;nbsp;obesidade, resistência&amp;nbsp;à insulina e&amp;nbsp;sedentarismo, mas&amp;nbsp;salienta que o envelhecimento&amp;nbsp;natural&amp;nbsp;aumenta o risco do&amp;nbsp;aparecimento da doença,&amp;nbsp;havendo também&amp;nbsp;fatores genéticos que&amp;nbsp;podem contribuir à resistência&amp;nbsp;a insulina. Além&amp;nbsp;desses fatores, Denise Reis&amp;nbsp;explica que a esteatose&amp;nbsp;hepática (gordura no&amp;nbsp;f ígado), s índrome&amp;nbsp;do ovário policístico&amp;nbsp;(tendência de desenvolver cistos no&amp;nbsp;ovário) e apneia do sono (problemas respiratórios durante o sono) podem&amp;nbsp;estar relacionadas com a doença.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De acordo com a médica,&amp;nbsp;o diagnóstico é feito por&amp;nbsp;exame físico e exame&amp;nbsp;de sangue, esclarecendo&amp;nbsp;que é solicitada&amp;nbsp;a dosagem&amp;nbsp;de triglicérides&amp;nbsp;(tipo&amp;nbsp;de gordura&amp;nbsp;encontrado&amp;nbsp;no sangue), dosagem&amp;nbsp;do perfil&amp;nbsp;de lipídeos&amp;nbsp;(colesterol ) , verif icação&amp;nbsp;da pressão arterial e dosagem da&amp;nbsp;glicemia de jejum (açúcar no sangue).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quanto aos níveis de colesterol,&amp;nbsp;estes englobam o nível do colesterol&amp;nbsp;chamado LDL e o HDL (chamado de&amp;nbsp;“colesterol bom”), que neste caso&amp;nbsp;ganha destaque, já que é responsável&amp;nbsp;por ajudar a remoção do colesterol&amp;nbsp;das artérias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo o cardiologista Amilton&amp;nbsp;Silva Júnior, os fatores relacionados&amp;nbsp;à SM como obesidade, hipertensão,&amp;nbsp;alterações no metabolismo da gordura&amp;nbsp;e açúcares são fatores de risco importantes&amp;nbsp;para o desenvolvimento das&amp;nbsp;doenças ateroscleróticas, propiciando&amp;nbsp;aos indivíduos doenças coronarianas.&amp;nbsp;“O paciente com SM está sujeito a&amp;nbsp;consequências danosas como&amp;nbsp;infarto agudo do miocárdio,&amp;nbsp;insuf iciência cardíaca,&amp;nbsp;acidentes vasculares&amp;nbsp;cerebrais (AVC) e angina&amp;nbsp;pectoris (um&amp;nbsp;tipo de dor que o&amp;nbsp;paciente sente&amp;nbsp;no peito, braço&amp;nbsp;ou nuca&amp;nbsp;geralmente&amp;nbsp;no esforço&amp;nbsp;físico ou&amp;nbsp;estresse&amp;nbsp;emocional)”, diz&amp;nbsp;ele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Prevenção e tratamento&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O tratamento da doença é centrado&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;principalmente na mudança do&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;estilo de vida. O paciente é aconselhado&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;a fazer alterações no seu dia&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;a dia, que vão desde a redução do&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;peso à inclusão de atividades físicas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;regulares, parar de fumar, mudar a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;alimentação para uma dieta saudável&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e atenção ao coração (veja boxe). O&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;primeiro objetivo do tratamento,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;segundo Denise Reis, é direcionado a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;reduzir o risco da doença cardíaca e,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;para tanto, deve-se adequar os níveis&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;de colesterol, controlar a pressão arterial&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e a glicemia. A médica explica&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;também que, se as mudanças no&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;estilo de vida não forem suficientes&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;para atingir esse objetivo, podem ser&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;associados medicamentos que irão&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;auxiliar nesse controle.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para a nutricionista Fernanda&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Castelo Branco, membro da equipe&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;multidisciplinar da Associação de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Diabetes Juvenil, o tratamento dos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;indivíduos com SM deve incluir&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;uma dieta alimentar que atenda às&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;necessidades pessoais do paciente.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fernanda faz referência à avaliação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;do paciente, por meio de exames&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;específicos, como a bioimpedância&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;(exame que detecta o excesso de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;gordura na composição corporal) e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;análise do índice de massa corporal&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;(IMC). “Através do cálculo de IMC é&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;possível saber se alguém está acima&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ou abaixo dos parâmetros ideais de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;peso para sua estatura. Com o IMC&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;é possível medir o grau de obesidade&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;de uma pessoa”, explica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Outro parâmetro é a circunferência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;abdominal que pode apontar um&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;risco maior para problemas cardiovasculares.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já a bioimpedância permite&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;que, mediante uma baixa corrente&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;elétrica, se avalie a composição&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;de gorduras e água corporal. Assim&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;se define o que deve ser modificado&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;quanto à alimentação e o plano de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;atividade física. O interessante é&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;que esse exame ajuda a detectar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;as chamadas “magras gordas”, ou&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;seja, pessoas magras no peso e com&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;composição de gordura aumentada&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;no corpo, que provoca a desarmonia&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;corporal (celulite, flacidez, gordura&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;localizada e excesso de gordura),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;o que pode ser fator de risco para&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;outras doenças.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por fim, ambas as profissionais&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;salientam a importância da utilização&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;de alimentos que auxiliam no&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;aumento do colesterol HDL, diminuindo-&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;se as gorduras, os açúcares&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e o sódio da alimentação. Denise, por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;sua vez, cita alimentos como carnes&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;magras, aves (sem ingestão da pele)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e peixes, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #7c7c7c; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Por: Jeferson Mattos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 20px;"&gt;Fonte: + Saúde Magazine. Ano 1, nº3. Julho/Agosto/Setembro – 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Contato: maissaudemagazine@portoalegreclinicas.co&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;m.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7649509059462826187-3432245801777955742?l=poaclinicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poaclinicas.blogspot.com/feeds/3432245801777955742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2010/12/inimigos-ocultos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/3432245801777955742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7649509059462826187/posts/default/3432245801777955742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poaclinicas.blogspot.com/2010/12/inimigos-ocultos.html' title='INIMIGOS OCULTOS'/><author><name>Porto Alegre Clínicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17387334794309279217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='22' src='http://4.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/THUrphX6HzI/AAAAAAAAABM/pu2fw84pvP0/S220/logo+POACl%C3%ADnicas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TP945ELyxJI/AAAAAAAAAFo/LiG1VuOqrSc/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7649509059462826187.post-8479958899334840645</id><published>2010-12-01T09:25:00.000-08:00</published><updated>2011-04-26T11:23:07.967-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Obesidade'/><title type='text'>PERIGO DA LIPOASPIRAÇÃO</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A falta de formação especializada pode ocasionar&amp;nbsp;complicações e morte&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TPaBsi2KImI/AAAAAAAAAFk/cN_Fc-HcDx4/s1600/imagem.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="237" src="http://1.bp.blogspot.com/_aXi4jwpkPMI/TPaBsi2KImI/AAAAAAAAAFk/cN_Fc-HcDx4/s320/imagem.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;© Juanmonino | istockphoto.com&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;A valorização exagerada da estética&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;pela mídia, em geral,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;os anúncios de página dupla&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;em revistas de clínicas oferecendo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;lipoaspiração e outros procedimentos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;em prestações a perder de vista, a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;frequência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;cada vez maior de médicos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;nos meios de comunicação,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;notadamente em programas femininos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;de televisão mostrando o “antes&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;e depois” de uma cirurgia, tornou o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;Brasil o segundo país em realização&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;de cirurgias plásticas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Diversos médicos se apresentam&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;como especialistas e, portanto, capacitados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Conselho Federal de Medicina&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e a Associação Médica Brasileira,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;que fiscalizam os cursos de Medicina,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;no entanto, informam que o médico&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;que põe no consultório a placa “especialista&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;em medicina estética” comete&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;uma infração ética grave. Estes cursos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;são, na verdade, cursos de dois anos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;(lato sensu) e que capacitam o médico&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;a executar procedimentos específicos,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;como aplicação de toxina botulínica,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;lipoaspiração, implante de mama,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;plástica de nariz e peeling cirúrgico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #eeeeee;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No Brasil, um médico cirurgião&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;pode executar procedimentos cirúrgicos,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="fo
